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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pesquisa: Roundup Diluído por 450-Fold ainda é tóxico para DNA

Pesquisa: Roundup Diluído por 450-Fold ainda é tóxico para DNA: "Nova pesquisa divulgada ahead of print e publicado na revista Archives of Toxicology indica que o Roundup , a formulação mais comum do herbicida glifosato , não só é mais tóxico do que os seus ingredientes constituintes, mas é capaz de danificar o DNA dentro de uma linha celular humana quando diluído até 450 vezes menores concentrações do que actualmente utilizados em aplicações agrícolas transgênicos. Nas próprias palavras dos pesquisadores, Roundup tem "efeitos genotóxicos após breve exposição a concentrações que correspondem a uma diluição de 450 vezes maior de pulverização utilizado na agricultura.""



Herbicida Roundup relacionado ao crescimento excessivo de bactérias mortais



Herbicida Roundup relacionado ao crescimento excessivo de bactérias mortais: "Poderia herbicida Roundup à base de glifosato da Monsanto ser líder para o crescimento excessivo de bactérias mortais em animais e seres humanos consumindo alimentos geneticamente modificados contaminado com isso? Esta questão decorre um novo estudo publicado na revista Current Microbiology , intitulado "O Efeito do glifosato sobre Patógenos Potenciais e membros benéficos da microbiota Poultry In Vitro", que descobriu que o ingrediente ativo do herbicida Roundup, da Monsanto , conhecido como o glifosato, impactado negativamente as bactérias do trato gastrointestinal de aves in vitro. Os pesquisadores apresentaram evidências de que as bactérias altamente patogênicas resistiu glifosato, enquanto que as bactérias benéficas foram moderadamente a altamente suscetíveis a ela."

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Novo estudo comprova toxinas Bt em OGM Tóxico para sangue de mamíferos


Novo estudo comprova toxinas Bt em OGM Tóxico para sangue de mamíferos: "Dr. Mezzomo e sua equipe do Departamento de Genética e Morfologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília recentemente realizado e publicado um estudo feito envolvendo testes de Bacillus thuringensis toxina (toxina Bt) em camundongos albinos suíços. Esta toxina é o mesmo construído em culturas de OGM da Monsanto Bt tais como milho e soja como biopesticida."

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Seminário: Os Agrotóxicos e Seus Impactos Sobre a Saúde - Parte 1



Seminário: Os Agrotóxicos, seus Impactos na Saúde e as Alternativas Agroecológicas no Município de São Paulo, 15/04/13. Ação da Frente Parlamentar Pela Sustentabilidade da Câmara em parceria com a Campanha e movimentos sociais paulistanos que buscam o cultivo pela Vida. (Direção de Fotografia e Edição de Betina Schmid, membro da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida).

Pesticidas e Doenças Hematológicas e Oncológicas



Seminário: Os Agrotóxicos, seus Impactos na Saúde e as Alternativas Agroecológicas no Município de São Paulo, 15/04/13. Ação da Frente Parlamentar Pela Sustentabilidade da Câmara em parceria com a Campanha e movimentos sociais paulistanos que buscam o cultivo pela Vida. (Direção de Fotografia e Edição de Betina Schmid, membro da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida).

domingo, 12 de maio de 2013

Pequenos produtores são afetados pela pulverização aérea em Mato Grosso



Fonte: 24 Horas News e Rádio Sorriso

As extensas monoculturas de soja e milho que simbolizam a riqueza econômica do Estado estão se conflitando com as atividades dos pequenos produtores rurais no norte de Mato Grosso. Motivo: o veneno oriundo de aeronaves, que fazem a pulverização das grandes lavouras. A pulverização está afetando diretamente a plantação de hortaliças e gerando prejuízos consideráveis aos pequenos produtores em Sorriso, no Norte do Estado.

A queixa contra o uso de defensivos nas monoculturas foi feita inicialmente pelo proprietário de uma chácara próximo ao Clube Sol Nascente. Seguindo ele, o gotejamento do veneno afeta as hortaliças que acabam morrendo e causando prejuízos. Ele apresentou uma fatura de prejuízos na ordem de R$ 30 mil. A Prefeitura esteve no local e constatou que as perdas foi por conta de aeronaves agrícolas que sobrevoaram a horta.

