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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Seminário avalia Campanha Contra os Agrotóxicos





Para Cleber Folgado, da coordenação da campanha, o saldo até o momento é positivo. “Cerca de 19 estados já têm comitês e há mais três em processo de construção. A campanha agora deve passar para um segundo momento. No primeiro expusemos o problema dos agrotóxicos para a sociedade, em espaços diversificados. Também houve avanços no âmbito legislativo, principalmente em relação à pulverização aérea. Agora precisamos pensar na capacidade organizativa da campanha, avançar na comunicação para expandir o debate”."

Para ler a reportagem completa:

Seminário avalia Campanha Contra os Agrotóxicos | Jornal Correio do Brasil: "

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Veneno à nossa mesa: Agrointoxicação e ‘vedação ocular’.






Você desconfia de que parte dos alimentos que come podem acarretar danos graves e irreversíveis à saúde devido aos resíduos de agrotóxicos e fertilizantes químicos?

Especialistas advertem que o Brasil é um dos países mais agrointoxicados e que sua população padece de insegurança alimentar, uma vez que está contaminada mais de metade das cenouras, pimentões, uvas, pepinos e morangos que consumimos.

Ganhou notoriedade o tema da insegurança alimentar quando se temia a falta de alimentos para os brasileiros devido ao incremento das exportações. Agrega-se que, além do pouco remanescente, ainda compõem a mesa itens de procedência e qualidade duvidosas.

Para ler a reportagem completa:



Veneno à nossa mesa: Agrointoxicação e ‘vedação ocular’, artigo de Bruno Peron | Portal EcoDebate
: "O Programa de Análise de Resíduos Agrotóxicos em Alimentos (PARA), criado em 2001 no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), monitora o nível de agrotóxicos nos alimentos e elabora relatórios, cujas revelações são assustadoras e escabrosas."


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Embrapa e SBPC criticam viés ideológico no Código Florestal





Para o presidente da Embrapa, o novo texto do Código Florestal tem um viés ideológico e não tem um embasamento técnico sobre os impactos no campo. Ele chama a atenção para a necessidade de o País avançar no atual texto para evitar novos desmatamentos das florestas. “Hoje o Brasil já tem área suficiente para ser o celeiro agrícola do mundo“, disse.

Para ler a reportagem completa acesse o link abaixo:

Jornal da Ciência:

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sábado, 5 de novembro de 2011

SISTEMA DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA E ORGÂNICA NA AGRICULTURA FAMILIAR




O deputado Elton Welter (PT) apresentou na Assembleia Legislativa projeto de lei 403/11 que incentiva a implantação de um sistema de produção agroecológica na agricultura familiar do Estado.

“Ao propor uma alteração nos processos de produção de alimentos, com a progressiva conversão para sistemas de produção de base agroecológica, garantiremos uma política que satisfaça o conceito da sustentabilidade, inclusive no tocante à proteção da qualidade hídrica dos nossos cursos d’água, ao diminuir as ações com a utilização de produtos químicos”, afirma o parlamentar.


Esperamos que os diferentes estados da federação- siga esse exemplo, e que os parlamentares apresentem leis que incentivem a agricultura orgânica e também uma agricultura convencional bem feita e com responsabilidade, livre de resíduos.

A tolerância para qualquer resíduos em alimentos deveria ser Zero.

Vamos recordar um trecho divulgado em outra postagem neste blog:

A documentarista Marie-Monique Robin em seu novo filme – O VENENO NOSSO DE CADA DIA denúncia:

(...) apenas 10% das substâncias que estão presentes no nosso dia-a-dia foram testadas. E mesmo assim, esses testes sempre foram feitos com forte influência dos fabricantes. Representantes da indústria química chegaram a dizer que seu “o livro envenena a indústria química”.

Ela ainda vai além...

Ingestão diária aceitável – IDA – é um valor numérico, medido em mg/kg, que determina a quantidade que se pode consumir de uma substância durante todos os dias, com segurança, por toda a vida.[1] Na prática, para os agrotóxicos por exemplo, determina qual limite máximo de resíduo aceitável em um alimento. Era de se esperar que este índice fosse calculado com um alto grau de rigor científico, para que em nenhum momento colocasse a vida dos consumidores em risco.


Mas Marie-Monique nos mostra justamente o contrário. No mesmo estilo investigador de “O Mundo Segundo a Monsanto”, a diretora percorre centros de pesquisa e agências reguladoras em vários países tentando descobrir como este índice é definido. E ela não deixa dúvidas: através de estudos científicos pagos pelas empresas, e com a ajuda diretores de agências reguladoras com ligações com a indústria, os próprios fabricantes das substâncias é que definem o nível aceitável.

Parabéns ao Deputado Elton Welter por esta iniciativa e para ler a reportagem completa acesse o link abaixo:

Welter - Trabalhando por Você! - Notícias » Mandato:

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ORGANOCLORADOS: UM PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA



O estado de São Paulo esta realizando uma campanha para levantamento de agrotóxicos obsoletos e proibido por lei com o objetivo de dar uma destinação correta a estes agrotóxicos que estão armazenados nas propriedade rurais.

