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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Programa De Frente Com Gabi - OS PESTICIDAS COMO FATOR DE RISCO PARA A CARCINOGÊNESE.


Programa De Frente Com Gabi de 28 de setembro de 2011, Marília Gabriela recebeu a Dra. Silvia Brandalise, médica oncologista que preside o Centro Boldrini, um hospital filantrópico e de ensino fundado por ela em Campinas.

Dra. Silvia se dedica a cuidar de crianças e jovens com câncer - câncer infantil, tarefa que realiza brilhantemente há mais de 40 anos.

 Ela vem ao programa para falar sobre sua história, sobre as dificuldades de sua profissão e também sobre os avanços da medicina oncológica.

Dra. Silvia coloca que os grandes fatores de riscos que esta sendo levantada são os poluentes ambientais – entre eles os pesticidas.

Os pesticidas são um dos grandes vilões porque eles quebram a cromátide dos genes  e é o primeiro passo para a carcinogênese.

O desrespeito ao meio ambiente e a qualidade dos alimentos, os aditivos como as anilinas que dão cor e a ingestão  maior de hormônios tanto na alimentação como, por exemplo, a carne de frango (granja) e o uso de anabolizante para o cultivo do corpo são apontados pela Dra. Silvia como fatores de riscos para leucemia, câncer de testículos etc.

Confira a entrevista.








Quer saber o que é cromátide?




PARA APROFUNDAR:

Pesquisa aponta aumento de danos no DNA de viticultores

Relatório do Código Florestal exclui regras para recompor beiras de rio.



O relator do projeto de reforma do Código Florestal, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), apresentou nesta quinta-feira (19) seu parecer sobre o projeto, com votação marcada para a próxima terça (24) no plenário da Câmara.

Ele retirou do texto aprovado no Senado percentuais mínimos de recuperação das áreas de preservação permanente (APPs) desmatadas nas margens de rios localizados dentro de propriedades rurais.

A recomposição, segundo esta última versão da proposta, dependeria de novo projeto de lei ou medida provisória, e incluiria a participação dos estados. A definição seria feita em até dois anos, dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

As regras gerais deste programa seriam estabelecidas pelo governo federal em até 180 dias após a aprovação da lei, mas as condições específicas ficariam a cargo dos estados.

"Caberá ao Poder Executivo, na definição dos critérios e parâmetros que nortearão o Programa de Regularização Ambiental, a fixação dessas faixas de proteção considerando as particularidades ambientais, sociais e econômicas de cada região", diz o relatório.

A mudança feita no relatório se aplica apenas às regras para quem precisar reflorestar as áreas de beira de rio, e que tenham sido desmatadas até julho de 2008. A recomposição é uma possibilidade de anistiar as multas aplicadas aos produtores que desmataram as APPs.

Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff suspendeu as multas por mais dois meses.

O projeto do novo Código Florestal estabelece que, após a sanção e posterior definição das regras para as APPs, os produtores assinem termo para a recomposição. Caso não reponham a vegetação num determinado prazo, deverão pagar multa. As multas ficam suspensas a partir do momento da sanção.

Já para as propriedades que não tenham que realizar a recomposição, por manterem a mata nativa, por exemplo, ficaram mantidos o mínimo de 30 metros e o máximo de 500 metros como tamanhos para as faixas de preservação, variando de acordo com a largura do rio.

Para ler a notícia completa acesse o link abaixo:

G1 - Relatório do Código Florestal exclui regras para recompor beiras de rio - notícias em Política:

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domingo, 15 de abril de 2012

COMO CONTROLAR A EROSÃO NO SOLO

Segundo os especialistas em gênese de solos, são necessários 10000 anos para a formação de 1 cm de solo desenvolvido de granito e calcula-se duzentos milhões de toneladas de terras são perdidas no Estado de São Paulo, todos os anos, por causa da erosão e da má conservação do solo.

