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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Os benefícios dos agrotóxicos no ‘Mundo de Veja’.


Artigo de Flavia Londres (*)

A revista Veja publicou uma matéria buscando “esclarecer” os brasileiros sobre os alegados “mitos” que vêm sendo difundidos sobre os agrotóxicos desde a divulgação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), dos dados Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos referentes ao ano 2010. A revista se propõe a tranquilizar a população, certamente alarmada pelo conhecimento dos níveis de contaminação da comida que põe à mesa.
Os entrevistados na matéria são conhecidos defensores dos venenos agrícolas, alguns dos quais com atuação direta junto a indústrias do ramo – como é o caso do Prof. José Otávio Menten, que já foi diretor executivo da ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que reúne as empresas fabricantes de veneno.
A revista afirma que chamar os venenos da agricultura de “agrotóxicos” seria uma imprecisão ultrapassada e injustamente pejorativa, alertando os leitores que “o certo” seria adotar o termo “defensivos agrícolas”. Não menciona que a própria legislação sobre a matéria refere-se aos produtos como agrotóxicos mesmo.
A Veja passa então para a relativização dos resultados apresentados pelo relatório do Programa de Análise, elaborado pela Anvisa, fundamentalmente minimizando a gravidade da presença de resíduos de agrotóxicos acima dos limites permitidos. Para isso, cita especialistas alegando que os limites seriam “altíssimos”, e que, portanto, quando “um pouco ultrapassados”, não representariam qualquer risco para a saúde dos consumidores.
A verdade é que a ciência que embasa a determinação desses limites é imprecisa e fortemente criticada. Evidência disso é o fato de os limites comumente variarem ao longo do tempo – à medida que novas descobertas sobre riscos relacionados aos produtos são divulgadas, os limites tendem a ser diminuídos. Os limites “aceitáveis” no Brasil são em geral superiores àqueles permitidos na Europa – isso pra não dizer que aqui ainda se usa produtos já proibidos em quase todo o mundo.
A revista também relativiza os riscos de longo prazo para a saúde dos consumidores, bem como os riscos para os trabalhadores expostos aos agrotóxicos nas lavouras. Mesmo diante de tantas provas, a Veja alega que, não haveria comprovações científicas nesse sentido.
A reportagem termina tentando colocar em cheque as reais vantagens do consumo de alimentos orgânicos, a eficácia dos sistemas de certificação e mencionando supostos “riscos” do consumo de orgânicos. A revista alega que esses alimentos “podem ser contaminadas por fungos ou por bactérias como a salmonela e a Escherichia coli.” Só não esclarece que, ao contrário dos resíduos de agrotóxicos, esses patógenos – que também ocorrem nos alimentos produzidos com agrotóxicos – podem ser eliminados com a velha e boa lavagem ou com o simples cozimento.
Da revista Veja, sabemos, não se poderia esperar nada diferente. Trata-se do principal veículo de comunicação da direita conservadora e dos grandes conglomerados multinacionais no País. Mas podemos destacar que a publicação desse suposto “guia de esclarecimento” revela que o alerta sobre os impactos do modelo da agricultura industrial está se alastrando e informações mais independentes estão alcançando mais setores da população – ao ponto de merecerem tentativa de desmentido pela Veja e pela indústria.

Flavia Londres é engenheira agrônoma e consultora da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia.

 Publicado originalmente em: http://www.ecodebate.com.br/2012/01/20/os-beneficios-dos-agrotoxicos-no-mundo-de-veja-artigo-de-flavia-londres/

Flávia Londres lança o livro “Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida”
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/10/campanha-contra-os-agrotoxicos-ganha.html



Para saber mais:


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA RESPONDE A REVISTA VEJA.

http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/02/associacao-brasileira-de-ecologia.html

Para entender:
Reportagem da Veja defendendo o uso dos agrotóxicos
http://apps.facebook.com/materiaveja/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Agrotóxicos neonicotinóides: A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta


Enquanto a companhia alemã Bayer continuar fabricando e vendendo agrotóxicos neonicotinóides, populações de abelhas no mundo todo serão mortas.
A reportagem é publicada pelo sítio Pratos Limpos , 23-12-2012.

