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domingo, 16 de abril de 2017

Tratamento do lixo no Japão





O Brasil definiu, em lei, que os lixões a céu aberto tinham data para acabar. Esse prazo venceu há um ano.

Isso não impediu que mais de 1.500 cidades brasileiras continuassem enviando resíduos para lixões, incluindo a nossa capital federal.

Brasília ostenta um título difícil de se orgulhar: o de ter o maior lixão a céu aberto da América Latina, o Lixão da Estrutural, que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto e do local das tomadas de decisão mais importantes do país.
(Fonte revista Época)

O fato de Brasília te ter o título de ter o maior lixão a céu aberto , que fica a menos de 15 quilômetros do Congresso, do Palácio do Planalto, nos leva a refletir que esse lixão não é apenas físico, mas a politica brasileira no congresso e pelo Brasil, tem mostrado que também é um lixão a céu aberto, e por isso não conseguimos resolver algo tão básico, nem na capital federal.

Parabéns ao Japão, que nos mostra, que existe sim um caminho.

Naturalmente que a solução que eles encontraram lá esta de acordo com a realidade deles, a nossa realidade é outra, a solução é outra, e temos conhecimentos suficientes para resolver, falta seriedade e vontade para resolver.

Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?

Veja:

quarta-feira, 29 de março de 2017

UFSM cria herbicida que não prejudica a saúde e o ambiente



Pensando no agricultor, no consumidor e no ambiente como um todo, um grupo de professores da UFSM deu início, em 2012, a uma pesquisa que tinha um objetivo nobre: desenvolver produtos que combatessem pragas das lavouras sem prejudicar a saúde.

O resultado desse trabalho vai ser apresentado em 4 de abril, durante o 6º Workshop de Bioprodutos Aplicados à Agricultura, no auditório do CCR (veja a programação completa aqui).

sábado, 18 de março de 2017

Pesticidas matam 200 mil pessoas por intoxicação aguda todo ano, alertam especialistas

Cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento, onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

Foto: Akarsh Simha/Flickr/CC


Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram nessa semana (7) um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.

Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.

terça-feira, 7 de março de 2017

Caixas de pizza podem baratear reflorestamento

Foto: Felipe Ferreira
Fonte e imagens :Embrapa Agrobiologia

Técnica simples e barata pode auxiliar na reabilitação de áreas degradadas com um custo até 50% menor em comparação aos métodos tradicionais. Trata-se do uso de papelão para controle do capim no coroamento (capina ao redor) de mudas em ações de reflorestamento. O produtor pode utilizar até mesmo caixas usadas de pizza. Desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Agrobiologia, a técnica pode viabilizar financeiramente a adoção da recuperação de pastagens para pequenos produtores. O Brasil tem hoje cerca de 21 milhões de hectares de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal que precisam ser restauradas, a maioria sob uso de pastagem.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

'Bomba-relógio' de suicídios: Como uma mescla de agrotóxicos, depressão e dívidas abala grupo de agricultores gaúchos

Paula Sperb BBC BRASIL

Simone Rovadoski ficou um ano sem plantar depois da morte do marido


A família de agricultores acordou cedo e tomou chimarrão naquela manhã quente de 21 de dezembro de 2013. A mãe fez bolinhos para o lanche e iniciou o preparo da lentilha para o almoço.

Mas, quando Simone Rovadoski, 39 anos, saiu da casa para ajudar o marido José Dell Osbel, 44, no cultivo dos 48 mil pés de tabaco da família, encontrou-o morto.

"Não pude evitar que as crianças vissem. Foi um horror", relembra Simone sobre o suicídio do marido, em Gramado Xavier, a 156 km de Porto Alegre. "Ajuda a salvar meu pai, ajuda!", pedia o filho do casal, na época com 13 anos, para curiosos que se aproximavam.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Efeitos crônicos dos venenos em lavouras não são considerados


Um estudo da Anvisa sobre a presença de agrotóxicos foi severamente questionado por pesquisadores. A principal crítica é que o órgão relativizou as preocupações sobre contaminação. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que houve um aumento desproporcional na comercialização do produto entre 2007 e 2013.