Seguidores

sexta-feira, 11 de maio de 2012

PROJETO DE AGROECOLOGIA É VETADO POR RICHA


Parabéns ao deputado Elton Welter pelo projeto!


Será que os deputados que aprovaram o projeto irão manter a coerência e derrubarão o veto?

Ou irão contra a lei que eles mesmos aprovaram?

A sociedade esta de olho!





Para saber mais:

A LEI DA AGRAECOLOGIA E O VETO DO GOVERNADOR
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/05/lei-da-agraecologia-e-o-veto-do.html

terça-feira, 8 de maio de 2012

A LEI DA AGRAECOLOGIA E O VETO DO GOVERNADOR









Seu Antonio era um típico agricultor familiar da região norte do estado do Paraná.

A exemplo de muitos agricultores cuidava da terra sem utilizar  agrotóxicos até que um determinado dia através da rede oficial de assistência técnica do estado o agrotóxico entrou em sua vida.

Curiosamente primeiro veio os venenos agrícola  e depois e muito depois os equipamentos de proteção.

Para produzir a partir de então era necessário o uso dos venenos agrícolas, sementes híbridas e muita adubação química.

Seu Antonio não havia procurado a assistência e tão pouco estava com dificuldades de produzir – mas, porém, a assistência oficial  e a as linhas de crédito o procurou e  impôs um novo modelo de produção.

Isto foi na década de 80.
                                              

O breve relato acima é uma história verídica que se reproduziu no Brasil todo onde com o apoio oficial os produtores foram convertidos em “dependentes químicos”  de forma a não mais produzir sem o uso de agroquímicos.

Muitos produtores foram convencidos a usar agrotóxicos e não foram preparados  ou treinados para se protegerem  ou em outras palavras sem nenhuma proteção.


Segundo FLORES et all 2004:

• No Brasil, a partir de 1970, a produção agrícola sofreu grandes transformações. A política de estímulo do crédito agrícola, associada às novas tecnologias, impulsionou várias culturas, principalmente destinadas à exportação. Pacotes tecnológicos ligados ao financiamento bancário obrigavam os agricultores a adquirir insumos e equipamentos, muitas vezes desnecessários. Entre os insumos, estavam os pesticidas, que eram recomendados para o controle de pragas e doenças, como método de resguardar o potencial produtivo das culturas. Esse método obrigava aplicações sistemáticas de pesticidas, mesmo sem ocorrência das pragas, resultando em pulverizações excessivas e desnecessárias (RUEGG et al., 1991 apud Flores et all 2004).


O resultado foi morte e intoxicação de agricultores além de contaminação ambiental e dos alimentos – ou seja, verdadeiro  crime ambiental e atentado a saúde do trabalhador e consumidor – COM O APOIO OFICIAL DO ESTADO.

Para compreender  um pouco  o que esta sendo colocado acima veja  o conteúdo do link abaixo -  EM 25 ANOS ... O QUE MUDOU?



Vamos recordar sobre o uso dos organoclorados que entrou na vida de milhões de pessoas com o apoio oficial do estado e depois se descobriu que é cancerígeno, provoca partos prematuros, causa danos neurológicos, respiratórios e cardiovasculares etc., até que em 1985 foi proibido.


Após a proibição do uso BHC, DDT e outros os produtores ficaram com esses produtos armazenados em suas propriedades sem nenhuma orientação especifica o que fazer com esses resíduos - que são uma fonte permanente de riscos a saúde humana e a todo ecossistemas.
                                                           

Proibido em 2005 e  até agora 2012 esses produtos ainda não foram totalmente  recolhidos das propriedades agrícolas – 27 anos após a proibição do uso é que medidas estão sendo estudadas para retirar e dar um destino para esses resíduos ... DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?

Para saber mais acesse:

ORGANOCLORADOS: UM PROBLEMA DE SAÚDE PUBLICA



A mídia tem noticiado com freqüência o problema da contaminação dos alimentos com agrotóxicos e vejamos alguns destaques:


Vestígio de pesticida é encontrado em 63% das uvas em SP, aponta teste



Um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos



Brasil: líder mundial em alimentos envenenados


A pesquisadora que descobriu veneno no leite materno


Jornal Nacional - Anvisa divulga lista dos alimentos com maior nível de contaminação


O Veneno esta na mesa - Filme de Silvio Tendler



Vamos recordar... Tudo isto com o apoio do estado.


O que poderíamos esperar de um governo minimante preocupado com a saúde do produtor, consumidor e com o meio ambiente?

Apoio a um sistema de produção que incentive a pesquisa e o desenvolvimento de uma agricultura mais limpa.





