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domingo, 19 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Governo contraria a lei e libera agrotóxico mais nocivo à saúde
Veja a notícia completa no link abaixo:
Governo contraria a lei e libera agrotóxico mais nocivo à saúde
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Consea apoia posição do INCA sobre os agrotóxicos
O Instituto Nacional do Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde, divulgou documento nesta quarta-feira (08/03) no qual adota um posicionamento sobre o uso de agrotóxicos no país e seus efeitos sobre a saúde e a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros.
O INCA posiciona-se “contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil e ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer”. Também defende “iniciativas de regulação e controle destas substâncias, além de incentivos a alternativas agroecológicas”.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Uso de agrotóxicos no Brasil mais que dobra entre 2000 e 2012
O uso de agrotóxicos pelo agronegócio brasileiro mais do que dobrou entre 2000 e 2012. Na média do país, foram comercializados 6,9 quilos por hectare (kg/ha) plantado em 2012, alta de 11% ante o ano anterior, segundo a 6ª edição dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2015, divulgada nesta sexta-feira (19), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O tema foi alvo de recente polêmica. Em abril, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou documento no qual afirma que o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de agrotóxicos, com consumo médio mensal de 5,2 quilos de veneno agrícola por habitante - uma medição diferente da apresentada pelo IBGE, a partir de dados do Ibama, que avalia o uso por hectare.
O Inca recomendou a "redução progressiva e sustentada" do emprego de agrotóxicos nas plantações, diante de evidências de que a exposição de pesticidas está ligada a casos de câncer.
domingo, 14 de junho de 2015
Mitos midiáticos colocam em risco a saúde do brasileiro
Por Carolina Chagas*
O momento atual pede alerta e urgência. Cada brasileiro, em 2014, consumiu 7,3 litros de agrotóxicos, presentes em dois terços dos alimentos consumidos rotineiramente nas nossas mesas, como: abobrinha, pimentão, maçã, cenoura, arroz e outros alimentos.
Esses dados foram anunciados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, em seu quarto ano de existência, contando com o apoio de 117 entidades em defesa da causa. Não é para menos que o nosso país se configura mundialmente como recordista no consumo desses venenos.
Nosso mercado interno, tal como aponta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não apresenta restrições quanto ao uso de produtos banidos ou com produção suspensa em países mais ricos, devido aos agravos à saúde e ao meio ambiente.
Esses dados foram anunciados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, em seu quarto ano de existência, contando com o apoio de 117 entidades em defesa da causa. Não é para menos que o nosso país se configura mundialmente como recordista no consumo desses venenos.
Nosso mercado interno, tal como aponta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), não apresenta restrições quanto ao uso de produtos banidos ou com produção suspensa em países mais ricos, devido aos agravos à saúde e ao meio ambiente.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Milho Transgênico Bt não cumpre seu papel
Tecnologia, conforme os produtores de MT, demandou até cinco aplicações de inseticidas e custo elevou
Via: AGROLINK
MARIANNA PERES
Apesar de o clima bom ter feito toda a diferença sobre o desenvolvimento do milho safrinha, em Mato Grosso, elevando as perspectivas de produtividade e de produção, o ciclo vai deixando um peso a mais no orçamento do produtor.
Quase 70% deles estão realizando elevado número de aplicações de inseticida no milho semeado com a tecnologia Bt, variedade que já embute um valor agregado maior à semente e que, em princípio, deveria dispensar esse tipo de tratamento químico, ainda mais de maneira intensiva.
A constatação feita no Circuito Tecnológico – Etapa Milho, evento organizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) – evidencia, conforme a entidade, que a tecnologia está perdendo sua eficiência e, por isso, demandando maior uso de defensivos para o combate às pragas. O milho é a principal cultura de segunda safra utilizada no Estado.
O resultado foi obtido com a aplicação de questionários quantitativos, além da coleta de amostras de talhões de milho em todo o Estado no mês de abril.
“Esse é um dado que nos serve de alerta. Estão aplicando altas doses de inseticida em um milho que não precisaria disso, e se isso ocorre, é porque a tecnologia de combate já não está mais tão eficiente”, ressaltou Cid Sanches, gerente de planejamento da Aprosoja.
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