Maiores detalhes e informações sobre a campanha que esta sendo realizado no estado paulista poderá ser obtida no endereço abaixo:




Um programa semelhante feito no Estado do Paraná já identificou mais de 1.900 propriedades rurais que armazenam aproximadamente 630 toneladas de agrotóxicos obsoletos e discute mecanismos para viabilizar a destinação final adequada.

O Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, está iniciando um trabalho similar para o Brasil.

Agrotóxicos obsoletos e todo agrotóxico em desuso, ou seja, aquele cuja fabricação, comercialização e utilização são proibidas por lei no Brasil, em especial os organoclorados.

Os agrotóxicos organoclorados foram amplamente utilizados na produção agropecuária brasileira e mundial a partir da década de 40, principalmente como inseticidas.

O uso do DDT começou a ser proibido em diversos países por volta dos anos 70, em virtude de seu efeito acumulativo no organismo, dentre os malefícios causados por ele está o enfraquecimento das cascas de ovos das aves, envenenamento de alimentos como carnes e peixes. Alguns estudos sugeriram que é cancerígeno, provoca partos prematuros, causa danos neurológicos, respiratórios e cardiovasculares.

No Brasil, a comercialização, distribuição e uso desses produtos foram proibidos em 3 de setembro de 1985.

Após a proibição do uso BHC, DDT e outros os produtores ficaram com esses produtos armazenados em suas propriedades sem nenhuma orientação especifica o que fazer com esses resíduos - que são uma fonte permanente de riscos a saúde humana e a todo ecossistemas.

Essa campanha do estado de São Paulo e muito bem vinda e esta para ser iniciada um trabalho similar em todo território nacional - mas uma pergunta que fica ás autoridades porque somente agora - 26 anos após a proibição do uso no pais é que medidas estão sendo estudadas para retirar e dar um destino correto a esses resíduos?


Segundo FLORES et all 2004:

• No Brasil, a partir de 1970, a produção agrícola sofreu grandes transformações. A política de estímulo do crédito agrícola,associada às novas tecnologias, impulsionou várias culturas, principalmente destinadas à exportação. Pacotes tecnológicos ligados ao financiamento bancário obrigavam os agricultores a adquirir insumos e equipamentos, muitas vezes desnecessários. Entre os insumos, estavam os pesticidas, que eram recomendados para o controle de pragas e doenças, como método de resguardar o potencial produtivo das culturas. Esse método obrigava aplicações sistemáticas de pesticidas, mesmo sem ocorrência das pragas, resultando em pulverizações excessivas e desnecessárias (RUEGG et al., 1991 apud Flores et all 2004).

Como podemos ver no parágrafo acima as autoridades são os verdadeiros responsáveis pelo uso desses produtos e inclusive responsáveis pelo dano ambiental provocados pelos mesmos.

Qual será a condição de armazenamento desses produtos proibidos a 26 anos nas propriedades rurais?

Vamos trazer aqui para reflexão a introdução de um trabalho de HERCULANO 2002.

• A Cidade dos Meninos é uma área federal, de 19 hectares, no distrito de Pilar, município de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, na área metropolitana do Rio de Janeiro. Lá, nos anos 40, foi fundado um complexo educacional para crianças pobres, pela então primeira dama, D.Darcy Vargas. Pouco tempo após, o Ministério da Saúde instalava dentro de seus muros uma fábrica de pesticidas para enfrentar a malária então endêmica na região. Nos anos 50 a fábrica foi desativada e todo o material ali abandonado começou a se espalhar e se infiltrar pelo solo, iniciando um longo processo de contaminação do meio ambiente e da população, sem solução até hoje.

• Mais do que um exemplo isolado de irresponsabilidade, fragmentação administrativa, incompetência, fragilidade dos órgãos oficiais responsáveis pelo meio ambiente, este caso ilustra a gigantesca e perene negligência com a qual se trata a criança pobre brasileira e como se aceita como natural que os riscos da poluição e da contaminação por produtos químicos recaiam sobre a população pobre. O caso também é um exemplo das disputas em torno das verdades científicas: o HCH faz mal aos humanos? Quantas toneladas foram mesmo abandonadas? Qual seria o melhor processo de descontaminação? Quantas pessoas foram contaminadas? Que uso dar à área?

• O caso da Cidade dos Meninos é ainda invulgar não só porque o culpado é o organismo federal incumbido da saúde dos brasileiros, como também porque, diferentemente dos outros casos relatados pela literatura sociológica sobre outros países, as pessoas atingidas de lá não querem sair, o que se explica pela falta de acesso dos pobres à terra no Brasil: a Baixada Fluminense é predominantemente ocupada por loteamentos clandestinos, onde mais de 2 milhões de pessoas se amontoam sem serviços públicos adequados.( HERCULANO, 2002 pág 61).

