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domingo, 20 de novembro de 2011

O “S” que falta no PAC



Quer um exemplo disso? Aí vai: Segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha sobre o novo Código Florestal Brasileiro, 85 % dos entrevistados prefere “priorizar a proteção das florestas e rios mesmo que, em alguns casos, isso prejudique a produção agropecuária.” No entanto, o que está acontecendo é um atropelo avassalador da bancada ruralista do Congresso Nacional, que tem aporte financeiro de poderosos empresários da agroindústria e da pecuária, para aprovar esse novo Código antiecológico a qualquer custo.


Veja o artigo completo:
O “S” que falta no PAC « #fiquedeolho:

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sábado, 19 de novembro de 2011

11 mitos sobre a Fome Global


Segundo o Programa Mundial de Alimentos, PMA, existem vários mitos sobre a fome no mundo. A agência da ONU ressalta que essas afirmações refletem um conjunto de ideias equivocadas sobre o problema, suas causas e soluções. Para mudar esses conceitos, o PMA relacionou os 11 mitos mais comuns e a realidade que eles mascaram.

Mito 1: Não há comida suficiente para alimentar a população mundial.

Realidade: Existe comida suficiente no mundo de hoje para que todos possam ter a nutrição adequada para uma vida saudável e produtiva. Entretanto, é preciso que a produção e a distribuição de alimentos seja mais eficiente, sustentável e justa. Isso significa apoiar pequenos agricultores – que são maioria nos países em desenvolvimento – e assegurar que eles tenham acesso adequado aos mercados para que possam vender seus produtos.


Mito 2: Resolver o problema da fome significa garantir que as pessoas tenham o suficiente para comer.

Realidade: Fome também envolve que tipo de alimento você come. Uma boa nutrição significa ter a combinação certa de nutrientes e calorias necessárias para um desenvolvimento saudável. Isso é muito importante, principalmente para bebês, mulheres grávidas e crianças.


Mito 3: Secas e outros desastres naturais são os culpados pela fome.

Realidade: Comunidades que constroem sistemas de irrigação e de armazenamento e estradas para conecta-las ao centros comerciais melhoram suas colheitas. E então, essas pessoas conseguem sobreviver mesmo em tempos de seca. A natureza é apenas um dos fatores que influenciam a fome. A proporção das crises alimentares que tem relação com causas humanas mais que dobraram desde 1992. Conflitos muitas vezes estão no coração das piores crises alimentares do mundo atual.


Mito 4: A fome existe quando não há comida em supermercados.

Realidade: As pessoas podem passar fome mesmo quando há muita comida ao redor. Muitas vezes, o problema é uma questão de acesso: falta de condições financeiras para comprar comida ou impossibilidade de ir até os mercados locais. Uma maneira de ajudar é por meio de transferências de dinheiro ou cupons eletrônicos, que dão às pessoas a habilidade para comprar comida.


Mito 5: Todas as pessoas que passam fome vivem na África.

Realidade: No mundo, 1 bilhão de pessoas estão famintas e mais da metade vive na Ásia e no Pacífico. A fome também é um problema relevante nos Estados Unidos, onde 50 milhões de americanos enfrentam a insegurança alimentar.


Mito 6: Muitas pessoas estão famintas no meu país para eu me preocupar com a fome em outras nações.

Realidade: Uma a cada sete pessoas no mundo não tem o que comer, o que significa que uma a cada sete não pode criar, estudar ou atingir os seus potenciais. Isso afeta a todos. A fome diminui os progressos em áreas importantes que conectam nações, como a segurança.


Mito 7: Não é fácil prever a fome e não é possível se preparar para ela.

Realidade: Existem ferramentas para monitorar e prever tendências na produção alimentar, assim como para os preços dos alimentos. Por exemplo, o Sistema Antecipado de Alerta da Fome faz uma análise dos fatores meteorológicos e econômicos e avisa onde há a possibilidade das pessoas passarem fome.


