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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Por que salvar as abelhas
Recentemente, esse blog, reproduziu a notícia abaixo:
A Comissão de Agricultura aprovou proposta que libera a pulverização aérea de quatro substâncias proibidas pelo Ibama por suspeita de afastar abelhas. O relator do projeto diz que não há provas.
Os autores do projeto, Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) e Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), consideram,no entanto, que não há estudos
no Brasil que comprovem o risco iminente à flora, à fauna ou a seres humanos com o uso desses agrotóxicos.
Essa notícia pode ser verificada AQUI
Quem paga a conta?
Por que salvar as abelhas ?
Elas são responsáveis por um terço de tudo o que comemos, mas estão sendo dizimadas em várias partes do mundo, inclusive no Brasil, abatidas por nuvens de agrotóxicos
Sergio Trevisan, apicultor da região de Araraquara, no interior de São Paulo, testemunhou a morte de todas as abelhas de suas 500 colmeias. Com elas, produzia 15 toneladas ao ano de mel e própolis. No apiário da família de Rodrigo Parisi, em Brotas (SP), foram 300 colmeias extintas praticamente de uma vez só. Essas duas histórias aparecem diluídas nos levantamentos de um grupo de estudos da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Eles apontam que cerca de 10 a 20 mil colmeias sumiram no Estado de São Paulo entre 2008 e 2010. No restante do Brasil, acredita-se que as perdas de colmeias sejam em torno de 20% ao ano.
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| OPERÁRIA O trabalho de polinização das abelhas rende anualmente uma quantidade de alimentos avaliada em 153 milhões de euros |
O problema não é apenas brasileiro. Depois de assistir ao sumiço de 31% de suas abelhas no último inverno, os Estados Unidos até batizaram o fenômeno: distúrbio do colapso das colônias. Tudo indica que a mortandade dessas abelhas esteja relacionada ao uso de pesticidas da categoria dos neonicotinoides, utilizados na agricultura. Em grandes áreas, a aplicação é realizada por aviões. A substância chega até as abelhas de duas formas: diretamente pelo ar, o que as mata instantaneamente, ou pela contaminação das flores, o que atinge o sistema nervoso delas e as desorienta, a ponto de morrerem sem encontrar o caminho de volta à colmeia.

Para pôr um fim à matança, países da União Europeia determinaram a suspensão do uso desses pesticidas por dois anos, começando em julho próximo. No Brasil, o Ibama suspendeu, em meados de 2012, a pulverização aérea desses pesticidas enquanto um estudo sobre a relação entre morte das abelhas e neonicotinoides não fosse finalizado, o que deve ocorrer até o fim deste ano. “Até o momento, há indícios fortes do fenômeno. Já levantamos mais de 100 casos, do Piauí ao Rio Grande do Sul”, conta o coordenador geral de Avaliação de Uso de Substâncias Químicas do Ibama, Márcio Freitas. A pressão dos agricultores foi grande e o instituto recuou, restringindo o uso dos pesticidas apenas em épocas de floradas.

Não é apenas a saúde financeira dos apicultores que sofre com a morte das abelhas. A ausência delas afeta todos os seres que se alimentam de vegetais. Esses insetos são os mais eficientes polinizadores da natureza. Com seu trabalho, respondem por um terço de tudo o que comemos. Para explicitar o tamanho do problema, um supermercado americano removeu de suas prateleiras todos os produtos que dependem da polinização das abelhas para serem cultivados. A imagem deixa claro que, ao salvarmos as abelhas, estamos trabalhando na preservação da nossa própria espécie.

Fotos: Nathan Griffith/Corbis; Prnewsfoto/WholeFoods Market
Retirado da página : ISTOÉ Independente
Para aprofundar sobre o tema acesse:

domingo, 1 de dezembro de 2013
Proibidos, falsificados e perigosos
Conforme notícia veiculada, Governo quer desmanchar legislação de agrotóxicos.
Enquanto
isso, segue no congresso, projeto que facilita registro de novos
agrotóxicos do senador Ruben Figueiró (PSDB-Mato Grosso do Sul).
O projeto de Lei PLS 209/13 fixa em 180 dias o prazo máximo para a
liberação de novos defensivos agrícolas no mercado, projeto esse,
que é para atender uma das principais queixas das empresas de
agrotóxicos. Nos países desenvolvidos, esse prazo chega, a 4 anos.
Abaixo,
temos Reportagem especial de Zero Hora apresenta os números dos agrotóxicos no Rio Grande do Sul e os riscos que eles podem trazer à saúde dos consumidores gaúchos.