Se o governo federal deu um exemplo, como podemos ver acima o que será que não aconteceu com esses produtos armazenados a tantos anos nas propriedades?

Para ler o trabalho completo de ARACELI VERÔNICA FLORES e outros ORGANOCLORADOS: UM PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA acesse o link abaixo:



Para ler o trabalho de Herculano 2002 Exposição a riscos químicos e desigualdade social: o caso do HCH (hexaclorociclohexano) na Cidade dos Meninos, RJ - acesse o link abaixo:




Referencias:


FLORES, Araceli Verônica; RIBEIRO, Joselito Nardy; NEVES, Antonio Augusto; QUEIROZ , Eliana Lopes Ribeiro. Organoclorados: um problema de saúde pública. Ambiente & Sociedade – Vol. VII nº. 2 jul./dez. 2004. Disponível em: Acesso em: 05 de Nov. 2011.



HERCULANO, Selene. Exposição a riscos químicos e desigualdade social: o caso do HCH (hexaclorociclohexano) na Cidade dos Meninos, RJ. Publicado na Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente: riscos coletivos - ambiente e saúde, número 5, 2002, pp. 61 - 71, ISSN 1518-952X, UFPR. Disponível em : < http://www.professores.uff.br/seleneherculano/publicacoes/exposicao-riscos-quimicos.htm>. Acesso em: 05 de Nov. 2011.

LEVANTAMENTO DE AGROTÓXICOS OBSOLETOS NO ESTADO DE SÃO PAULO. Disponível em : http://www.agrotoxicosobsoletos.org.br/index.aspx .Acesso em 04 de Nov. 2011.


ATUALIZAÇÃO EM 08/01/2013

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou a redação final do Projeto de Lei 983\11, que isenta de punições os agricultores que guardam agrotóxicos proibidos pela legislação brasileira, como o Hexaclorobenzeno (BHC), desde que apresentem os produtos ao governo. A lei já havia sido sancionada em 2009, mas como não entrou em vigência dentro do prazo, foi reapresentada. “Ao tornar os agricultores parceiros, encontramos o caminho mais preciso para eliminar os agrotóxicos proibidos de uma vez por todas”, defende o deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB), autor da proposta, que aguarda sanção governamental para se tornar lei.

VEJA A NOTÍCIA COMPLETA EM:
Projeto que impulsiona a eliminação de agrotóxicos proibidos aguarda sanção

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Código Florestal e o princípio da imprecaução





"Rebelo passou todo o tempo em que foi responsável pelo projeto de lei do novo Código Florestal na Câmara tentando desqualificar seus opositores, colocando todos em um balaio de detratores da pátria, gente a serviço do imperialismo internacional que não deseja ver o desenvolvimento do Brasil. Ignorou as contribuições oferecidas pela ciência através de documentos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e da Associação Brasileira de Ciência (ABC), além de estudos desenvolvidos pelo IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas."


Para ler a matéria clique no link abaixo:

Código Florestal e o princípio da imprecaução | Carta Capital

‘Nenhum país trata tão mal os seus índios como o Brasil’ | Carta Capital





"No Brasil, os povos indígenas são os mais marginalizados da sociedade e o País se opõe às soluções debatidas no âmbito internacional. Conheço a realidade de comunidades de índios brasileiros e são os mais silenciados do planeta. Enquanto em muitos lugares há mudanças e conquistas desta faixa da população, o Brasil se mantêm a nação mais conservadora em relação a conceder direitos aos povos indígenas."

Para continuar lendo a matéria clique no link abaixo:



‘Nenhum país trata tão mal os seus índios como o Brasil’ | Carta Capital

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Revista Época - Belo Monte, nosso dinheiro e o bigode do Sarney - notícias em Sociedade



Se você é aquele tipo de leitor que acha que Belo Monte vai “afetar apenas um punhado de índios”, esta entrevista é para você. Talvez você descubra que a megaobra vai afetar diretamente o seu bolso. Se você é aquele tipo de leitor que acredita que os acontecimentos na Amazônia não lhe dizem respeito, esta entrevista é para você. Para que possa entender que o que acontece lá, repercute aqui – e vice-versa. Se você é aquele tipo de leitor que defende a construção do maior número de usinas hidrelétricas já porque acredita piamente que, se isso não acontecer, vai ficar sem luz em casa para assistir à novela das oito, esta entrevista é para você. Com alguma sorte, você pode perceber que o buraco é mais embaixo e que você tem consumido propaganda subliminar, além de bens de consumo. Se você é aquele tipo de leitor que compreende os impactos socioambientais de uma obra desse porte, mas gostaria de entender melhor o que está em jogo de fato e quais são as alternativas, esta entrevista também é para você.





Revista Época - Belo Monte, nosso dinheiro e o bigode do Sarney - notícias em Sociedade:

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