É responsabilidade da Bayer o fenômeno conhecido como transtorno do colapso de colônias (CCD) – problema da mortalidade de colônias de abelhas – e está inserido entre os casos que serão apresentados de 3 a 6 de dezembro, no Tribunal Permanente dos Povos (TPP), em Bangalore (Índia) durante a sessão que processará as seis maiores multinacionais agroquímicas por violações dos direitos humanos.
“A morte das abelhas é um problema global e é fundamental discutir este tema e encontrar soluções internacionalmente. É um bom sinal que o TPP, como uma iniciativa global, aborde este tema, que é um problema ambiental e uma ameaça econômica”, disse Philipp Mimkes, porta-voz da Coalizão contra os perigos da Bayer, um grupo com sede na Alemanha.
Mimkes revelou que os imidaclopride (Gaucho) e clotianidina (Poncho) são os pesticidas mais vendidos da Bayer, apesar destes produtos, conhecidos como neonicotinóides, estarem ligados à morte de colônias de abelhas.
Em 2010, as vendas do Gaucho alcançaram a cifra de US$ 820 milhões e do Pancho US$ 260 milhões. Gaucho ocupa o primeiro lugar entre os agrotóxicos vendidos pela Bayer, enquanto o Pancho está em sétimo lugar. “Esta é a razão da Bayer, apesar dos graves prejuízos ambientais, lutar com unhas e dentes contra qualquer proibição na aplicação dos neonicotinóides”, afirma Mimkes.
Na Europa, em vários países o uso dos neonicotinóides foram proibidos. Na Alemanha, Itália, França e Eslovênia o Gaucho foi proibido no tratamento das sementes de milho, que é sua principal aplicação. No entanto, sua utilização é livre em vários países, incluindo os EUA, onde desde 2006, um terço da população de abelha já morreu.
As abelhas polinizam mais de 70, entre 100, culturas que fornecem 90% de alimentos do mundo. Entre frutas e vegetais, estão, por exemplo, as maçãs, laranjas, morangos, cebolas e cenouras. O declínio na população de abelhas tem efeitos devastadores para a segurança alimentar e é meio de subsistência dos agricultores. Além disso, pode afetar o valor nutricional e a variedade de nossos alimentos.

Diminuição das populações de abelhas
O termo CCD é utilizado para descrever a drástica diminuição das populações de abelha no mundo, que começou na década de 1990 – mesmo período em que os neonicotinóides entraram no mercado. Em 1994, a população de abelhas começou a morrer na França e mais tarde na Itália, Espanha, Suíça, Alemanha, Áustria, Polônia, Inglaterra, Eslovênia, Grécia, Bélgica, Canadá, EUA, Brasil, Japão e Índia.
Os neonicotinóides são uma classe de pesticidas que estão quimicamente relacionados com a nicotina. Eles são absorvidos pelo sistema vascular da planta e são liberados através das gotas de pólen, néctar e água que as abelhas se alimentam.
Embora o CCD seja causado, provavelmente, por vários fatores, incluindo estresse em função da apicultura industrial e a perda de seu habitat natural, muitos cientistas acreditam que a exposição aos pesticidas é um dos fatores mais críticos. Os neonicotinóides são de interesse particular por ter efeito cumulativo e subletais sobre as abelhas e outros insetos polinizadores. Estes efeitos incluem transtornos do sistema neurológico e imunológico refletidos aos sintomas observados nas mortes de abelhas.
O CCD tem um sério impacto sobre a economia dos apicultores de todo o mundo. Nos EUA, o volume dos negócios ligados a abelhas é de US$ 15 bilhões e as perdas em função do CCD são estimadas em 29 a 36% por ano.
Em 1991, a Bayer começou a produzir o imidadoprid, que é o mais utilizado em culturas de hortaliças, girassol e, especialmente, em milho. Em 1999, no entanto, a França proibiu o imidadoprid, após constatar que um terço das abelhas morreu após sua utilização. Cinco anos depois, também foi proibido no tratamento do milho.
A Bayer agora produz a clotiadina, uma sucessora do imidadoprid. Entrou no mercado americano em 2003 e no alemão em 2006. A clotiadina também é um neonicotinóides e altamente tóxico às abelhas.
Um estudo recente das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) descreveu que os pesticidas da Bayer imidacloprid e clotiadina colocam em risco diversos animais como gatos, peixes, ratos, coelhos, pássaros e minhocas. “Os estudos de laboratório demonstraram que estes produtos químicos podem causar a perda de direção, afetar a memória e o metabolismo cerebral e levar à mortandade”, revela o informe da Pnuma.
Devido ao seu alto grau de persistência, os neonicotinóides podem permanecer no solo durante vários anos. Os cultivos onde foram utilizados agrotóxicos anteriormente podem levar as toxinas para o solo através de suas raízes.
Em 2008 em Baden-Wuerttemberg, sul da Alemanha, morreram dois terços da população de abelhas após a clotianidina ser aplicada no tratamento de sementes de milho. Isto levou a uma perda de 17 mil euros. Foi comprovado que 99% das abelhas mortas continham clotianidina. As mariposas e outros insetos também morreram.

