Seja Bem Vindo!!! O objetivo desse blog é compartilhar informações, videos, reflexões que auxiliem as pessoas a compreender melhor a importância de se relacionar bem com a natureza.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Lixão x Aterro
De
acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em
2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos
domiciliares e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõe seus resíduos em lixões.
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado
e aterro sanitário?
Um lixão é uma área de disposição final de
resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum
sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que
escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes
para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o
lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e
adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica
exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais
negativas.
Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão
e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi
remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado
com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de
chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma
impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos
impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou
outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do
chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua
absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume
como uma estação de tratamento para este efluente.
Mas a disposição adequada
dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do
lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o
selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente.
Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será
contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD,
encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de
operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis
meses, quando a vazão e os
parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será
encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro
sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo,
não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.

No vídeo abaixo uma reportagem para compreender melhor o que é um aterro sanitário:
Recordando que 03 de agosto de 2014 e a data limite para o fim dos depósitos a céu aberto - os populares lixões. O prazo foi estabelecido pela "Lei do Lixo" - art 54 da Politica Nacional de Resíduos Sólidos.
Fonte: http://www.lixo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=144&Itemid=251
VEJA TAMBÉM:
VEJA TAMBÉM:
Lixo Extraordinario Documentário - Filme Completo
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/09/lixo-extraordinario-documentario-filme.html
Os benefícios dos agrotóxicos no ‘Mundo de Veja’.
Artigo de Flavia Londres (*)
A revista Veja publicou uma matéria buscando “esclarecer” os brasileiros sobre os alegados “mitos” que vêm sendo difundidos sobre os agrotóxicos desde a divulgação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), dos dados Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos referentes ao ano 2010. A revista se propõe a tranquilizar a população, certamente alarmada pelo conhecimento dos níveis de contaminação da comida que põe à mesa.
Os entrevistados na matéria são conhecidos defensores dos venenos agrícolas, alguns dos quais com atuação direta junto a indústrias do ramo – como é o caso do Prof. José Otávio Menten, que já foi diretor executivo da ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que reúne as empresas fabricantes de veneno.
A revista afirma que chamar os venenos da agricultura de “agrotóxicos” seria uma imprecisão ultrapassada e injustamente pejorativa, alertando os leitores que “o certo” seria adotar o termo “defensivos agrícolas”. Não menciona que a própria legislação sobre a matéria refere-se aos produtos como agrotóxicos mesmo.
A Veja passa então para a relativização dos resultados apresentados pelo relatório do Programa de Análise, elaborado pela Anvisa, fundamentalmente minimizando a gravidade da presença de resíduos de agrotóxicos acima dos limites permitidos. Para isso, cita especialistas alegando que os limites seriam “altíssimos”, e que, portanto, quando “um pouco ultrapassados”, não representariam qualquer risco para a saúde dos consumidores.
A verdade é que a ciência que embasa a determinação desses limites é imprecisa e fortemente criticada. Evidência disso é o fato de os limites comumente variarem ao longo do tempo – à medida que novas descobertas sobre riscos relacionados aos produtos são divulgadas, os limites tendem a ser diminuídos. Os limites “aceitáveis” no Brasil são em geral superiores àqueles permitidos na Europa – isso pra não dizer que aqui ainda se usa produtos já proibidos em quase todo o mundo.
A revista também relativiza os riscos de longo prazo para a saúde dos consumidores, bem como os riscos para os trabalhadores expostos aos agrotóxicos nas lavouras. Mesmo diante de tantas provas, a Veja alega que, não haveria comprovações científicas nesse sentido.
A reportagem termina tentando colocar em cheque as reais vantagens do consumo de alimentos orgânicos, a eficácia dos sistemas de certificação e mencionando supostos “riscos” do consumo de orgânicos. A revista alega que esses alimentos “podem ser contaminadas por fungos ou por bactérias como a salmonela e a Escherichia coli.” Só não esclarece que, ao contrário dos resíduos de agrotóxicos, esses patógenos – que também ocorrem nos alimentos produzidos com agrotóxicos – podem ser eliminados com a velha e boa lavagem ou com o simples cozimento.