Mito 8: A fome é basicamente um problema de saúde

Realidade: O problema afeta também a educação e a economia. Crianças com fome sofrem para ter um foco, aprender ou até mesmo, frequentar a escola. Sem educação, é muito mais difícil para eles crescerem e contribuirem para a economia nacional. Um estudo feito na Guatemala concluiu que meninos que receberam comida fortificada antes dos três anos de idade acabaram por receber salários 46% maiores


Mito 9: As pessoas só ficam famintas durante emergências ou desastres

Realidade: As emergências são responsáveis por apenas oito por cento da fome mundial. Quase um bilhão de pessoas estão famintas em todo o globo. Por isso, projetos de longo prazo, como programas de refeições escolares são tão importantes.


Mito 10: Há outras questões globais mais urgentes que a fome

Realidade: Quando as populações estão famintas, as economias sofrem, as pessoas entram em conflitos e os agricultores não conseguem fazer suas plantações crescerem de forma eficaz. É preciso combater a fome para que seja possível resolver questões ambientais, econômicas e de segurança.


Mito 11: Não há nada que possamos fazer para ajudar os que passam fome

Realidade: Há muito que pode ser feito, mesmo enquanto indivíduos. Organizações como o Programa Mundial de Alimentos precisa de apoio constante e esforços para sensibilizar as comunidades locais.

Fonte:
11 mitos sobre a Fome Global | PAM | Organização das Nações Unidas Programa Mundial de Alimentos - Fome de combate Worldwide:

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Agenda para a sustentabilidade das cidade




Plataforma Cidades sustentáveis

Esta Plataforma foi inspirada nos compromissos de Aalborg (Dinamarca), um pacto político com o desenvolvimento sustentável que já foi assinado por mais de 650 municípios, principalmente europeus. 

Os compromissos consideram a participação da comunidade local na tomada de decisões, a economia urbana preservando os recursos naturais, a equidade social, o correto ordenamento do território, a mobilidade urbana, o clima mundial e a conservação da biodiversidade, entre outros aspectos relevantes.

Diante das diferenças entre as realidades brasileira e europeia, foram agregados dois novos eixos temáticos: Educação para a Sustentabilidade e Qualidade de Vida; e Cultura para a Sustentabilidade.

Assim como, pela mesma razão, foram feitas outras mudanças em itens dos compromissos propostos.
A plataforma, estruturada como uma agenda de ações e iniciativas, propõe um futuro sustentável para as nossas comunidades.

 O ideal a ser atingido é a construção de cidades inclusivas, prósperas, criativas, educadoras, saudáveis e democráticas, que proporcionem uma boa qualidade de vida aos cidadãos e que permitam a participação da sociedade em todos os aspectos relativos à vida pública.

As pressões conjuntas da globalização econômica e do desenvolvimento tecnológico, assim como alterações econômicas profundas e com ameaças e riscos, naturais e humanos, para as nossas comunidades 
e recursos, nos colocam os desafios de criar empregos numa economia baseada no conhecimento, combater a pobreza e a exclusão social, assegurar uma proteção efetiva do ambiente, reduzir a nossa pegada ecológica, responder às alterações demográficas e garantir a diversidade cultural, além de evitar  conflitos e manter a paz nas diversas comunidades brasileiras.

Temos a responsabilidade de assegurar o desenvolvimento sustentável e, ao mesmo tempo, responder aos desafios em cooperação com outros níveis de governo. Para isso, precisamos adotar uma abordagem mais efetiva e integrada nas políticas locais e regionais, compatibilizando os objetivos ambientais, sociais, políticos, culturais e econômicos. E garantir que esforços para melhorar a qualidade de vida local não ponham em risco a qualidade de vida de pessoas noutras partes do mundo ou das gerações futuras.

As administrações municipais são, no dia-a-dia, o nível de governo mais próximo dos cidadãos brasileiros.

Os prefeitos têm a oportunidade única de influenciar comportamentos sociais e individuais no sentido da sustentabilidade, por meio da educação e de campanhas de sensibilização.