Pressão para deter os neonicotinóides
Segundo Mimkes, o grupo “está fazendo campanha contra os neonicotinóides desde 1997, quando os riscos ainda eram praticamente desconhecidos pelo grande público. É preciso pressionar para que a Bayer pare a fabricação e comercialização desses pesticidas, que são responsáveis pelos danos causados ao meio ambiente e por prejuízos econômicos.
A novidade mais importante é que hoje em dia há milhares de informações, artigos e estudos do mundo todo sobre a correlação da exposição aos agrotóxicos, tais como os imidacloprid e clotiadina, e o declínio geral das abelhas. Apicultores e os grupos ecologistas em muitos países estão ativos e pressionando os governos e as autoridades para protegerem as abelhas”, disse.
Os ativistas recolheram 1,2 milhões de assinaturas para exigir que a clotianidina fosse retirada do mercado e elas foram apresentadas ao diretor geral da Bayer durante uma reunião de acionistas. O abaixo-assinado foi em função de uma nota interna dos EUA –agência de proteção ambiental (EPA) – que confirmou o risco que o agrotóxico representa para as abelhas e descreve que a Bayer apresentou estudos insuficientes.
Em 2003 a EPA solicitou que a Bayer apresentasse um estudo do ciclo de vida e os efeitos da clotianidina sobre as abelhas. A Bayer pediu mais tempo para terminar a pesquisa, continuou vendendo o produto e somente em 2007 apresentou o estudo.
Um memorando vazado diz que a EPA concedeu permissão a Bayer para realizar estudo sobre o óleo de canola, em vez do milho, uma distinção crucial já que a canola é um cultivo menor em comparação ao milho. Os testes foram realizados em terrenos pequenos e próximos uns aos outros.
A próxima reunião do TPP incluirá em sua acusação os governos e instituições que, em alguns casos, foram coniventes com as empresas transnacionais de agrotóxicos, violando o direito à vida, à saúde, entre outros direitos básicos.
Segundo Mimkes, “os PPT anteriores ajudaram a pressionar as empresas e esperamos que o próximo impulsione à campanha para deter a morte massiva de abelhas”.
O TPP tem raízes históricas nos tribunais sobre a guerra do Vietnã e nas ditaduras da América Latina. Em época mais recente à globalização corporativa, tem abordado e denunciado as multinacionais que operam acima das leis nacionais e cometem violações dos direitos humanos impunemente.
A próxima reunião do TPP terá como meta denunciar as transnacionais de agrotóxicos comoMonsanto, Syngenta, Bayer, Dow Chemical, DuPont, Basf e mais seis empresas ligadas ao controle de alimentos e do sistema agrícola.

Publicado originalmente em:
http://www.ecodebate.com.br/2012/01/16/agrotoxicos-neonicotinoides-a-bayer-continua-matando-abelhas-em-todo-o-planeta/

Para saber  mais:
Documentário: O SILÊNCIO DA ABELHAS.

Documentário: O Silêncio das Abelhas


Se as abelhas  desaparecessem   da face da terra  a espécie humana teria apenas mais 04 anos de vida. Sem abelhas não há polinização, ou seja, sem plantas, sem animais, sem homens" . Albert Einstein.
Esta frase de Einstein em um primeiro momento pode parece exagerada - mas, serve como alerta sobre a importância das abelhas porque muitas espécies vegetais depende das abelhas para a polinização e reprodução.

Estima-se que 1/3 dos alimentos que consumimos são  são dependentes desses pequenos seres.

O documentário abaixo é um documentário americano que trata o fenômeno CCD - Colony Collapse Disorder - em que as abelhas desaparecem inexplicavelmente.

Valorizamos aquilo que conhecemos e por este motivo vale a pena ver o documentário abaixo:




PARA APROFUNDAR:
Agrotóxicos neonicotinóides: A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta


ONDE ESTÃO AS ABELHAS?


Ibama estuda proibir agrotóxicos nocivos às abelhas

Ibama reavalia substâncias de agrotóxicos nocivos a abelhas

Campanha mundial para a proteção das abelhas.

1.500 colônias de abelhas, a partir de uma comunidade no Hopelchen, Campeche, morreu esta sexta fevereiro da fumigação de OGM da Monsanto, em uma área próxima. Isso tem impactado diretamente mais de 50 famílias carentes, que recentemente sofreu uma safra de milho pobres devido à seca. A comunidade estava confiando em sua venda de mel orgânico para compensar a falta de milho. O mel actual deixada pelas abelhas também é perdido devido à contaminação de pesticidas e de pólen transgénico.

Como se alimentar bem sem prejudicar a saúde e o meio ambiente?


Como se alimentar bem sem prejudicar a saúde e o meio ambiente? Os alimentos orgânicos são uma alternativa para quem deseja investir em uma alimentação saudável. Neste programa você  vai conhecer melhor estes alimentos, saber o que são orgânicos, como a produção acontece e quais os benefícios para os consumidores.