A erosão é o arraste do solo

O solo perdido além de causar danos nas estradas provoca assoreamento dos rios e lagos

Junto ao solo são levados herbicida, fungicidas, inseticidas e minerais causando grande impacto ao meio ambiente.

A chuva é a principal causa da erosão e o cultivo inadequado estando o solo desprotegido de vegetação ou mesmo das práticas conservacionistas, o solo sofre uma desagregação com o impacto da gota de chuva, que depois arrasta-o, principalmente nos minutos iniciais da chuva.


Se o terreno possui cobertura vegetal, ocorrerá a diminuição do impacto da chuva porque este estará mais protegido, e a velocidade da chuva no solo será menor devido aos obstáculos e como conseqüência a erosão será menor porque as raízes darão sustentação mecânica ao solo.

As raízes mortas deixam canais dentro do solo onde a água pode infiltrar , e sobrará menos água para correr na superfície.

A figura abaixo representa bem esta realidade:
Origem da imagem: http://solonaescola.blogspot.com.br/2011/11/experimentos-6.html

O uso adequado do solo aliado a prática de conservação é de vital importância se levarmos em consideração que a terra também pertence as gerações futuras.


Na ânsia de ganhar dinheiro e acumular capital, o homem esquece sua condição de ser social e dos compromissos que tem para com a sociedade e a natureza. Na busca da riqueza fácil e imediata, sob o manto enganador do cumprimento de sua tarefa produtiva, segue imolando o solo, despreocupado com o futuro e deixando de lado o quanto é importante o papel da agricultura e do meio rural perante a captação e retenção da água no solo, como forma de armazenamento e de alimentação de inúmeros mananciais.
Com isso passa a explorar o solo inadequadamente, acelerando os processos erosivos, aumentando a degradação do meio ambiente e reduzindo drasticamente a qualidade e quantidade de água.

Esses é um pequeno trecho que o engenheiro agrônomo José Cezar Zoccal a escrever o livro Soluções – Caderno de Estudos em Conservação do Solo e Água volume 1: Adequação de Erosões – Causas, Conseqüências e Controle da Erosão Rural, publicado pela Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (CODASP), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.

O engenheiro agrônomo Zoccal, atual gerente regional da CODASP em Campinas-SP, disse na época em que escreveu o livro, que a obra se baseava no relato de experiências adquiridas nos 78 anos de trabalho da companhia (hoje a companhia tem 83 anos) na prestação de apoio técnico à atividade agrícola do Estado: “O livro apresenta os mecanismos que ocasionam a erosão e as técnicas corretas para evitá-la e controlá-la”.

Quando ocorre esse desgaste, 90% são removidos do local. “A água da chuva age sobre essa terra, que é arrastada para o fundo de vales, riachos e mananciais, resultando a poluição da água. Precisamos prevenir e corrigir essa conduta”, alerta o engenheiro.


Para reverter o problema, o livro destaca a importância da manutenção da cobertura vegetal e a adoção de práticas mecânicas, como remover o solo com equipamentos motores para “quebrar barrancos”. Com 60 páginas, o livro é didático e mostra fotos com experiências corretas e incorretas no combate na erosão. É destinado a ambientalistas, produtores rurais, professores, técnicos, estudantes e ao público interessado na área.

Para ter acesso ao livro clique no link abaixo:


Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=87035&c=5103&q=Livro+ensina+a+controlar+problema+da+eros%E3o

sábado, 14 de abril de 2012

"O governo é pré-histórico na questão ambiental"



Há alguns dias, importantes organizações da área ambiental divulgaram um documento com severas críticas ao primeiro ano do governo Dilma Rousseff no setor. Instituto Socioambiental, Fundação SOS Mata Atlântica e WWF, entre outras, classificam o atual período como o de “maior retrocesso da agenda socioambiental desde o fim da ditadura”. A acusação é endossada pelo biólogo e consultor João Paulo Capobianco, um dos mais respeitados ambientalistas do país. No governo Lula, Capobianco ocupou o segundo cargo mais importante do Ministério do Meio Ambiente, o de secretário-executivo. Saiu junto com a ministra Marina Silva e depois participou de sua campanha pela Presidência. Nesta entrevista, ele explica porque avalia tão mal os primeiros atos de Dilma no setor.