Da revista Veja, sabemos, não se poderia esperar nada diferente. Trata-se do principal veículo de comunicação da direita conservadora e dos grandes conglomerados multinacionais no País. Mas podemos destacar que a publicação desse suposto “guia de esclarecimento” revela que o alerta sobre os impactos do modelo da agricultura industrial está se alastrando e informações mais independentes estão alcançando mais setores da população – ao ponto de merecerem tentativa de desmentido pela Veja e pela indústria.
Flavia Londres é engenheira agrônoma e consultora da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia.
Publicado originalmente em: http://www.ecodebate.com.br/2012/01/20/os-beneficios-dos-agrotoxicos-no-mundo-de-veja-artigo-de-flavia-londres/
Flávia Londres lança o livro “Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida”
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/10/campanha-contra-os-agrotoxicos-ganha.html
Para saber mais:
Flávia Londres lança o livro “Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida”
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com/2011/10/campanha-contra-os-agrotoxicos-ganha.html
Para saber mais:
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/02/associacao-brasileira-de-ecologia.html
Para entender:
Reportagem da Veja defendendo o uso dos agrotóxicos
http://apps.facebook.com/materiaveja/
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Agrotóxicos neonicotinóides: A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta
Enquanto a companhia
alemã Bayer continuar fabricando e vendendo
agrotóxicos neonicotinóides, populações de abelhas no mundo todo serão mortas.
A
reportagem é publicada pelo sítio Pratos Limpos , 23-12-2012.
É
responsabilidade da Bayer o fenômeno conhecido como transtorno
do colapso de colônias (CCD) –
problema da mortalidade de colônias de abelhas – e está inserido entre os casos
que serão apresentados de 3 a
6 de dezembro, no Tribunal Permanente dos Povos (TPP),
em Bangalore (Índia) durante a sessão que
processará as seis maiores multinacionais agroquímicas por violações dos
direitos humanos.
“A
morte das abelhas é um problema global e é fundamental discutir este tema e
encontrar soluções internacionalmente. É um bom sinal que o TPP,
como uma iniciativa global, aborde este tema, que é um problema ambiental e uma
ameaça econômica”, disse Philipp Mimkes, porta-voz da
Coalizão contra os perigos da Bayer, um grupo com sede na Alemanha.
Mimkes revelou que os imidaclopride (Gaucho)
e clotianidina (Poncho) são os pesticidas mais vendidos da Bayer, apesar destes
produtos, conhecidos como neonicotinóides, estarem ligados à morte de colônias
de abelhas.
Em
2010, as vendas do Gaucho alcançaram a cifra de US$ 820
milhões e do Pancho US$ 260 milhões. Gaucho ocupa o primeiro lugar entre os
agrotóxicos vendidos pela Bayer, enquanto o Pancho está em sétimo lugar. “Esta é a
razão da Bayer, apesar dos graves prejuízos ambientais, lutar com unhas e
dentes contra qualquer proibição na aplicação dos neonicotinóides”, afirma
Mimkes.
Na
Europa, em vários países o uso dos neonicotinóides foram proibidos. Na
Alemanha, Itália, França e Eslovênia o Gaucho foi proibido no tratamento das
sementes de milho, que é sua principal aplicação. No entanto, sua utilização é
livre em vários países, incluindo os EUA, onde desde 2006, um terço da
população de abelha já morreu.
As
abelhas polinizam mais de 70, entre 100, culturas que fornecem 90% de alimentos
do mundo. Entre frutas e vegetais, estão, por exemplo, as maçãs, laranjas,
morangos, cebolas e cenouras. O declínio na população de abelhas tem efeitos
devastadores para a segurança alimentar e é meio de subsistência dos
agricultores. Além disso, pode afetar o valor nutricional e a variedade de
nossos alimentos.
Diminuição das populações de abelhas
Diminuição das populações de abelhas
O
termo CCD é utilizado para descrever a
drástica diminuição das populações de abelha no mundo, que começou na década de
1990 – mesmo período em que os neonicotinóides entraram no mercado. Em 1994, a população de
abelhas começou a morrer na França e mais tarde na Itália, Espanha, Suíça,
Alemanha, Áustria, Polônia, Inglaterra, Eslovênia, Grécia, Bélgica, Canadá,
EUA, Brasil, Japão e Índia.