Como
podemos ver, o mercado de agrotóxicos, segue totalmente
descontrolados ,onde a todo momento a lei é driblada e a falta de
regulamentação, facilita o comércio irregular, e milhares de
intoxicações são registradas anualmente e resíduos, cada vez mais
presentes nos alimentos, e no meio ambiente como todo, e além do
mais, esse descontrole, faz surgir mais pragas, que por sua vez,
exigirá mais agrotóxicos.
Esse
blog, também reproduziu, a série Série Viúvas do Veneno 1 - Silêncio e dor se multiplicam nos campos brasileiros, publicado pelo Diário do Nordeste, que mostra que em outras regiões do Brasil, a realidade não é diferente e pode ser até pior.
O Governo Brasileiro, ao invés de dar uma resposta a sociedade, em relação ao uso abusivo de agrotóxicos, como podemos observar esta fazendo o contrário, esta sensível ao reclame das empresas de agrotóxicos.
Caio Cigana
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Em altaCrescimento desproporcional
Em cinco anos, venda de defensivos aumentou três vezes mais que área plantada no país, segundo IBGE
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A venda descontrolada de agrotóxicos ganhou na internet um novo canal para driblar a lei, dificultando a fiscalização e ampliando o risco à saúde de consumidores e agricultores. A novidade agrava um cenário em que uso exagerado dos químicos na lavoura - o consumo cresceu muito acima da área plantada -, contaminação da água e dificuldade de identificar eventuais excessos de veneno nos alimentos que chegam à mesa se combinam para elevar o perigo escondido nos alimentos.
Zero Hora flagrou a venda ilegal de agrotóxicos pela internet. A reportagem negociou a compra e a entrega de três produtos com comercialização e uso proibidos no Estado, apresentando-se como agricultor ou dono de agropecuária em e-mails e ligações telefônicas gravadas. Questionado sobre o risco de a carga de ser apreendida, o vendedor, que se identifica como Mauricio, não mostra receio com a venda ilegal:
Veja Também:

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Vilões da mesaOs três alimentos com a maior incidência de resíduos de agrotóxicos |
- Se eles (a fiscalização) travar (sic), o pessoal dá um jeito de recolher a mercadoria, mas se passar entrega tranquilo - garante.
Sem regras, a negociação online de defensivos aumenta a brecha para irregularidades que vão de crimes ambientais a infrações mais graves, como derrame de produtos falsificados, contrabandeados e roubados. No Estado, a venda pela internet permite que agricultores e donos de lojas negociem herbicidas e inseticidas proibidos por terem sido banidos em seus países de origem devido ao alto teor tóxico e ao perigo à saúde e ao ambiente. Gramoxone 200 e Gramocil são feitos à base de paraquat, princípio ativo que, apenas entre 2005 e 2011, causou 165 envenenamentos e 35 mortes conforme registros do Centro de Informações Toxicológicas (CIT) do Estado.
Outro produto proibido é o Mertin 400. Mesmo alertados de que o produto era proibido no Rio Grande do Sul, vendedores confirmam a entrega no Estado. A multinacional Syngenta, fabricante dos três produtos, tenta liberar esses agrotóxicos na Justiça gaúcha.
Flagrante detecta produtos ilegais e sem origem
No dia 14 de novembro, a partir das investigações de ZH, fiscais da Secretaria da Agricultura deram uma batida em uma agropecuária de Venâncio Aires citada por um dos vendedores como cliente antigo. Além de o estabelecimento sequer ter licença para vender agrotóxicos, foram encontrados produtos proibidos, sem registro no Ministério da Agricultura (Mapa) e sem origem comprovada.
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| Operação de Secretaria da Agricultura encontrou agrotóxicos proibidos, sem registro no Ministério da Agricultura |
chefe da divisão de fiscalização de agrotóxicos do Mapa, Álvaro Ávila, ressalva que a comercialização de defensivos pela internet, apesar de não ter regulamentação, não é proibida - desde que obedeça a lei. O problema é que, mesmo quando fungicidas, herbicidas e inseticidas são legais, em regra as vendas são feitas por empresas sem licença para comercializar venenos agrícolas.
sábado, 30 de novembro de 2013
Proibidos, falsificados e perigosos
Caio Cigana
A venda descontrolada de agrotóxicos ganhou na internet um novo canal para driblar a lei, dificultando a fiscalização e ampliando o risco à saúde de consumidores e agricultores. A novidade agrava um cenário em que uso exagerado dos químicos na lavoura - o consumo cresceu muito acima da área plantada -, contaminação da água e dificuldade de identificar eventuais excessos de veneno nos alimentos que chegam à mesa se combinam para elevar o perigo escondido nos alimentos.
