TERRÁQUEOS (Earthlings) é um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra nosso completo desrespeito para com os assim chamados "provedores não-humanos".
Este filme é narrado por Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e possui trilha sonora composta pelo instrumentista, dj e compositor Moby. Com um profundo estudo dentro das pet-shops, criatórios de filhotes e abrigos de animais, bem como em fazendas industriais, no comércio de couro e peles, indústria de esporte e entreterimento, e finalmente na carreira médica e científica, TERRÁQUEOS usa câmeras escondidas e filmagens inéditas para narrar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, as quais dependem de animais para lucrar.
Impactante, informativo e provocando reflexões, TERRÁQUEOS é de longe o mais completo documentário jamais produzido sobre a conexão entre natureza, animais, e interesses econômicos. Há vários filmes importantes sobre os direitos dos animais, mas este supera os demais.
TERRÁQUEOS tem que ser assistido. Altamente recomendado!
Seja Bem Vindo!!! O objetivo desse blog é compartilhar informações, videos, reflexões que auxiliem as pessoas a compreender melhor a importância de se relacionar bem com a natureza.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Uma verdade mais que inconveniente
Documentário e apresentação stand-up, apresentado pela bonita deputada e ativista holandesa Marianne Thieme, foi bem-sucedido ao preencher a enorme lacuna que Al Gore deixou no seu Uma Verdade Inconveniente: a participação mais que relevante da pecuária nas mudanças climáticas que estão castigando o mundo.
Para dar comprovação aos dados mostrados, Marianne citou o estudo da FAO -- Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação -- que mostravam a pecuária como maior vilã do clima global. Com o devido embasamento, muitos pontos muito interessantes foram abordados com competência, tais como: Como é esse impacto tão grande da pecuária sobre o clima? Tornar-se vegetariano/a, ou deixar de comer carne um ou mais dias por semana, faz alguma diferença? Por que Al Gore convenientemente omitiu a pecuária na sua "verdade inconveniente"? Por que os governos são coniventes com o impacto ambiental dessa atividade?
Os principais pontos que a deputada holandesa mostrou em relação ao impacto ambiental pecuário foram a produção de metano, um gás-estufa muito mais poderoso que o gás carbônico, e o desmatamento de florestas como a Amazônia.
Como todo bom documentário apresentador da alternativa vegetariana de alimentação, mostrou diversos fatores relativos à crueldade nas fazendas-fábrica, principalmente a debicagem de aves e o confinamento intensivo dos animais. Fez também o favor de reexibir o The Meatrix, aquela paródia de Matrix em que os personagens são bichos de espécies exploradas pela indústria de alimentos de origem animal.
Também deu a oportunidade de participação ao PETA e à Humane Society, além de mostrar a história do "Mad Cowboy", um ex-pecuarista que, depois de décadas na indústria da exploração animal, aprendeu a respeitar os animais e tornou-se vegetariano completo e militante pelos Direitos Animais.
Num dado momento, Marianne imitou propositalmente Al Gore e subiu numa plataforma para mostrar um gráfico que mostrava quanto a indústria da carne ameaça crescer nos próximos 40 anos se o consumo continuar aumentando como hoje.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
POEMA DA ÉTICA
Hoje estamos vivendo em um mundo em que ser honesto é feio e ser desonesto é ser esperto moderno, e vamos pouco a pouco perdendo os valores, a referência ... na verdade esta acontecendo uma inversão de valores e esse poema é um grito ... um resgaste de valores.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Contra os agrotóxicos, o incentivo à agricultura orgânica
Faz parte da atuação contra o uso de agrotóxicos na agricultura, além de regulamentações e restrições, o estímulo necessário para que os produtores migrem para as práticas que dispensam a aplicação de veneno. Buscando assegurar esse incentivo é que o deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB) é autor de dois projetos de lei na Assembleia Legislativa do Paraná que relacionam a preservação à saúde e ao meio ambiente com a agricultura orgânica.
Um desses projetos, aprovado pelo Legislativo e sancionado pelo Executivo no final do ano passado, instituiu a merenda orgânica nas escolas da rede estadual de ensino do Paraná. Atualmente, das 2.176 unidades de ensino da rede, 135 já são abastecidas com alimentos produzidos sem veneno. Na última semana, Cheida recebeu da vice-governadoria uma cópia do projeto da Secretaria de Estado da Educação de expansão gradativa do programa.
ACESSO - A obrigatoriedade da merenda orgânica vai possibilitar a mais de 1,4 milhão de crianças e adolescentes o acesso a alimentos mais saudáveis, destaca o deputado. “Mais que isso: a escola é um agente multiplicador; a partir da escola, estaremos melhorando a alimentação da família. É uma lei inédita no país e, se estabelecida uma metodologia, um planejamento, é possível sim atender à rede pública de forma plena”, acrescenta.
