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domingo, 4 de maio de 2014

Teste flagra antibiótico em vinho de 13 vinícolas



Ministério da Agricultura constata fungicida em amostras recolhidas no Sul

O DIA
Rio Grande do Sul - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca divulgou ontem o nome de 13 vinícolas do Rio Grande do Sul suspeitas de adulterar vinhos com o uso de antibióticos. Exames feitos no ano passado encontraram, em várias amostras do produto a substância natamicina, um antifúngico que prolonga a conservação do vinho.

O chefe do Ministério no estado, José Fernando Werlang, explicou que foram feitos, no ano passado, testes em produtos de 53 empresas produtoras de vinho. Segundo ele, as empresas em que foi constatada a contaminação serão multadas e podem ser fechadas.

Ele disse que a natamicina é um produto barato e eficiente para matar germes e bactérias e na proteção às lavouras. Mas, se consumido com frequência, pode gerar no organismo tolerância a outros antibióticos.

A divulgação da lista pelo Ministério foi feita por pressão do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), depois da divulgação de constatação da contaminação. O presidente do Instituto, Carlos Paviani, criticou as empresas envolvidas e pediu punição para elas. “Esperamos que o problema seja detectado o mais breve possível e que as empresas que estão atuando irregularmente sejam autuadas”, afirmou.

Paviani disse esperar uma ação rápida do Ministério para que as adulterações “cessem imediatamente”. Segundo ele, a maior preocupação é que a divulgação da notícia sobre a contaminação comprometa a imagem de todo o setor vinícola.

EMPRESAS NEGAM

Empresas citadas pelo Ministério negaram ter adulterado seus produtos. A Cooperativa Victor Emanuel rechaçou a contaminação de qualquer de seus produtos; a Capeletti alegou que o Ministério não apresentou provas; e a VT prometeu se pronunciar na segunda-feira.

Fonte: http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-05-03/teste-flagra-antibiotico-em-vinho-de-13-vinicolas.html

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Veneno Está na Mesa 2




Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores.

Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?

Você viu o primeiro filme?

Se não viu clique no link abaixo:

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Gestão Sustentável na Agricultura



á conhece o recente lançamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento? É a 2ª edição do livro "Gestão Sustentável na Agricultura". Nele, você pode conferir exemplos de sucesso sobre o tema e ter dicas legais para aplicar em sua propriedade.

Link para baixar direto: http://bit.ly/1h2DnnB

Pesticida que mata abelhas também faz mal aos humanos, alerta agência europeia




Um dos pesticidas mais utilizados na agricultura e suspeito de estar a matar abelhas pode afectar também o sistema nervoso humano e deve ser alvo de controlo e limites mais rígidos. 

O alerta é da Agência Europeia de Segurança Alimentar (AESA), num parecer divulgado esta terça-feira.

Os pesticidas em causa são da família dos neonicotinóides - insecticidas que têm sido acusados de estarem a dizimar populações de abelhas. Alguns estão sob uma proibição temporária na União Europeia, imposta por Bruxelas desde o princípio deste mês.

O parecer da AESA resulta de um pedido da Comissão Europeia, feito em Novembro de 2012, depois de um novo estudo ter sugerido riscos daqueles pesticidas para o ser humano. Realizado por investigadores do Instituto de Ciências Médicas de Tóquio e publicado na revista científica PLOS One, o estudo avaliou o efeito dos insecticidas acetamiprida e imidaclopride em células nervosas de ratos.

 A conclusão foi a de que ambos podem afectar o desenvolvimento do cérebro, tal como a nicotina.

À luz dos novos dados, a AESA reavaliou toda a produção científica existente e, embora haja muitas incertezas, chegou à mesma conclusão. “Ambos os compostos podem afectar o desenvolvimento e a funcionalidade dos neurónios”, sustenta a agência, no seu parecer, referindo-se às células que são a base do sistema nervoso.

A AESA chama a atenção para uma série de limitações metodológicas dos estudos existentes, dizendo que ainda é necessário mais investigação com animais. Mas ainda assim a agência recomenda uma redução, nalguns casos substancial, das doses aceitáveis de exposição aos pesticidas.

Veja também:



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Anvisa recebe dossê sobre impactos do 2,4-D e das plantas transgênicas associadas



O GEA Grupo de Estudos em Agrobiodiversidade protocolou na Anvisa um dossiê sobre impactos à saúde causados pelos agrotóxicos à base de 2,4-D e pelas plantas tolerantes a esses herbicidas. O 2,4-Diclorofenoxiacético (2,4-D) está sendo reavaliado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que tem até junho para apresentar suas conclusões sobre manter, restringir ou retirar o produto do mercado.

O prazo foi recomendado pelo Ministério Público Federal, que em dezembro passado realizou audiência pública para avaliar os riscos de uma eventual liberação comercial de sementes transgênicas de soja e milho resistentes ao produto. Essas variedades foram desenvolvidas pela empresa Dow Agrosciences e estão sob análise da Comissão Técnica Nacional de Biosseguranaça – CTNBio, órgão que até hoje não rejeitou um único pedido de liberação comercial de organismo geneticamente modificado.

Além de ter sido ingrediente do Agente Laranja usado na Guerra do Vietnã, os herbicidas à base de 2,4-D são neurotóxicos e afetam o sistema reprodutivo. São ainda apontados como potenciais carcinogênicos e desreguladores endócrinos. Mais grave ainda é a probabilidade – relativamente alta em determinados contextos – de o produto estar contaminado com dioxinas, moléculas altamente cancerígenas.

 O veneno foi proibido em 1997 na Dinamarca, Suécia e Noruega e mais recentemente em algumas províncias da África do Sul, bem como em municípios catarinenses e do Rio Grande do Sul. Seu uso em ambientes públicos está proibido nos estados canadenses de Quebec, Newfoundland, Labrador e Nova Scotia.

Um estudo citado no dossiê estima que uma eventual liberação de sementes transgênicas tolerantes ao 2,4-D pode aumentar em até 30 vezes o uso do 2,4-D nos EUA, apenas no caso do milho. Além do aumento das quantidades usadas – e consequentemente da contaminação ambiental e da intoxicação da população em geral – a liberação comercial dessas sementes iria gerar riscos sérios e ainda poucos entendidos para a saúde do consumidor. De fato, o produto não é metabolizado da mesma maneira nas plantas transgênicas e nas convencionais, e os novos metabólitos podem sofrer transformações químicas durante a digestão, gerando dioxinas e furanos tóxicos no organismo humano.

Ao todo são 49 instituições que endossam o documento, entre elas o Instituto Nacional do Câncer, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva, o Centro Brasileiro de Estudos sobre a Saúde e o Conselho Federal de Nutricionistas. O documento também recebeu apoio da plenária do Encontro Nacional 4ª Conferência + 2 de Segurança Alimentar e Nutricional, realizado na semana passada pelo CONSEA.

Para o biólogo Gilles Ferment, autor do estudo e pesquisador do GEA/Nead, “os quase 100 estudos que reunimos para apresentar à Anvisa nos permitem concluir que a liberação desse pacote semente-agrotóxico poderá trazer danos graves e persistentes no tempo para os trabalhadores rurais, os consumidores e o meio ambiente em geral”.

Fonte: AS-PTA

O documento pode ser baixado no link abaixo:


Atrás de uma árvore ...

sábado, 12 de abril de 2014

HORTA EM PEQUENOS ESPAÇOS


PLANETA TERRA - TODAS AS ESPÉCIES ESTÃO LIGADAS.