Por uma questão de bom senso deveria ser uma obrigação de qualquer governante porque o estado esta em débito com toda a sociedade e com os produtores que ficaram como que dependente químico e não  consegue abandonar esta dependência sem apoio.


Mas infelizmente o bom senso nem sempre é o comum dos sensos.


O deputado paranaense  Welter apresentou o projeto de lei PROJETO DE LEI Nº 403/2011 visando incentivar a implantação de sistemas de produção   agroecológica e orgânica pelos agricultores familiares no Estado do Paraná.

Veja a íntegra do projeto:


O projeto foi aprovado na Câmara e foi para ser sancionado pelo governador e foi vetado e vejam abaixo os motivos do veto:





Contrário ao interesse público? De que público?


O que a sociedade pode esperar neste momento da Assembléia Legislativa do Paraná?


Os deputados voltaram a favor do projeto para aprovar e será que agora votarão contra o que eles mesmos aprovaram?



Para saber mais acesse:

MANIFESTO A FAVOR DA  AGROECOLOGIA NO PARANÁ

http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/05/manifesto-favor-da-agroecologia-no.html


sábado, 5 de maio de 2012

90% das propriedades rurais deixarão de ter reserva legal


No novo código para as pequenas propriedades não tem mais reserva legal  e isto na prática significa que em 90% das propriedades rurais deixarão de ter reserva legal - você já imaginou o impacto disso ao meio ambiente?


Assista o vídeo abaixo e veja as contradições do novo código:






PARA SABER MAIS:

Camila Pitanga pede "Veta, Dilma!" em cerimônia oficial

Camila Pitanga pede "Veta, Dilma!" em cerimônia oficial


PARABÉNS A ATRIZ CAMILA PITANGA PELA OUSADIA.


Camila Pitanga pede "Veta, Dilma!" em cerimônia oficial e outros vídeos - UOL Notícias


PARA SABER MAIS:

VETA TUDO VOVÓ DILMA!


terça-feira, 1 de maio de 2012

Até 25 mil casos de câncer por ano têm ligação com o trabalho, mostra estudo


Confira quais são as atividades mais vulneráveis ao risco de desenvolver câncer

Dos 500 mil casos de câncer registrados todos os anos, pelo menos entre 20 mil e 25 mil estão relacionados à ocupação do paciente. Um levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca) lista 19 tipos de tumores malignos – entre eles os de pulmão, pele, fígado, laringe e leucemias – que podem ser provocados pela exposição a produtos químicos e falta de equipamentos de segurança adequados. Os dados fazem parte do estudo Diretrizes para vigilância do câncer relacionado ao trabalho, divulgado ontem.

Essa estimativa pode ser conservadora – leva em conta pesquisas europeias, que apontam que 4% dos novos tumores são ligados à ocupação. “Considerando o ambiente de trabalho, maquinários obsoletos, processos ultrapassados, os trabalhadores brasileiros estão ainda mais expostos que os europeus. Em alguns tipos de tumor, podemos trabalhar com uma proporção de 8% a 16% dos novos casos”, ressalta Ubirani Otero, coordenadora do estudo e responsável pela Área de Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho e ao Ambiente do Inca.
Agentes de risco


O documento recomenda, como principal estratégia para a redução do número de tumores malignos, a eliminação da exposição aos agentes causadores. Além de listar os cânceres ligados ao trabalho, relaciona os produtos cancerígenos e a atividade econômica a que está ligado, como a de cabeleireiros, agricultores profissionais, da construção civil, indústria do petróleo, entre outras.

Aponta ainda a dificuldade de se obter dados a respeito da ocupação dos pacientes. Ubirani levantou, por exemplo, estatísticas sobre câncer de bexiga, a partir do cadastro Integrador de Registros Hospitalares de Câncer, entre 2008 e 2010. Nesse período, hospitais relataram 2.426 casos da doença – em 46,2% não havia informações sobre o tipo de trabalho exercido.

“Não basta saber a ocupação atual, mas também a atividade pregressa. Só com informações corretas vamos conseguir relacionar câncer à ocupação. O Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde) tem apenas 128 registros de câncer relacionado ao trabalho. É preciso melhorar esse dado”, afirma Ubirani. O estudo propõe a adoção de um questionário ampliado sobre a ocupação e o tempo de serviço na atividade de risco.
O professor de Epide¬mio¬logia da Universidade de São Paulo Victor Wünsch defende que o governo defina metas para a redução dos riscos no trabalho. “Desses casos ligados à ocupação, estima-se que metade sejam pacientes com câncer de pulmão. É extremamente grave porque não temos tratamentos eficazes, até o momento, para esse câncer. Temos de fazer a prevenção desses casos”, afirmou.


