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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)


O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson. A letra fala de desmatamento, sobre pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.

O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta.

Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.

Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.

Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.

Fonte:http://sorisomail.com/partilha/12091.html







terça-feira, 15 de novembro de 2011

Globo Repórter - Agrotóxicos podem causar doenças como depressão, câncer e infertilidade






Mas qual é o mal que os agrotóxicos podem causar? A lista de doenças é enorme. “Depressão, má formações congênitas, alguns tipos de câncer como leucemia e tumores de cérebro, transtornos da imunidade, alterações na qualidade dos espermatozóides”, lista o epidemiologista Sérgio Koifman, da Fiocruz.

Agrotóxicos também podem causar infertilidade, uma revelação para o produtor orgânico José Bassit. “Minha esposa não conseguia engravidar. Aí eu vi que alguma coisa estava errada”, conta.

Após sete anos em contato direto com pesticidas, hoje ele está convencido de que a culpa foi do veneno. José revela que tinha certeza de que era fértil e possuía até uma prova: “tinha um exame. No começo, era normal. Depois de três anos, a fertilidade foi caindo e, depois de sete anos, eu já não tinha mais espermatozóides vivos”, revela.

Para ver a reportagem completa:

Globo Repórter - Agrotóxicos podem causar doenças como depressão, câncer e infertilidade:

'via Blog this'

Novo Código Florestal estabelece pagamento por serviços ambientais

O relatório apresentado pelo senador Luiz Henrique propõe programas de incentivos à preservação e recuperação do meio ambiente. O texto prevê mecanismos de premiação e remuneração aos produtores rurais por serviços de proteção ambiental, que na prática são benéficos à sociedade em geral.  Segundo o relator, “o tempo comprovou que os sistemas de comando e controle, isoladamente, não têm sido capazes de deter o desmatamento ilegal”.
Para o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), presidente da CCT, “isso [os pagamentos por serviços ambientais] representa um grande avanço para a existência de incentivos econômicos e financeiros vinculados à floresta, e também para reconhecer e valorizar os agricultores que têm compromisso com o meio ambiente”.


Você sabe o que é serviços ambientais?


Assista aos vídeos abaixo para ficar por dentro e participar desta discussão:
 Programa exibido pelo Globo Rural demonstrando como funciona o pagamento por serviços ambientais de Bapaendi

Parte 1/4



Parte 2/4


Parte 3/4



Parte 4/4

PARA SABER MAIS:

SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

                    

domingo, 13 de novembro de 2011

Soja transgênica e o uso do glifosato



O globo rural de edição de domingo -13/11/2011 noticiou Brasil é hoje o segundo maior produtor de transgênicos do mundo e a soja transgênica ocupou 74% da área de soja no Brasil em 2010.

“No Rio Grande do Sul praticamente tudo é transgênico. Em Mato Grosso, maior estado produtor do país, essa tecnologia também avançou, mas ainda divide espaço com as lavouras convencionais.

Para ver a reportagem completa:


Naturalmente que com o plantio da soja transgênica em larga escala o meio ambiente ficou mais exposto ao glifosato.

Existe por parte de muitos um mito que o glifosato é um produto de baixo impacto.

No livro – Elaboração e análise de projetos de conservação e proteção ambiental de um curso de graduação de gestão ambiental lêem-se o seguinte:

Sempre que a legislação permitir, recomenda-se o controle de gramíneas através de herbicida de baixo, impacto como o glifosato. Além de praticamente não apresentar riscos de contaminação da água e do solo ...

Será que isto realmente é verdade?

Após ver a reportagem fiz uma pesquisa sobre o impacto do glifosato no meio ambiente e á saúde das pessoas.


Sobre o impacto do uso do glifosato no meio ambiente Yamada (2007, p.2) observou:

[...] tem observado em campo: a generalizada perda da raiz pivotante na cultura da soja – tanto na convencional como na RR – e a constatação de que o fenômeno é mais comum quando o intervalo de tempo entre a dessecação e a semeadura da soja é breve, ou seja, menos que 1 semana.

Cakmak (2007, p.5) em regiões com uso extensivo do glifosato tem observado:

Reduções no crescimento e na produtividade das culturas; Aumento nos problemas de doenças; Aumento no uso de inseticidas e fungicidas; Inibição da fixação biológica de nitrogênio; Aumento no uso de fertilizantes foliares com micronutrientes; Sintomas de deficiências de micronutrientes

Os artigos e outras informações mais podem ser conferido:


Em artigo intitulado Efeitos nocivos do glifosato de Frei Sergio Görgen, deputado estadual e o Engenheiro Agrônomo Enio Guterres - colocam:

Na degradação do glifosato um dos seus subprodutos – um metabólito – chamado AMPA é mais nocivo que o próprio glifosato e foi encontrado em carpas 90 dias após a aplicação do herbicida.
Os produtos à base de glifosato são altamente tóxicos para pessoas e animais. Entre os sintomas mais comuns citam-se irritação nos olhos e pele, dor de cabeça, náuseas, entorpecimento, elevação da pressão arterial, palpitações e alergias agudas e crônicas.