Eureka - Alimentos orgânicos I - PUC TV



Eureka - Alimentos orgânicos II - Parte 1/2 PUC TV


Eureka - Alimentos orgânicos II - Parte 2/2 PUC TV

Globo Repórter - Alimentos Organicos.


O programa coloca as vantagens dos alimentos orgânicos e como cultivá-los  mesmo em pequenos espaços e os problemas provocados pelos agrotóxicos.




Para saber mais:

ALIMENTOS ORGÂNICOS: O SONHO DA AUTOSUFICIÊNCIA

http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2012/01/alimento-organico-o-sonho-da.html

ALIMENTOS ORGÂNICOS - PROGRAMA SEM CENSURA:

http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/09/alimentos-organicos.html

O VENENO ESTA NA MESA - SILVIO TENDLER
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/09/o-veneno-esta-na-mesa-de-silvio-tendler.html


Alimento orgânico: o sonho da autossuficiência

VEJA NOS VÍDEOS ABAIXO ALGUNS PRINCÍPIOS DA AGRICULTURA ORGÂNICA E DICAS PARA TER UMA HORTA EM CASA.




SAIBA COMO FAZER UMA  HORTA ORGÂNICA EM CASA OU APARTAMENTO


COMO FAZER UMA HORTA EM CASA?


domingo, 15 de janeiro de 2012

"Vamos Tirar o Planeta do Sufoco"



Vamos participar e colaborar - é muito simples. Independente da cidade ou estado em que estamos vamos tomar a iniciativa - pequenas atitudes e grandes diferenças...



Em Fernandópolis e outras 24 cidades da região, os supermercados estão gradualmente substituindo as sacolas descartáveis por reutilizáveis. A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco conscientiza os consumidores para a prática sustentável que a partir de 25 de janeiro começa a valer em todo o Estado. 

Em Fernandópolis o Supermercado Souza já participa da campanha, o que significa que, quando todos os consumidores de Fernandópolis aderirem à iniciativa, mais de 3 milhões de sacolinhas deixarão de poluir o meio ambiente todo mês. 

Em São José do Rio Preto as lojas dos supermercados Carrefour, Wal Mart, Pão de Açúcar, Laranjão, Proença, Maranhão, Tridico, Tome Leve, Peniel, Barradas, Pastorinho e JJ Supermercados, estão suspendendo gradualmente a distribuição e orientando o consumidor sobre a importância do fim do descarte irracional de sacolas. As sacolas descartáveis são feitas à base de petróleo (polietileno) e demoram em torno de 400 anos para se deteriorarem poluindo o meio ambiente. Quando todos os supermercados de Rio Preto aderirem a Campanha, serão mais de 25 milhões de sacolinhas a menos no lixo por mês. 

 
A supressão da distribuição de sacolas descartáveis é uma medida voluntária   dos supermercados em prol do meio ambiente. “Acreditamos que desta forma, em parceria com diversos setores da sociedade e o poder público, visando à conscientização do consumidor, teremos uma adesão concreta à esta iniciativa”, afirma o Diretor Regional da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Renato Gaspar Martins. 

Outras cidades que já colocaram a campanha em prática são Adolfo, Bady Bassit, Catiguá, Cedral, Cosmorama, Elisiário, Olímpia, Floreal, Guapiaçu, Ibirá, José Bonifácio, Mendonça, Mirassol, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nhandeara, Nova Granada, Palestina, Severínia, Uchoa, Urupês, Votuporanga,   São José do Rio Preto e Catanduva. 

A substituição das sacolas descartáveis será feita por sacolas reutilizáveis ou sacolas biodegradáveis, que serão vendidas a 0,19 centavos. “Toda a ação foi pensada para conscientizar a população sobre a necessidade de evitar o descarte de sacolas plásticas no meio ambiente, por serem a causa de entupimentos de bueiros, enchentes e asfixia de animais”, lembra Renato Martins. 

Em todo o Estado de São Paulo, a campanha terá início a partir do dia 25 de janeiro. A data foi escolhida porque é o aniversário da cidade de São Paulo, a maior cidade brasileira, com grande volume de supermercados e onde está localizada a sede da APAS e das principais redes de supermercados do país. 

A Campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco está alinhada com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que obriga toda a sociedade brasileira a rever seus conceitos sobre a questão do lixo. A APAS iniciou a campanha pela substituição das sacolas, mas este é só o início de um projeto mais amplo que envolve inclusive o estímulo aos supermercadistas de adotarem posturas   sustentáveis até na construção da loja. O Guia da Loja Verde por exemplo, é uma publicação inédita do setor, e dá dicas de projetos economicamente viáveis para os empresários.)



 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Impactos do uso de agrotóxicos

Entrevista com Wanderlei Pignati, médico e doutor na área de toxicologia que fala sobre o uso abusivo dos agrotóxicos.