Confira a lista completa de possíveis causadores de tumores a que profissionais estão expostos no ambiente de trabalho:


Ácido sulfúrico, acrinonitrila, agrotóxicos, amianto, aminas aromáticas, antineoplásicos (quimioterápicos), arsênico, asfalto, benzeno, benzidina, butadieno, cádmio, campos magnéticos, chumbo, compostos halogenados, compostos orgânicos voláteis, cloreto de vinila, cromo, dioxinas, emissão de forno de coque e de gases combustíveis, epicloridina, estireno, formaldeído, fuligem, fumo, hormônios, HPA (hidrocarboneto policíclico aromático), herbicidas, inseticidas não arsenicais, manganês, mercúrio, níquel, óleos, ondas e campos eletromagnéticos, óxidos de metais, petróleo, radiação, sílica, solventes, urânio, vapores de combustíveis fósseis, poeira de (metais, madeira, couro, cimento, cereais, tecidos, construção civil, carvão, quartzo e cimento) e gases de (amônia, óxido de nitrogênio, dióxido de cloro e enxofre).

Vestígio de pesticida é encontrado em 63% das uvas em SP, aponta teste



A maioria das amostras de uva adquiridas em supermercados da capital (63%) contém resíduos de pesticidas, segundo análise finalizada em setembro pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). Parte das frutas trazia, inclusive, vestígios de substâncias vetadas para esse tipo de cultura. A safra da uva, típica nas ceias de fim de ano, começa neste mês.

A fruta foi o item com o pior resultado no estudo da Proteste, que analisou também pimentões, alfaces e couves. Dos 34 alimentos não orgânicos investigados, 15 continham resíduos, ou 40% do total. No caso da uva, das oito amostras analisadas, três continham agrotóxicos não aprovados para esse tipo de lavoura. Advogada da instituição, Tatiana Viola de Queiroz classificou os resultados como "preocupantes". Ela lembra que, além da relação com o câncer, o abuso desse tipo de substância tem sido ligado à desregulação do sistema endocrinológico.

O dado vem à tona justamente após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgar estudo indicando a contaminação por agrotóxicos em 27,9% das amostras de hortifrútis investigadas no país. Apenas o Estado de São Paulo não participou da análise nacional. As informações são do Jornal da Tarde.

Um terço dos alimentos consumidos pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos

Fabíola Ortiz (*)
Do UOL, no Rio de Janeiro



Há três anos o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de consumo de agrotóxicos no mundo. Um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado pelos agrotóxicos, segundo alerta feito pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em dossiê lançado durante o primeiro congresso mundial de nutrição que ocorre no Rio de Janeiro, o World Nutrition Rio 2012, que termina nesta terça-feira (1º).

O documento destaca que, enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial de agrotóxicos cresceu 93%, o brasileiro aumentou 190%. Em 2008, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e assumiu o posto liderança, representando uma fatia de quase 20% do consumo mundial de agrotóxicos e movimentando, só em 2010, cerca de US$ 7,3 bilhões - mais que os EUA e a Europa.
A primeira parte do dossiê da Abrasco faz um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde e na segurança alimentar. A segunda parte, com enfoque no desenvolvimento e no meio ambiente, terá seu lançamento durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e na Cúpula dos Povos na Rio+20, em junho, no Rio de Janeiro.
Segundo um dos coordenadores do estudo, Fernando Carneiro, chefe do departamento de Saúde Coletiva da UnB (Universidade de Brasília), “o dossiê é uma síntese de evidências científicas e recomendações políticas”.
“A grande mensagem do dossiê é que o Brasil conquistou o patamar de maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Queremos vincular a ciência à tomada de decisão política”, disse Carneiro ao UOL.
Soja é o que mais demanda agrotóxico

Segundo dados da Anvisa e da UFPR compilados pelo dossiê, na última safra (2º semestre de 2010 e o 1º semestre de 2011), o mercado nacional de venda de agrotóxicos movimentou 936 mil toneladas de produtos, sendo e 246 mil toneladas importadas.
Em 2011 houve um aumento de 16% no consumo que alcançou uma receita de US$ 8,5 bilhões. As lavouras de soja, milho, algodão e cana-de-açucar representam juntas 80% do total das vendas do setor.
Na safra de 2011 no Brasil, foram plantados 71 milhões de hectares de lavoura temporária (soja, milho, cana, algodão) e permanente (café, cítricos, frutas, eucaliptos), o que corresponde a cerca de 853 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nessas lavouras, principalmente de herbicidas, fungicidas e inseticidas. O consumo em média por hectare nas lavouras é de 12 litros por hectare e exposição média ambiental de 4,5 litros de agrotóxicos por habitante, segundo o IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística).
Segundo o dossiê, a soja foi o cultivo que mais demandou agrotóxico - 40% do volume total de herbicidas, inseticidas, fungicidas e acaricidas. Em segundo lugar no ranking de consumo está o milho com 15%, a cana e o algodão com 10%, depois os cítricos com 7%, e o café, trigo e arroz com 3% cada.