A Plataforma Cidades Sustentáveis é uma ferramenta para:

- Assumir esses desafios e aceitar as responsabilidades; 

- Elaborar políticas públicas para a sustentabilidade;

- Traduzir a perspectiva comum para um futuro sustentável em metas concretas de sustentabilidade e em  ações integradas nos níveis locais, regionais e nacional;

- Selecionar prioridades apropriadas às realidades e necessidades locais e regionais, que deverão ter em atenção o respectivo impacto global;

- Promover processos locais e regionais participativos, no sentido de identificar metas específicas e horizontes temporais para monitorar os resultados alcançados.

Para conhecer mais acesse: http://www.cidadessustentaveis.org.br/

Programa Cidades Sustentáveis - 2



Metade da humanidade vive atualmente nas cidades. Em 2030, serão 60% os que moram nessas regiões
e, em 2050, o total deverá estar em 70%. No Brasil, a população urbana chega a 85%. E, na medida em
que as cidades vão crescendo em tamanho e população, aumenta também a dificuldade de se manter o
equilíbrio espacial, social e ambiental.

O Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para
que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável.

São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam com a sustentabilidade, será
necessário o envolvimento de cidadãos, organizações sociais, empresas e governos.

Para conhecer o programa acesse:
Programa | Programa Cidades Sustentáveis:

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Programa Cidades Sustentáveis - 1

Ideias e iniciativas interessantes a ser compartilhadas e aplicadas.


Cidades 100% Sustentável na Alemanha.

Cidades Ecológicas


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)


O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson. A letra fala de desmatamento, sobre pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.

O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta.

Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.

Vejam, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson.

Filmado em África, Amazónia, Croácia e New York.

Fonte:http://sorisomail.com/partilha/12091.html







terça-feira, 15 de novembro de 2011

Globo Repórter - Agrotóxicos podem causar doenças como depressão, câncer e infertilidade






Mas qual é o mal que os agrotóxicos podem causar? A lista de doenças é enorme. “Depressão, má formações congênitas, alguns tipos de câncer como leucemia e tumores de cérebro, transtornos da imunidade, alterações na qualidade dos espermatozóides”, lista o epidemiologista Sérgio Koifman, da Fiocruz.

Agrotóxicos também podem causar infertilidade, uma revelação para o produtor orgânico José Bassit. “Minha esposa não conseguia engravidar. Aí eu vi que alguma coisa estava errada”, conta.

Após sete anos em contato direto com pesticidas, hoje ele está convencido de que a culpa foi do veneno. José revela que tinha certeza de que era fértil e possuía até uma prova: “tinha um exame. No começo, era normal. Depois de três anos, a fertilidade foi caindo e, depois de sete anos, eu já não tinha mais espermatozóides vivos”, revela.

Para ver a reportagem completa:

Globo Repórter - Agrotóxicos podem causar doenças como depressão, câncer e infertilidade:

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Novo Código Florestal estabelece pagamento por serviços ambientais

O relatório apresentado pelo senador Luiz Henrique propõe programas de incentivos à preservação e recuperação do meio ambiente. O texto prevê mecanismos de premiação e remuneração aos produtores rurais por serviços de proteção ambiental, que na prática são benéficos à sociedade em geral.  Segundo o relator, “o tempo comprovou que os sistemas de comando e controle, isoladamente, não têm sido capazes de deter o desmatamento ilegal”.
Para o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), presidente da CCT, “isso [os pagamentos por serviços ambientais] representa um grande avanço para a existência de incentivos econômicos e financeiros vinculados à floresta, e também para reconhecer e valorizar os agricultores que têm compromisso com o meio ambiente”.


Você sabe o que é serviços ambientais?


Assista aos vídeos abaixo para ficar por dentro e participar desta discussão:
 Programa exibido pelo Globo Rural demonstrando como funciona o pagamento por serviços ambientais de Bapaendi

Parte 1/4



Parte 2/4


Parte 3/4



Parte 4/4

PARA SABER MAIS:

SEMINÁRIO SOBRE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS