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domingo, 16 de julho de 2017

Pesticidas à base de nicotina são nocivos a abelhas, diz estudo

Pesquisa realizada tem três países foi publicada pela revista 'Science'. Intenção era estabelecer impactos no 'mundo real' e não em laboratórios.

Fonte G1 Ciência e Saúde


Usados na agricultura, agrotóxicos neonicotinoides podem ser responsáveis pelo declínio da população de abelhas na natureza. Sugestão vem de abrangente pesquisa de campo realizada em três países e publicada na "Science".

terça-feira, 11 de julho de 2017

UFFS testa sensor biológico capaz de identificar presença de agrotóxicos na água

As pessoas poderiam ter uma visão qualitativa da presença de agrotóxico na água que consomem...



Pesquisadores da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Realeza, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO) e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) estão desenvolvendo um sensor biológico (biossensor) capaz de detectar a presença de agroquímicos em águas subterrâneas e superficiais.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Risco de câncer de pele é sete vezes maior em trabalhadores expostos a agrotóxicos

É o que mostra pesquisa inédita do Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde. A descoberta reforça a demanda, urgente, pela produção agroecológica

por Cida de Oliveira, da RBA publicado 12/05/2017 10h03
Segundo a pesquisa do Inca, a exposição a agrotóxicos aumenta o risco de câncer de pele mesmo quando o trabalhador fica por menos tempo ao sol

São Paulo – A exposição excessiva aos raios solares, principalmente entre as 10 e 16 horas, é a maior causa do câncer de pele – o tipo de maior incidência no Brasil. No entanto, uma pesquisa concluída recentemente no Instituto Nacional do Câncer José de Alencar (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, sugere que que os agrotóxicos podem estar muito mais envolvidos no surgimento da doença do que se pensava.

sábado, 6 de maio de 2017

Antibióticos com fim nutricional: produção controversa


Folha Londrina/Rural (*)

Usado para aumentar a eficiência alimentar na produção de carnes, o medicamento fomenta o debate da classe científica de que poderia ocasionar o surgimento de superbactérias


Antibióticos fazem parte da vida da população no combate a doenças, que vez ou outra, atrapalham nossa saúde e são receitados via indicação médica. Mas quando se trata da produção de carne – principalmente aves e suínos e, em segundo plano, bovinos em confinamento – essa classe de medicamentos está além dos fins terapêuticos: são utilizados para aumentar a eficiência alimentar, ou seja, ganho de peso dos animais por meio dos antibióticos promotores de crescimento (APC).

domingo, 16 de abril de 2017

Tratamento do lixo no Japão





O Brasil definiu, em lei, que os lixões a céu aberto tinham data para acabar. Esse prazo venceu há um ano.

Isso não impediu que mais de 1.500 cidades brasileiras continuassem enviando resíduos para lixões, incluindo a nossa capital federal.

Brasília ostenta um título difícil de se orgulhar: o de ter o maior lixão a céu aberto da América Latina, o Lixão da Estrutural, que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto e do local das tomadas de decisão mais importantes do país.
(Fonte revista Época)

O fato de Brasília te ter o título de ter o maior lixão a céu aberto , que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto, nos leva a refletir que esse lixão não é apenas físico, mas a politica brasileira no congresso e pelo Brasil, tem mostrado que também é um lixão a céu aberto, e por isso não conseguimos resolver algo tão básico, nem na capital federal.

Parabéns ao Japão, que nos mostra, que existe sim um caminho.

Naturalmente que a solução que eles encontraram lá esta de acordo com a realidade deles, a nossa realidade é outra, a solução é outra, e temos conhecimentos suficientes para resolver, falta seriedade e vontade para resolver.

Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?

Veja:

quarta-feira, 29 de março de 2017

UFSM cria herbicida que não prejudica a saúde e o ambiente



Pensando no agricultor, no consumidor e no ambiente como um todo, um grupo de professores da UFSM deu início, em 2012, a uma pesquisa que tinha um objetivo nobre: desenvolver produtos que combatessem pragas das lavouras sem prejudicar a saúde.

O resultado desse trabalho vai ser apresentado em 4 de abril, durante o 6º Workshop de Bioprodutos Aplicados à Agricultura, no auditório do CCR (veja a programação completa aqui).

sábado, 18 de março de 2017

Pesticidas matam 200 mil pessoas por intoxicação aguda todo ano, alertam especialistas

Cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento, onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

Foto: Akarsh Simha/Flickr/CC


Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram nessa semana (7) um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.

Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.