ÉPOCA – As organizações que militam na área de meio ambiente classificaram o primeiro ano do governo Dilma como “o maior retrocesso da agenda socioambiental desde o fim da ditadura”. O senhor concorda com isso?

João Paulo Capobianco – Concordo completamente. A agenda que envolve meio ambiente e a questão social do ponto de vista dos direitos de minorias, como índios e quilombolas, tem evoluído desde o fim da ditadura militar. É uma evolução permanente. Claro que as coisas nem sempre andaram como gostaríamos. A Lei da Mata Atlântica demorou 14 anos para ser aprovada. A Lei de Crimes Ambientais demorou 12 anos. Foi um conjunto de avanços sempre muito morosos. Mas foi uma agenda crescente. Nós não tivemos nesse período nenhum retrocesso na legislação. Tivemos demoras, dificuldades de implementação, mas inversão nós nunca tivemos. Estamos tendo agora. São modificações na legislação por iniciativa ou omissão do Executivo. Um exemplo é esse novo Código Florestal.


Veja a  entrevista na íntegra:



João Paulo Capobianco: "O governo é pré-histórico na questão ambiental" (íntegra) - ÉPOCA | Tempo:

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

O papel da EMBRAPA


FOLHA DE S. PAULO - SP | OPINIÃO 
EMBRAPA
11/04/2012 

Embrapa (Artigo)

Há tarefas que as virtudes do mercado não podem realizar adequadamente. Não se pode e não se deve esperar que uma empresa privada, que só pode sobreviver se gerar lucro, distribuir dividendos e criar valor para seus acionistas, atenda corretamente ao interesse social se tiver objetivos conflitantes entre o curto e o longo prazo.

É o que pode acontecer, por exemplo, quando a pesquisa e a inovação ocorrem em empresas que são, ao mesmo tempo, produtoras e disseminadoras de bens que incorporem seus resultados.

Suponhamos, para simplificar o argumento, uma empresa que produza um eficiente fungicida para combater doença que ataca a produção de feijão. Um dia, seus cientistas constroem com sucesso uma variedade de feijão resistente ao fungicida que ela mesma produz. Qual será a provável reação da sua administração, cujo primeiro dever é proteger o valor do patrimônio de seus acionistas? Patentear a inovação e colocá-la na prateleira! Até quando? Até que o valor dos seus investimentos na produção do fungicida seja completamente amortizado.

O "mercado" apresenta uma "falha". Não funciona adequadamente pela simples e boa razão que o "incentivo" que lhe determina a ação  -a maximização dos lucros- subordina o interesse coletivo ao "curto-prazismo" do interesse privado. Em outras palavras, o feijão resistente aos fungicidas que beneficiaria toda a sociedade terá a sua disseminação controlada pela velocidade da depreciação do investimento já feito para produzir o fungicida, condicionada ainda à possibilidade de garantir  a remuneração dos dispêndios feitos com a pesquisa -ou seja, à patente e ao controle do valor criado pela descoberta.

Se não houver a "garantia" da patente, o mais provável é que, devido ao interesse privado, a inovação de interesse social nunca veja a luz.

Foram constatações tão simples como essas que levaram o governo, em 1972, a criar a EMBRAPA, que transformou o maior "passivo" brasileiro, o cerrado, no nosso maior "ativo". Um ativo construído com dedicação, diligência e trabalho duro, que precisa continuar a ser defendido do "aparelhamento" ideológico-partidário.

Ao contrário do que pensam alguns de nossos economistas, a  EMBRAPA não nasceu para competir com o setor privado.

