Seja Bem Vindo!!!
O objetivo desse blog é compartilhar informações, videos, reflexões que auxiliem as pessoas a compreender melhor a importância de se relacionar bem com a natureza.
É o que mostra pesquisa inédita do Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde. A descoberta reforça a demanda, urgente, pela produção agroecológica
Segundo a pesquisa do Inca, a exposição a agrotóxicos aumenta o risco de câncer de pele mesmo quando o trabalhador fica por menos tempo ao sol
São Paulo – A exposição excessiva aos raios solares, principalmente entre as 10 e 16 horas, é a maior causa do câncer de pele – o tipo de maior incidência no Brasil. No entanto, uma pesquisa concluída recentemente no Instituto Nacional do Câncer José de Alencar (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, sugere que que os agrotóxicos podem estar muito mais envolvidos no surgimento da doença do que se pensava.
Usado para aumentar a eficiência alimentar na produção de carnes, o medicamento fomenta o debate da classe científica de que poderia ocasionar o surgimento de superbactérias
Antibióticos fazem parte da vida da população no combate a doenças, que vez ou outra, atrapalham nossa saúde e são receitados via indicação médica. Mas quando se trata da produção de carne – principalmente aves e suínos e, em segundo plano, bovinos em confinamento – essa classe de medicamentos está além dos fins terapêuticos: são utilizados para aumentar a eficiência alimentar, ou seja, ganho de peso dos animais por meio dos antibióticos promotores de crescimento (APC).
O Brasil definiu, em lei, que os lixões a céu aberto tinham data para acabar. Esse prazo venceu há um ano.
Isso não impediu que mais de 1.500 cidades brasileiras continuassem enviando resíduos para lixões, incluindo a nossa capital federal.
Brasília ostenta um título difícil de se orgulhar: o de ter o maior lixão a céu aberto da América Latina, o Lixão da Estrutural, que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto e do local das tomadas de decisão mais importantes do país.
(Fonte revista Época)
O fato de Brasília te ter o título de ter o maior lixão a céu aberto , que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto, nos leva a refletir que esse lixão não é apenas físico, mas a politica brasileira no congresso e pelo Brasil, tem mostrado que também é um lixão a céu aberto, e por isso não conseguimos resolver algo tão básico, nem na capital federal.
Parabéns ao Japão, que nos mostra, que existe sim um caminho.
Naturalmente que a solução que eles encontraram lá esta de acordo com a realidade deles, a nossa realidade é outra, a solução é outra, e temos conhecimentos suficientes para resolver, falta seriedade e vontade para resolver.
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Pensando no agricultor, no consumidor e no ambiente como um todo, um grupo de professores da UFSM deu início, em 2012, a uma pesquisa que tinha um objetivo nobre: desenvolver produtos que combatessem pragas das lavouras sem prejudicar a saúde.
O resultado desse trabalho vai ser apresentado em 4 de abril, durante o 6º Workshop de Bioprodutos Aplicados à Agricultura, no auditório do CCR (veja a programação completa aqui).
Cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento, onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.
Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram nessa semana (7) um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.
De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.
Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.
Técnica simples e barata pode auxiliar na reabilitação de áreas degradadas com um custo até 50% menor em comparação aos métodos tradicionais. Trata-se do uso de papelão para controle do capim no coroamento (capina ao redor) de mudas em ações de reflorestamento. O produtor pode utilizar até mesmo caixas usadas de pizza. Desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Agrobiologia, a técnica pode viabilizar financeiramente a adoção da recuperação de pastagens para pequenos produtores. O Brasil tem hoje cerca de 21 milhões de hectares de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal que precisam ser restauradas, a maioria sob uso de pastagem.