Uso de agrotóxicos no Rio Grande do Sul chega a quase o dobro da média nacional
Desde 2008, o Brasil é o pais que mais usa agrotóxico no planeta, chegando em 2009, a marca de mais um bilhão de litros de agrotóxicos aplicados, dando o equivalente a uma consumo médio de 5,2 Kg de agrotóxico por habitantes (LONDRES, 2011), mas se olharmos mais especificamente para o Mato Grosso, o estado consome 150 milhões de litros de agrotóxicos por ano, dando o equivalente a 50 litros por habitante (Osava, 2011) e se aproximarmos ainda mais os dados, a cidade de Lucas de Rio Verde – MT, a exposição média anual de agrotóxicos por morador, chega a 136 litros por habitante - conforme notícia veiculado no portal VIOMUNDO (Azenha 2001).
A notícia abaixo faz parte de um especial sobre o tema, publicado com o título - Proibidos, falsificados e perigosos, pelo Jornal Zero Hora.
Aplicação na lavoura equivale a 8,3 litros de veneno por ano para cada gaúcho
O excesso e o descontrole no uso de agrotóxicos geram consequências que ultrapassam os limites do campo e ameaçam a qualidade da água, inclusive a distribuída à população urbana. Com um estudo que mapeou o uso de defensivos por bacia hidrográfica do Rio Grande do Sul, o Estado terá a partir do próximo ano uma portaria própria que ampliará a lista de princípios ativos de defensivos analisados pelas companhias de abastecimento.
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| Na safra 2009/2010 foram usados 85 milhões de litros de agrotóxicos no EstadoFoto: Ricardo Duarte / Agencia RBS |
Coordenado pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde, o trabalho fez projeções com base em informações coletadas sobre a safra 2009/2010 e indicou o uso de 85 milhões de litros de agrotóxicos no Estado, o equivalente a 34 piscinas olímpicas cheias de veneno agrícola. É como se cada gaúcho, à época, utilizasse 8,3 litros de veneno a cada ano, no período analisado. O volume per capito gaúcho é bem superior ao nacional. Um estudo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) mostra que, em 2011, a média do país foi de 4,5 litros por habitante.
Premiado na Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoapi), organizada pelo Ministério da Saúde, o estudo identificou as regiões que mais aplicam defensivos. Sem surpresa, o mapa aponta o noroeste do Estado, principal região produtora de grãos, com os maiores volumes por quilômetro quadrado. O quadro mais grave ocorre na Bacia Hidrográfica do Alto Jacuí, com relação entre volume e área de 919 litros por quilômetro quadrado e consumo equivalente a 33,2 litros por habitante na safra 2009/2010.
Até 33,2 litros por habitante
Como o trabalho, também será montado um ranking dos agrotóxicos considerados mais críticos para cada região, e haverá a possibilidade de complementar a lista de produtos analisados pelas companhias de abastecimento no momento de avaliar a água tratada distribuída à população em cada uma das bacias do Estado. Dos 10 agrotóxicos considerados mais críticos para o Rio Grande do Sul, por exemplo, apenas três fazem parte da relação de produtos verificados hoje pelas empresas, conforme a Portaria 2.914/11, do Ministério da Saúde. A norma ministerial, hoje, relaciona apenas 27 químicos aplicados na agricultura.
– Em março do próximo ano, teremos uma portaria estadual que vai incluir os parâmetros (princípios ativos) mais críticos para cada uma das bacias hidrográficas do Estado e que passarão a também serem analisados pelas companhias de água – explica o chefe da Divisão de Vigilância Ambiental em Saúde do Estado, Salzano Barreto.
Publicado em 2011 com informações coletadas no ano anterior, o Atlas do Saneamento do IBGE também dá pistas quanto à contaminação pela aplicação desenfreada de veneno agrícola, poluindo mananciais utilizados para captar água destinada à população. No Rio Grande do Sul, 37 municípios relataram a presença de agrotóxicos nos pontos de captação – mesmo que depois, tratado, o líquido ganhasse potabilidade.
Lançado documentário: PONTAL DO BURITI - brincando na chuva de veneno
A chuva de agrotóxicos em uma escola de Goiás virou documentário, que já pode ser visto na internet.
O filme/Documentário se chama PONTAL DO BURITI - brincando na chuva de veneno, e foi dirigido por Dagmar Talga.
Em 3 de maio de 2013, a partir das 9 horas da manhã, uma aeronave da empresa Aerotex Aviação Agrícola Ltda., sobrevoou a Escola Municipal Rural São José do Pontal, localizada na área rural do município de Rio Verde/GO, "pulverizando", com o veneno Engeo Pleno da Syngenta, aproximadamente 100 pessoas, entre elas crianças, adolescentes e adultos, que estava na área externa do prédio em horário de recreio.
Algumas crianças e adolescentes, "encantados" com a proximidade que passava o avião, receberam elevadas "doses" de agrotóxico. Este não é um caso isolado. Esta é a realidade do agronegócio no Brasil.
Fonte:
http://www.contraosagrotoxicos.org/index.php/noticias/campanha/359-lancado-documentario-pontal-do-buriti-brincando-na-chuva-de-veneno
Governo quer desmanchar legislação de agrotóxicos

Notícia divulgada pelo jornal Valor Econômico em 21/11 diz que, “Sob forte pressão do setor produtivo, o governo decidiu que vai rever o rito de aprovação de defensivos [agrotóxicos] no país” (grifo nosso). Segundo o jornal, a Casa Civil está preparando uma medida provisória, a ser publicada até o final deste ano, prevendo a criação de uma comissão técnica que passaria a ser responsável pela análise e pelo registro de novos agrotóxicos.
Segundo o Valor, duas propostas foram apresentadas ao governo reivindicando a medida: uma encaminhada pelas empresas do setor, que sugere a criação da CTNAgro, subordinada à Casa Civil e com 13 membros, e outra encaminhada pela bancada ruralista no Congresso Nacional, que sugere a criação da CTNFito, composta por 16 membros, e que teria até 90 dias da data da entrega do processo pelas empresas para se posicionar em relação à aprovação ou não do registro.
Atualmente, o processo de registro de um novo agrotóxico no Brasil envolve, além do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Cada órgão faz sua análise sob o enfoque da sua área de competência: o MAPA avalia a eficácia agronômica do produto, a Anvisa avalia os riscos para a saúde da população e o Ibama avalia os riscos para o meio ambiente. Quando nenhum dos três órgãos encontra evidências de que o produto seja ineficaz ou apresente riscos para a saúde ou o meio ambiente, ou quando não existe no mercado nenhum produto similar que seja menos tóxico, ele é encaminhado para o registro.
Conforme a proposta, a nova comissão decidiria sozinha pela autorização ou não do registro, suprimindo as competências dos órgãos de saúde e meio ambiente.
A comissão que se pretende criar é inspirada na CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, instituída pela Lei 11.105/2005, e que confiscou as atribuições da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) de avaliação de riscos e de decisão sobre o registro de produtos transgênicos no país.
Na CTNBio, que tem 27 membros e cuja composição é viciada com maioria de técnicos ligados à área do desenvolvimento de transgênicos e não da biossegurança, as decisões são tomadas por voto, e por maioria simples. Como resultado, riscos à saúde e ao meio ambiente têm sido desconsiderados, na situação de “voto vencido”.
O resultado da criação desse tipo de instância de decisão é que até hoje NENHUM pedido de liberação comercial de produto transgênico foi rejeitado, apesar da existência – e da apresentação na Comissão – de sérias evidências de riscos. A despeito dos protestos de uma minoria de membros comprometidos com a segurança da população, algumas análises para avaliação de efeitos à saúde e ao meio ambiente sequer têm sido exigidas, em descumprimento às próprias normas internas da CTNBio. Mais ainda, as já insuficientes normas de avaliação têm sido flexibilizadas – o exemplo mais recente são as mudanças no monitoramento pós-liberação comercial.
É preciso lembrar que o expressivo aumento das lavouras transgênicas no Brasil ao longo dos últimos dez anos, em sua maioria desenvolvidas para tolerar a aplicação de herbicidas, foi um dos grandes responsáveis por levar o Brasil a ocupar, desde 2008, a primeira posição no ranking mundial de consumo de agrotóxicos (pois, ao contrário do que diz a propaganda, as lavouras transgênicas tendem a consumir mais – e não menos – agrotóxicos que as lavouras convencionais).
Atualmente, além e ser o campeão mundial no uso de venenos, o Brasil importa e permite a aplicação de produtos proibidos em outros países. Nossas estruturas de fiscalização não são eficientes e tanto consumidores como, especialmente, trabalhadores rurais são expostos a produtos ligados ao desenvolvimento de câncer, teratogênese, desregulação endócrina, entre muitos outros males.Agricultura orgânica e produção integrada: diferenças e semelhanças
A produção integrada, deveria ser uma obrigação a ser seguida, para minimizar os impactos da agricultura convencional e a agricultura orgânica, necessita-se cada vez mais de incentivo e investimento, tanto em extensão e pesquisa para deixar de ser marginalizada e ter real condições para contribuir, para uma agricultura, verdadeiramente sustentável.
Link para download direto: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/628874
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