Em outra propriedade, no fim da Avenida Imigrantes, próximo ao Parque Ecológico de Sorriso, a situação também se confirmou O proprietário Ney Raissiki lamentou que sua produção foi quase num total morta pelo veneno dissecante expelido pelas aeronaves que sobrevoam o local. Em entrevista a Rádio Sorriso, Ney relata que está há quatro anos trabalhando no ramo de hortaliças e que há 3 anos vem constatando que na época do plantio das fazendas ocorre o problema. “Freqüentemente passam aeronaves por este local e infelizmente vou ter que replantar quase tudo perdido” – disse.

O problema não é novo. O técnico agrícola, Maycon Miotto, gestor de segurança operacional e piloto de avião, relata que a legislação permite a aplicação na área rural. A aplicação, segundo ele, deve ter autorização e consenso do proprietário da lavoura sem que haja prejuízos para terceiros. O técnico agrícola deve estar junto com o piloto na aeronave mostrando se há condições de vôo e que não vai afetar ninguém próximo.

Funcionários do Ministério da Agricultura alertaram que a fiscalização deve ser feita na região. Segundo ela, as aeronaves devem manter uma distância mínima de 500 metros de povoação e de 250 metros de mananciais de água. As penas são muitas, variam desde auto de infração e multa. Em últimos casos até o cancelamento do registro da empresa.

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Nota de Repúdio à Pulverização Aérea

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Tipo de agrotóxico suspeito de matar abelhas no mundo é usado no país


Imagem:http://cidadedeasas.blogspot.com.br/2012/04/gaviao-peixotomilhares-de-abelhas.html

Está em discussão no Brasil a possível proibição de defensivos agrícolas neonicotinoides, produtos sob suspeita de serem nocivos para abelhas, insetos que têm registrado um aumento da taxa de mortalidade em diversas partes do mundo.

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O governo alega que não há motivo para pânico no país, mesmo após a decisão da União Europeia em proibir por dois anos a comercialização desses agrotóxicos e receber notícias alarmantes de mortes de abelhas nos Estados Unidos.

No fim de abril, a UE votou por implantar uma moratória de dois anos, valendo a partir de julho, para este grupo químico de inseticidas, que emprega compostos como a clotianidina, a imidacloprida e o tiametoxam. A decisão foi tomada mesmo com manifestações contrárias do setor agrícola, que alega não haver dados suficientes sobre o impacto destes produtos nas populações de abelhas.

Já os Estados Unidos, que também analisam o emprego desses compostos, divulgaram no começo de maio que quase um terço das abelhas de colônias morreu no último inverno (2012-2013) e, nos últimos seis anos, as taxas de mortalidade atingiram 30,5%. A exposição a inseticidas é uma das hipóteses avaliadas pelo Departamento de Agricultura do país.

Colônias em colapso


De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), apesar de preocupante, a situação do Brasil não é alarmante.

Segundo Marcio Freitas, coordenador geral de avaliação de substâncias químicas do Ibama, a possível relação do uso dos neonicotinoides (que tem origem na molécula de nicotina) com as mortes de abelhas começou ser discutida internacionalmente partir de 2008.

Há três anos o instituto investiga o impacto de inseticidas na apicultura nacional. Entre 2010 e 2012, identificou mais de cem casos de mortes em massa de abelhas pelo país, e todas elas estariam relacionadas à pulverização de agrotóxicos.

Investigações científicas publicados em periódicos como a “Nature” sugerem que tais produtos provocam uma intoxicação nas abelhas, um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem fora dela, após o corpo sofrer um "curto-circuito" devido à excessiva exposição aos componentes químicos.

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Prejuízo na economia

Em 19 de julho de 2012, uma portaria publicada no “Diário Oficial da União” proibiu temporariamente a pulverização de defensivos com clotianidina, imidacloprida e tiametoxam por via aérea, até que uma reavaliação dos produtos fosse feita.

Porém, explica Freitas, por ser prejudicado com a medida, o setor agrícola do país, incluindo o Ministério da Agricultura, se mobilizou contra a decisão, que foi alterada por uma nova portaria, desta vez publicada em janeiro deste ano. A regra também valia para o fipronil.
Com isso, as culturas de soja, trigo, arroz, algodão e cana-de-açúcar poderiam continuar a pulverização com agrotóxicos neonicotinoides na safra 2012/2013, exceto no período de floração, mas teriam que notificar apicultores ao menos 48 horas antes de as aplicações ocorrerem. “O setor agrícola elencou uma série de prejuízos econômicos se o uso desses produtos fosse interrompido”, disse Freitas.