O programa criado por Cheida vai ao encontro da política do governo federal de canalizar os recursos à aquisição de produtos de associações e cooperativas da agricultura familiar. Resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) estabelece essa prioridade. Assim, com a garantia de que haverá mercado (as escolas estaduais em todo o território paranaense) para fornecer, os agricultores familiares terão incetivo concreto para se dedicar à produção livre de agrotóxicos.
ESPAÇOS PARA VENDA - Outra garantia de mercado está no projeto do Cheida que obriga supermercados e hipermercados de todo o Paraná reservarem gôndolas, devidamente identificadas, para a exposição dos produtos sem agrotóxicos. O projeto de lei foi apresentado à Assembleia Legislativa em agosto e está na Comissão de Constituição e Justiça da Casa.
“É muito importante que os setores da economia também se voltem para a produção de orgânicos. Ela propicia alimentação saudável, preservação da saúde, equilíbrio do meio ambiente e fomento à agricultura familiar”, diz Cheida na justificativa do projeto de lei. “O orgânico não tem veneno, é produzido dentro de um sistema que maneja todos os recursos naturais, como a água, a terra e os predadores, sem que nenhum adentre no ciclo do outro, proporcionando assim a harmonia necessária [do ecossistema].”
Fonte: http://www.cheida.com.br/noticia.php?idnoticia=778
domingo, 2 de outubro de 2011
Obsolescência programada
As baterias que 'morrem' em 18 meses, as impressoras que estão programadas para um determinado número de impressões, as lâmpadas que só duram mil horas ... Por que, apesar dos avanços em tecnologia, produtos duram cada vez menos?
Filmado na Catalunha (Catalunya), França, Alemanha, EUA e Gana, o documentário (Comprar, tirar, Comprar) é uma viagem através da história de uma prática empresarial que envolve a redução deliberada da vida de um produto para aumentar o seu consumo, como foi publicado em 1928 em uma influente revista dos EUA , o artigo " Um produto que não se desgasta é uma tragédia para os negócios."
O documentário, dirigido por Cosima Dannoritzer e co-produzido pela TV espanhola, é o resultado de três anos de pesquisa, onde fizeram uso de imagens de arquivos pouco conhecidos, fornecendo provas documentais e mostrando as desastrosas consequências ambientais decorrentes dessa prática. Também apresenta vários exemplos do espírito de resistência que está crescendo entre os consumidores e inclui a análise e a opinião dos economistas, designers e intelectuais que propõem alternativas para salvar o meio ambiente e a economia.
A lampada é origem da Obsolescência Programada.
Edison fez a sua primeira venda de lâmpadas em 1881.Durou 1.500 horas. Em 1911, um anúncio na imprensa espanhola destacou os benefícios de uma marca de lâmpadas com um certificado de vida de 2500 horas. Mas como foi revelado no documentário, em 1924, um cartel que reúne os principais fabricantes na Europa e os Estados Unidos negociaram para limitar a vida útil de uma lâmpada em 1000 horas. O cartel foi chamado Phoebus e oficialmente, nunca existiu, mas, em "Comprar, Tirar, Comprar", nos é mostrado o documento que é o ponto de partida de obsolescência, que hoje é aplicado para a próxima geração de produtos eletrônicos, como impressoras e iPods, aplicada também na indústria têxtil, com o desaparecimento dos meios de testes.
Consumidor rebeldes na Internet
Ao longo da história do vencimento previsto, o filme pinta um afresco da história da economia nos últimos cem anos e proporciona um fato interessante: a mudança de atitude nos consumidores através do uso de redes sociais e da Internet. O caso Neistat irmãos, o programador de computador catalão Vitaly Kiselev, Marcos López, fazem o embate na internet.
Africa lixão eletrônico do primeiro mundo
Este descarte constante tem graves consequências ambientais. Como vemos, nesta pesquisa, países como o Gana estão se tornando o lixo do primeiro mundo eletrônico. Até então, periodicamente, vêm centenas de conteiners cheios de resíduos, sob o rótulo de "material de segunda mão" é o guarda-chuva de uma contribuição para reduzir a brecha digital e, eventualmente, tomar o lugar de rios ou campos onde as crianças brincam. Além da denúncia, o documentário da visibilidade aos empresários para que implementem novos modelos de negócio e ousam as alternativas propostas por intelectuais como Serge Latouche, que fala na " Revolução do Decrescimento", que consiste na redução do consumo e produção de tempo livre e desenvolver outras formas de riqueza, como a amizade ou o conhecimento, que não define o uso.
Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=QosF0b0i2f
Pertubadores Endócrinos Ambientais
Para ler o artigo Pertubadores Endócrinos Ambientais:Uma Questão a ser Discutida de
CARMEN MARIA BARROS DE CASTRO Engenheira química, Mestre em Saneamento Ambiental, Professora Adjunta do Depto. de Obras Hidráulicas do IPH/UFRGS acesse o link ou cole em seu navegador:
http://www.bvsde.paho.org/bvsaar/fulltext/endocrinos.pdf
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