Maior concentração em hortaliças


Já para a produção de hortaliças, em 2008, segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), o consumo de fungicidas atingiu uma área potencial de aproximadamente 800 mil hectares, contra 21 milhões de hectares somente na cultura da soja.
“Isso revela um quadro preocupante de concentração no uso de ingrediente ativo de 22 fungicidas por área plantada em hortaliças no Brasil, podendo chegar entre 8 a 16 vezes mais agrotóxico por hectare do que o utilizado na cultura da soja, por exemplo”, alerta o dossiê.

Numa comparação simples, o estudo estima que a concentração de uso de ingrediente ativo de fungicida em soja no Brasil, no ano de 2008, foi de 0,5 litro por hectare, bem inferior à estimativa de quatro a oito litros por hectare em hortaliças, em média. “Pode-se constatar que cerca de 20% da comercialização de ingrediente ativo de fungicida no Brasil é destinada ao uso em hortaliças”, destaca o estudo da Abrasco.

Riscos para a saúde

O dossiê revela ainda evidências científicas relacionadas aos riscos para a saúde humana da exposição aos agrotóxicos por ingestão de alimentos. Segundo Fernando Carneiro, o consumo prolongado de alimentos contaminados por agrotóxico ao longo de 20 anos pode provocar doenças como câncer, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.
Um fato alarmante foi a constatação de contaminação de agrotóxico no leite materno, afirmou. Para o cientista, não se sabe ainda ao certo as consequências para um recém-nascido ou um bebê que está em fase inicial de formação. “Uma criança é altamente vulnerável para esses compostos químicos. Isso é uma questão ética, se vamos nos acostumar com o nível de contaminação do agrotóxico”, criticou.
Parte dos agrotóxicos utilizados tem a capacidade de se dispersar no ambiente, e outra parte pode se acumular no organismo humano, inclusive no leite materno, informa o relatório. “O leite contaminado ao ser consumido pelos recém-nascidos pode provocar agravos a saúde, pois os mesmos são mais vulneráveis à exposição a agentes químicos presentes no ambiente, por suas características fisiológicas e por se alimentar, quase exclusivamente, com o leite materno até os seis meses”, destaca o estudo.


Recomendações

O dossiê da Abrasco formula 10 princípios e recomendações para evitar e reduzir o consumo de agrotóxicos nos cultivos e na alimentação do brasileiro. Carneiro defende a necessidade de se realizar uma “revolução alimentar e ecológica”.
Segundo o IBGE, cerca de 70 milhões de brasileiros vivem em estado de insegurança alimentar e nutricional, sendo que 90% desta população consume frutas, verduras e legumes abaixo da quantidade recomendada para uma alimentação saudável. A superação deste problema, de acordo com o dossiê, é o desenvolvimento do modelo de produção agroecológica.
Carneiro e sua equipe composta por seis pesquisadores defendem a ampliação de fontes de financiamento para pesquisas, assim como a implantação de uma Política Nacional de Agroecologia em detrimento ao financiamento público do agronegócio e o fortalecimento das políticas de aquisição de alimentos produzidos sem agrotóxicos para a alimentação escolar – atualmente a lei prevê 30% deste consumo nas escolas.

Além disso, o documento defende a proibição de agrotóxicos já banidos em outros países e que apresentam graves riscos à saúde humana e ao ambiente assim como proibir a pulverização aérea de agrotóxicos.
O cientista defende ainda a suspensão de isenções de ICMS, PIS/PASEP, COFINS e IPI concedidas aos agrotóxicos. “A tendência no Brasil é liberalizar ainda mais o uso de agrotóxico, só no Congresso Nacional existem mais de 40 projetos de lei neste sentido. Nós estamos pagando para ser envenenados”, criticou Carneiro.

(*) As informações são do site: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/05/01/um-terco-dos-alimentos-consumidos-pelos-brasileiros-esta-contaminado-por-agrotoxicos.htm

Para saber mais:

FILME O VENENO ESTA NA MESA
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2011/09/o-veneno-esta-na-mesa-de-silvio-tendler.html

AGROTÓXICOS UMA AGRICULTURA DA MORTE
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/04/agrotoxicos-uma-agricultura-da-morte.html


Programa De Frente Com Gabi - OS PESTICIDAS COMO FATOR DE RISCO PARA A CARCINOGÊNESE.
http://muralvirtual-educaoambiental.blogspot.com.br/2012/04/programa-de-frente-com-gabi-os.html


Rede de Médicos combate expansão de agrotóxicos e divulga informações que governos e empresas encobrem