Os neonicotinóides são uma classe de
pesticidas que estão quimicamente relacionados com a nicotina. Eles são
absorvidos pelo sistema vascular da planta e são liberados através das gotas de
pólen, néctar e água que as abelhas se alimentam.
Embora
o CCD seja
causado, provavelmente, por vários fatores, incluindo estresse em função da
apicultura industrial e a perda de seu habitat natural, muitos cientistas
acreditam que a exposição aos pesticidas é um dos fatores mais críticos. Os
neonicotinóides são de interesse particular por ter efeito cumulativo e
subletais sobre as abelhas e outros insetos polinizadores. Estes efeitos
incluem transtornos do sistema neurológico e imunológico refletidos aos sintomas
observados nas mortes de abelhas.
O CCD tem um sério impacto sobre a
economia dos apicultores de todo o mundo. Nos EUA, o volume dos negócios
ligados a abelhas é de US$ 15 bilhões e as perdas em função do CCD são
estimadas em 29 a
36% por ano.
Em
1991, a Bayer começou a produzir o
imidadoprid, que é o mais utilizado em culturas de hortaliças, girassol e,
especialmente, em milho. Em
1999, no entanto, a França proibiu o imidadoprid, após constatar que um terço
das abelhas morreu após sua utilização. Cinco anos depois, também foi proibido
no tratamento do milho.
A Bayer agora produz a clotiadina, uma
sucessora do imidadoprid. Entrou no mercado americano em 2003 e no alemão em 2006. A clotiadina também é
um neonicotinóides e altamente tóxico às abelhas.
Um
estudo recente das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) descreveu que os pesticidas
da Bayer imidacloprid e clotiadina colocam em risco diversos
animais como gatos, peixes, ratos, coelhos, pássaros e minhocas. “Os estudos de
laboratório demonstraram que estes produtos químicos podem causar a perda de
direção, afetar a memória e o metabolismo cerebral e levar à mortandade”,
revela o informe da Pnuma.
Devido ao seu alto grau de persistência, os
neonicotinóides podem permanecer no solo durante vários anos. Os cultivos onde
foram utilizados agrotóxicos anteriormente podem levar as toxinas para o solo
através de suas raízes.
Em
2008 em Baden-Wuerttemberg, sul da
Alemanha, morreram dois terços da população de abelhas após a clotianidina ser
aplicada no tratamento de sementes de milho. Isto levou a uma perda de 17 mil
euros. Foi comprovado que 99% das abelhas mortas continham clotianidina. As
mariposas e outros insetos também morreram.
Pressão para deter os neonicotinóides
Pressão para deter os neonicotinóides
Segundo Mimkes,
o grupo “está fazendo campanha contra os neonicotinóides desde 1997, quando os
riscos ainda eram praticamente desconhecidos pelo grande público. É preciso
pressionar para que a Bayer pare a fabricação e comercialização desses
pesticidas, que são responsáveis pelos danos causados ao meio ambiente e por
prejuízos econômicos.
A novidade mais importante é que hoje em dia
há milhares de informações, artigos e estudos do mundo todo sobre a correlação
da exposição aos agrotóxicos, tais como os imidacloprid e clotiadina, e o declínio
geral das abelhas. Apicultores e os grupos ecologistas em muitos países estão
ativos e pressionando os governos e as autoridades para protegerem as abelhas”,
disse.
Os
ativistas recolheram 1,2 milhões de assinaturas para exigir que a clotianidina
fosse retirada do mercado e elas foram apresentadas ao diretor geral da Bayer
durante uma reunião de acionistas. O abaixo-assinado foi em função de uma nota
interna dos EUA –agência de proteção
ambiental (EPA) – que confirmou o risco que o agrotóxico
representa para as abelhas e descreve que a Bayer apresentou estudos
insuficientes.
Em
2003 a
EPA solicitou que a Bayer apresentasse um estudo do ciclo
de vida e os efeitos da clotianidina sobre as abelhas. A Bayer pediu mais tempo
para terminar a pesquisa, continuou vendendo o produto e somente em 2007
apresentou o estudo.
Um
memorando vazado diz que a EPA concedeu permissão a Bayer para realizar estudo sobre o
óleo de canola, em vez do milho, uma distinção crucial já que a canola é um
cultivo menor em comparação ao milho. Os testes foram realizados em terrenos
pequenos e próximos uns aos outros.