Nasceu para inovar, criar e transmitir conhecimentos, usando as empresas privadas como instrumento para disseminá-los. Ela não produz "distorções" no mercado.

Muito pelo contrário, corrige a sua miopia "prazo-curtista". É isso que torna incompreensível o misterioso e confuso "ruído" político atual sobre o seu importante papel para o desenvolvimento nacional.

ANTONIO DELFIM NETTO.
contatodelfimnetto@terra.com.br

terça-feira, 10 de abril de 2012

Agrotóxicos: UMA Agricultura da Morte


VOCÊ SABIA ?

Pequenas quantidades de fosforados leva a pessoa a depressão e diminui a capacidade de aprendizagem em crianças e destrói as defesas orgânicas?

O herbicida roundup fica na água por até 04 anos e sua contaminação é extremamente carcinogênica para os seres humanos?

Dithane  e manzante provoca câncer na tireóide de se seres humanos, ataques cardíacos e uma doença muito parecida com o mal de alzheimer?

Na Alemanha se diz que quando se usa a pessoa deve ficar sem beber bebidas alcoólicas até 15 dias depois de aplicado.

Acesse o vídeo abaixo e tenha acesso  a muitas informações sobre as conseqüências dos agrotóxicos:



Agrotóxicos: uma agricultura da morte from AS-PTA on Vimeo.

PARA SABER MAIS:

O VENENO ESTA NA MESA - FILME DE SÍLVIO TENDLER.
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2011/09/o-veneno-esta-na-mesa-de-silvio-tendler.html

Lobby impede agentes de saúde de registrar contaminações por agrotóxicos


Deputado Padre João denuncia a existência de lobby para que profissionais da saúde não registrem casos de intoxicação. Brasil utiliza 80% da quantidade de agrotóxicos aplicada nas lavouras da América Latina.
Já reconhecido como o maior consumidor mundial de agrotóxicos, o Brasil utiliza 80% da quantidade aplicada nas lavouras da América Latina. A informação consta no relatório elaborado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, no final de 2011.
Em entrevista ao site da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o deputado federal e relator Padre João (PT-MG), destaca inúmeras irregularidades na legislação, comercialização e uso dos agrotóxicos. A estrutura de fiscalização é um dos principais problemas. Juntos, a Anvisa, o Ibama e o Ministério da Agricultura dispõem de 90 técnicos capacitados para cobrir todo o território nacional.
Padre João denuncia a existência de lobby sobre profissionais de saúde para que eles não registrem os casos de intoxicação. Ele revela que colheu depoimentos em Minas Gerais, “informando que uma pessoa morreu intoxicada por agrotóxicos em uma lavoura de café, e no atestado de óbito constou como infarto”.

A isenção de impostos concedida aos fabricantes e distribuidores também desperta preocupação. Segundo o relator, “há uma política de incentivo ao uso de agrotóxicos baseada na tese do abastecimento, com uma visão muito equivocada de segurança alimentar, como se segurança alimentar fosse apenas quantidade e não visasse também qualidade”.
Padre João ainda lamenta um erro cometido na legislatura passada. “Nossos deputados e senadores foram enganados quando aprovaram os transgênicos, com o discurso que iriam reduzir o uso dos agrotóxicos. Hoje, dobramos o consumo de agrotóxicos e, mesmo quem produz transgênicos, precisa utilizar agrotóxicos e em grande escala”.
De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.
09/04/12
*Com entrevista de Raquel Juna


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Quanto tempo o lixo leva para se decompor?




Então? Vamos reutilizar, reciclar e pensar ... antes de comprar?

O lixo que não é lixo no lixo além de ocupar espaço e ser uma fonte de poluição é uma perda de matéria prima.

Vamos reavaliar  e reciclar nosso relacionamento com a natureza?



Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/rio-mais-limpo/noticia/2012/04/saiba-quanto-tempo-leva-para-cada-material-se-decompor.html