Ainda segundo Freitas, apesar de o Brasil utilizar os mesmos tipos de agrotóxicos empregados na Europa e nos EUA, a decisão de seguir o caminho da União Europeia, vetando de vez os produtos, causaria um impacto muito maior na agricultura brasileira. Para ele, a Europa tem uma quantidade muito menor de insetos e, por isso, a percepção da redução ficou amplificada.

De acordo com o representante do Ibama, produtoras de defensivos já realizam testes adaptados à realidade brasileira, seguindo metodologias criadas na Europa. “Vamos saber se, de fato, o uso desses defensivos causa a toxicidade crônica das abelhas. Isso pode determinar a alteração na condição do registro desses produtos, levando à proibição ou limitação de uso para determinadas culturas”, explica Freitas.

Resultados sobre a reavaliação dos compostos químicos devem ser divulgados até o fim do ano, segundo o Ibama. Inicialmente, apenas a imidacloprida está em análise. Ao mesmo tempo, o Ministério da Agricultura pesquisa compostos alternativos para substituir defensivos agrícolas neonicotinoides.

Risco para a polinização
Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), estima-se que 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo sejam polinizadas por alguma espécie de abelha.
Em termos globais, os serviços de polinização prestados por estes insetos – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas -- são avaliados em US$ 54 bilhões por ano.

De acordo com José Gomercindo Correa da Cunha, presidente da Câmara setorial do Mel no Ministério da Agricultura, a mortalidade de abelhas preocupa várias entidades e os produtores de mel, que são cerca de 350 mil.

“No Brasil temos as abelhas africanizadas (resultantes do cruzamento de abelhas africanas e europeias), além de 150 espécies nativas, que produzem polinização especializada e contribuem com a biodiversidade. Já existem defensivos menos agressivos ao meio ambiente. Essa sinalização da Europa certamente será acompanhada de perto”, disse Cunha.

'Celeiro do mundo'

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam um aumento no uso de agrotóxicos entre 2000 e 2009, quando a relação de quilos por hectare aumentou de 3 kg para mais de 3,5 kg. Em 2010, o país ultrapassou a marca de um milhão de toneladas, segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em 2008, o Brasil se destacou como o maior consumidor do produto no mundo, respondendo por 86% da quantidade de agrotóxico vendida na América Latina.
Entre os agrotóxicos mais usados no país destacam-se os herbicidas (71,1%), os inseticidas (66,4%) e os fungicidas (55,3%).

De acordo com Ricardo Camargo, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, a atual prática agrícola do Brasil oferece risco a todos os animais polinizadores (insetos, aves e mamíferos).

“Não há prática sustentável, mas sim aplicação massiva de defensivos, com muita gente usando doses acima dos limites permitidos e materiais que já foram banidos em outros países”, explica.

“Toda a biodiversidade está sendo prejudicada quando se passa um pesticida, que pode tentar matar um agente, mas pode impactar o seu redor. Usa-se muito a informação de que o Brasil é o celeiro do mundo, mas a que preço estamos nisso?”, complementa o pesquisador.

Fonte da notícia: G1 Natureza

PARA SABER MAIS:

sábado, 11 de maio de 2013

Sementes da Liberdade

"A agricultura global tem mudado mais na nossa vida atual do que nos dez mil anos anteriores. Mas, como toda a mudança, fez surgir conflitos de interesses. Em nenhum outro lugar esse conflito é mais pungente do que na história da semente.

Neste filme iremos olhar como a semente tem mudado na agricultura e na nossa cultura. De um alimento sagrado e criador de vida para uma mercadoria poderosa, usada para monopolizar a produção global de alimentos. Este conflito entre agricultores e empresários, entre conhecimento e controle, entre a verdade e a propaganda, encontra-se no coração da história da semente."
(fonte: extraído do filme)

Não perca este documentário, agora em português do Brasil, e que já aqui foi publicado na sua versão original, narrada por Jeremy Irons. Um filme de Jess Philimore produzido por The Gaia Foundation African Biodiversity Network (ABN), em colaboração com MELCA Ethiopia, GRAIN International & Navdanya International.


Sementes da Liberdade (Seeds of Freedom - Portuguese) from The ABN and The Gaia Foundation on Vimeo.

Fonte: http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com.br/2013/05/sementes-da-liberdade-seeds-of-freedom.html