A
próxima reunião do TPP incluirá em sua acusação os
governos e instituições que, em alguns casos, foram coniventes com as empresas
transnacionais de agrotóxicos, violando o direito à vida, à saúde, entre outros
direitos básicos.
Segundo Mimkes,
“os PPT anteriores ajudaram a pressionar as empresas e esperamos que o próximo
impulsione à campanha para deter a morte massiva de abelhas”.
O TPP tem raízes históricas nos
tribunais sobre a guerra do Vietnã e nas ditaduras da América Latina. Em época
mais recente à globalização corporativa, tem abordado e denunciado as
multinacionais que operam acima das leis nacionais e cometem violações dos
direitos humanos impunemente.
A
próxima reunião do TPP terá como meta denunciar as transnacionais de
agrotóxicos comoMonsanto, Syngenta, Bayer, Dow
Chemical, DuPont, Basf e mais seis empresas ligadas ao
controle de alimentos e do sistema agrícola.
Publicado originalmente em:
http://www.ecodebate.com.br/2012/01/16/agrotoxicos-neonicotinoides-a-bayer-continua-matando-abelhas-em-todo-o-planeta/
Para saber mais:
Documentário: O SILÊNCIO DA ABELHAS.
http://www.ecodebate.com.br/2012/01/16/agrotoxicos-neonicotinoides-a-bayer-continua-matando-abelhas-em-todo-o-planeta/
Para saber mais:
Documentário: O SILÊNCIO DA ABELHAS.
Documentário: O Silêncio das Abelhas
Se as abelhas desaparecessem da face da terra a espécie humana teria apenas mais 04 anos de vida. Sem abelhas não há polinização, ou seja, sem plantas, sem animais, sem homens" . Albert Einstein.
Esta frase de Einstein em um primeiro momento pode parece exagerada - mas, serve como alerta sobre a importância das abelhas porque muitas espécies vegetais depende das abelhas para a polinização e reprodução.
Estima-se que 1/3 dos alimentos que consumimos são são dependentes desses pequenos seres.
O documentário abaixo é um documentário americano que trata o fenômeno CCD - Colony Collapse Disorder - em que as abelhas desaparecem inexplicavelmente.
Valorizamos aquilo que conhecemos e por este motivo vale a pena ver o documentário abaixo:
Esta frase de Einstein em um primeiro momento pode parece exagerada - mas, serve como alerta sobre a importância das abelhas porque muitas espécies vegetais depende das abelhas para a polinização e reprodução.
Estima-se que 1/3 dos alimentos que consumimos são são dependentes desses pequenos seres.
O documentário abaixo é um documentário americano que trata o fenômeno CCD - Colony Collapse Disorder - em que as abelhas desaparecem inexplicavelmente.
Valorizamos aquilo que conhecemos e por este motivo vale a pena ver o documentário abaixo:
PARA APROFUNDAR:
Agrotóxicos neonicotinóides: A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta
ONDE ESTÃO AS ABELHAS?
Ibama estuda proibir agrotóxicos nocivos às abelhas
Ibama reavalia substâncias de agrotóxicos nocivos a abelhas
Campanha mundial para a proteção das abelhas.
1.500 colônias de abelhas, a partir de uma comunidade no Hopelchen, Campeche, morreu esta sexta fevereiro da fumigação de OGM da Monsanto, em uma área próxima. Isso tem impactado diretamente mais de 50 famílias carentes, que recentemente sofreu uma safra de milho pobres devido à seca. A comunidade estava confiando em sua venda de mel orgânico para compensar a falta de milho. O mel actual deixada pelas abelhas também é perdido devido à contaminação de pesticidas e de pólen transgénico.
Como se alimentar bem sem prejudicar a saúde e o meio ambiente?
Como se alimentar bem sem
prejudicar a saúde e o meio ambiente? Os alimentos orgânicos são uma
alternativa para quem deseja investir em uma alimentação saudável. Neste
programa você vai conhecer melhor estes
alimentos, saber o que são orgânicos, como a produção acontece e quais os benefícios
para os consumidores.
Eureka - Alimentos orgânicos I - PUC TV
Eureka - Alimentos orgânicos II - Parte 1/2 PUC TV
Eureka - Alimentos orgânicos II - Parte 2/2 PUC TV
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