Estudos laboratoriais também detectaram efeitos adversos como reprodutivo, carcinogenicidade e Mutagenicidade.


Nesta mesma página tem um link de acesso a um documento intitulado GLYPHOSATE (ROUND UP) onde podemos encontrar:

Embora a comercialização de herbicidas à base de glyphosate seja liberada, estudos laboratoriais detectaram efeitos adversos em todas as categorias de testes toxicológicos. Entre estes incluem-se toxicidade a médio prazo (lesões em glândulas salivares), toxicidade a longo prazo (inflamações nas mucosas do estômago), danos genéticos (em células sanguíneas do corpo humano), efeitos reprodutivos (redução dos espermatozóides em ratos; maior frequência de espermatozóides anormais em coelhos), e carcinogenicidade (maior frequência de tumores no fígado de ratos e câncer de tiróide em ratas).

O glyphosate foi classificado pelo US Environmental Protection Agency como “extremamente persistente”, sendo registrada uma persistência superior a cem dias nos testes de campo em Iowa e Nova Iorque. O glyphosate foi detectado nos rios depois de ter sido aplicado em florestas e áreas urbana e agrícola.

O tratamento de glyphosate tem reduzido as populações de insetos benéficos, aves e pequenos mamíferos pela destruição da vegetação essencial para sua alimentação e habitat.

Em testes laboratoriais, o glyphosate aumentou a suscetibilidade das plantas às doenças e reduziu o crescimento das bactérias fixadoras de nitrogênio.

Em outra parte do artigo encontramos:

Na Califórnia, o estado com programa de monitorização mais completo das doenças causadas por pesticidas, os herbicidas à base de glyphosate foram a terceira causa de doença mais comum reportada entre os trabalhadores agrícolas.


Em outra parte do trabalho algo alarmante porque se isto acontece nos EUA o que eles não estão fazendo em outros países ?

Em 1996, a Monsanto Co. negociou um acordo com o Secretário da Justiça de Nova York em que a empresa se comprometia a retirar certos dizeres enganosos sobre os produtos à base de glyphosate e a pagar US$ 50,000,00 em custos. 98 Dizeres como “o glyphosate é mais inofensivo que o sal de cozinha”98, é seguro para as pessoas, animais domésticos e o meio ambiente, e degrada ”logo após a aplicação”98 foram proibidos pelo Secretário de Justiça porque violavam a legislação federal sobre Pesticidas (Federal Insecticide, Fungicide and Rodenticide Act – FIFRA).98De acordo com o Secretário, a Monsanto foi autada sob a acusação de “propaganda enganosa”

Este foi um trabalho publicado Journal of Pesticide Reform/Fall 1998- vol. 18, no. 3 Northeast Coalition for Alternatives to Pesticides P.O. Box 1393, Eugene, Oregon 97440 / (541) 344-5044 e traduzido por Nicoleta T.N. Sabetzki / Estação Experimental de Itajaí-Epagri e no link acima poderá ter acesso ao trabalho completo.

Em outro artigo intitulado Glifosato Danado publicado por Daniel Galvalizi encontramos:

É um mito o dano causado por este herbicida? "Delirium tremens de alguns ecologistas ou uma verdade científica que procura ser apagada por interesses econômicos? Então, nesta primeira parte de um relatório especial de dois artigos, Opinião Sul Jovemprocura esclarecer as dúvidas e trazer alguma clareza para uma questão séria que merece atenção.


Em um artigo de Antonio Inácio Andrioli publicado na Revista Espaço Acadêmico N. 51 em Agosto de 2005 intitulado O Roundup, o câncer e o crime do “colarinho verde” coloca:

Os relatos demonstram a agressividade de uma estratégia de vendas reforçada pela euforia dos resultados iniciais da soja transgênica com relação à facilidade no controle dos assim chamados inços em lavouras no Rio Grande do Sul e à redução da penosidade do trabalho em função da substituição da atividade da capina pelo uso intensivo de herbicida. Diante de tais práticas e métodos de “insistência técnica”, quando extensionistas rurais assumem a função de vendedores de agrotóxicos e são remunerados proporcionalmente à venda do produto, a recusa e a desconfiança de muitos agricultores com relação à tecnologia “moderna” é compreensível. Em muitos casos, essa desconfiança e a falta de acesso à informação científica conduzem os agricultores ao uso indiscriminado e inadequado de agrotóxicos, um dos diagnósticos mais comuns quando se procura identificar as causas do problema. O que raramente se discute é a razão pela qual os agricultores aplicam agrotóxicos, e como têm acesso aos produtos e às informações com relação à sua utilização. Se a exposição de seres humanos a altas doses de agrotóxicos é um problema real na agricultura, seria sensato alertar os agricultores para os efeitos nocivos dos produtos ao invés de propagandear seus benefícios. Nesse aspecto, o caso da soja transgênica é ilustrativo, pois o uso indiscriminado de glifosato vem sendo estimulado de forma criminosa com o objetivo de aumentar suas vendas, sob a alegação de que ele é “inofensivo à saúde humana e ao meio ambiente”. Mas, até que ponto essa informação é verdadeira?

Em outra parte o professor coloca:

O efeito do glifosato no organismo humano é cumulativo e a intensidade da intoxicação depende do tempo de contato com o produto. Os sintomas de intoxicação previstos incluem irritações na pele e nos olhos, náuseas e tonturas, edema pulmonar, queda da pressão sangüínea, alergias, dor abdominal, perda de líquido gastrointestinal, vômito, desmaios, destruição de glóbulos vermelhos no sangue e danos no sistema renal. O herbicida pode continuar presente em alimentos num período de até dois anos após o contato com o produto e em solos por mais de três anos, dependendo do tipo de solo e clima. Como o produto possui uma alta solubilidade em água, sua degradação inicial é rápida, seguida, porém, de uma degradação lenta. Suas moléculas foram encontradas tanto em águas superficiais como subterâneas. A acumulação pode ocorrer através do contato das plantas com o herbicida (folhas, frutos) e seus efeitos mutantes podem ocorrer tanto em plantas como nos organismos dos consumidores. As plantas podem absorver o produto do solo, movendo-o e concentrando-o para partes utilizadas como alimento, com grandes variações.

Vale a pena ler o artigo completo do professor Antonio Inácio Andriolli acessando:


Para concluir ficam algumas indagações:

Ao liberar o plantio da soja transgênica em larga escala foi considerado o impacto do aumento do uso do glifosato ao meio ambiente e á saúde humana?

A liberação apenas ocorreu por interesse comercial?

A rotulagem no Brasil esta funcionando?

E quem ganha com isto: Governo isenta empresas de monitorar efeitos dos transgênicos -

http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRVVONlYHZETTxGahN2aKVVVB1TP


Atualização em 15/11/2011

Para saber mais:

Buscando promover um espaço para a análise acadêmica e a reflexão científica sobre o estado da saúde em cidades-pulverizadas, bem como ouvir e apoiar os profissionais de saúde que vêm denunciando estes problemas, a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nacional de Córdoba promoveu em agosto deste ano o Primeiro Encontro Nacional de Médicos em Cidades-Pulverizadas. Médicos, outras equipes de saúde e pesquisadores de diferentes disciplinas atuando no país foram chamados a apresentar suas experiências, dados, propostas e trabalhos científicos. O evento reuniu mais de 160 participantes de dez estados e de seis universidades federais.

Acessehttp://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/novo-relatorio-confirma-incidencia-maior-de-cancer-e-bebes-malformados-em-regioes-de-producao-de-soja-transgenica/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje

A doutora em biologia Delia Aiassa, do grupo de Genética e Mutagênese Ambiental, do Departamento de Ciências Naturais da Universidade Río Cuarto, lidera uma equipe que investiga o impacto do glifosato na saúde. A especialista recordou que a exposição a este herbicida pode provocar asma, bronquite crônica, irritação na pele e nos olhos, danos nos rins, fígado e no sistema nervoso, câncer, problemas de desenvolvimento em crianças e defeitos congênitos. Também alerta para maior risco de as grávidas sofrerem abortos espontâneos, bem como para problemas de fertilidade nos homens.

Veja:
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/12/quando-chove-veneno.html


PARA APROFUNDAR:

O herbicida Roundup é perigoso, inclusive em doses mínimas, segundo estudo

http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/03/o-herbicida-roundup-e-perigoso.html

sábado, 12 de novembro de 2011

O uso de agrotóxicos no Brasil


O Caminhos da Reportagem aborda o uso de agrotóxicos no Brasil, país que mais consome defensivos agrícolas no mundo, um bilhão de toneladas por ano. A edição mostra que a utilização indiscriminada desse produto vem se tornando um risco para a saúde da população residente em torno das plantações.

A equipe de reportagem visita a maior região produtora de grãos do país, o Mato Grosso. Ali, pesquisadores identificaram essas substâncias no ar, nas águas e até na chuva. Já no Ceará, as plantações de fruticultura, onde o veneno é pulverizado, contaminam a água consumida pela comunidade. Foram encontrados agrotóxicos em excesso também nos alimentos que chegam à mesa do brasileiro.

No programa, especialistas alertam para os perigos do uso e mostram alternativas sustentáveis para a produção de alimentos com mais segurança. E, ainda, propriedades que se dedicam à produção de alimentos orgânicos e experiências desenvolvidas no Brasil como a fabricação de um agrotóxico biológico.

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Médico especialista e doutor em saúde publica Vanderlei Pignati comprovou a contaminação por agrotóxicos em duas regiões do estado.
A equipe encontrou contaminação de agrotóxico em excesso na água usado no campo e na cidade.

Até chuva foi considerada tóxica.
80% dos poços artesianos estão contaminados com 3-12 tipos de agrotóxicos diferentes.


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O Brasil consome agrotóxicos que em paises de origem são proibidos.
Lavar alimentos remove os agrotóxicos?
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Hortas em pequeno espaço

Como fazer uma horta de ervas aromáticas em vasos

Aprenda a cultivar um pomar em casa