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terça-feira, 12 de maio de 2026

Feijão com agrotóxico 355 vezes além do teto





Uma denúncia recente aponta que o governo brasileiro levou
um ano para efetuar o recolhimento de lotes de feijão que continham resíduos de agrotóxicos em níveis 355 vezes superiores ao limite máximo permitido pela legislação. [1, 2]
O caso, revelado por reportagens da Repórter Brasil e repercutido por colunistas como Leonardo Sakamoto, destaca graves falhas na fiscalização e na agilidade dos órgãos reguladores.
Detalhes do Caso
  • Contaminação Extrema: Foram encontrados níveis de substâncias químicas (como herbicidas e inseticidas) centenas de vezes acima do teto de segurança estabelecido pela Anvisa.
  • Demora no Recolhimento: Embora a irregularidade tenha sido detectada em fiscalizações anteriores, o produto permaneceu disponível para consumo ou demorou a ser retirado das prateleiras devido à lentidão nos processos administrativos e de notificação.
  • Reincidência: A empresa responsável pelos lotes já acumulava diversas autuações por infrações semelhantes em vários estados brasileiros.
  • Riscos à Saúde: Especialistas alertam que a exposição a esses níveis de veneno pode causar intoxicações agudas e problemas crônicos, como danos ao sistema reprodutivo e maior risco de câncer.

    Veja a reportagem completa:

    Governo leva um ano para recolher feijão com agrotóxico 355 vezes acima do limite

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Agrotóxicos em Produtos Ultraprocessados - Revela Pesquisa Inédita

 


No Idec, discutimos há anos os malefícios trazidos pelo consumo de produtos ultraprocessados, os problemas da contaminação de alimentos com agrotóxicos e a ausência de medidas eficazes para a proteção da saúde dos consumidores. Agora, em uma pesquisa inédita no país, descobrimos que diversos ultraprocessados consumidos pelos brasileiros também contêm agrotóxicos.

Veja a matéria e tenha acesso a cartilha no link abaixo:

sábado, 23 de março de 2019

Solo brasileiro contém mistura complexa de agrotóxicos, aponta estudo realizado em Rio Grande

Pesquisa indica que território contém inclusive produtos proibidos no país

Resultado de imagem para Solo brasileiro contém mistura complexa de agrotóxicos, aponta estudo realizado em Rio Grande
GAÚCHA ZH



Biólogo e professor de Toxicologia da Furg; bióloga e doutoranda em Ciências da Saúde da Furg

Falar sobre agrotóxicos passou a ser um assunto corriqueiro para os brasileiros. Na mesa de jantar ou de um bar, hoje comenta-se muito sobre seus riscos à saúde humana ou mesmo a aniquilação de populações de abelhas em várias partes do mundo. Dentre todos os poluentes ambientais, os agrotóxicos talvez sejam os mais controversos, pois envolvem, muitas vezes em lados opostos, forças poderosas do agronegócio e ambientalistas. Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e, no ambiente, o solo é um dos principais depósitos desses compostos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Estudo inédito identifica 60 substâncias tóxicas em fraldas descartáveis

Nas amostras foi encontrado até glifosato, o agrotóxico mais usado no mundo

Fonte da imagem : L'Anses
A Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho (Anses), da França, publicou nesta quarta-feira (23) um relatório alarmante sobre a presença de substâncias tóxicas em fraldas descartáveis para bebês.

 Nas amostras, foi encontrado até glifosato, o agrotóxico mais usado no mundo, fabricado pela Monsanto e apontado como causador de câncer no seu uso contínuo na agricultura.

O estudo constatou que, em diversos casos, as marcas ultrapassam os limites máximos autorizados de elementos químicos, na fabricação de um produto para um público tão sensível quanto os bebês.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Testes de ONG mostram que 36% dos alimentos têm agrotóxicos acima do limite ou proibidos

Publicado originalmente em : G1 BEM ESTAR Por Monique Oliveira.
Resultado de imagem para 36% dos alimentos têm agrotóxico proibido ou acima do limite, indica estudo
Levantamento da ONG Greenpeace com alimentos como arroz, feijão e café mostrou ainda que 60% das amostras apresentam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.

Testes feitos em 12 alimentos comuns da dieta do brasileiro, entre eles o arroz e o feijão, mostraram que 36% apresentavam irregularidades em relação a agrotóxicos: ou apresentavam pesticidas totalmente proibidos no Brasil para qualquer alimento; ou continham níveis de produtos proibidos para aquela cultura específica; ou, ainda, contavam com resíduos acima do limite permitido por lei.

O levantamento também mostrou que 60% das amostras apresentavam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.


VEJA TAMBÉM:
É seguro, ingerir diariamente resíduos de agrotóxicos?


domingo, 29 de outubro de 2017

Bicarbonato de sódio ajuda a retirar até 96% de agrotóxico da maçã, mostra pesquisa

Por G1



Agrotóxicos são utilizados para aumentar o rendimento dos alimentos, mas há preocupações em relação ao risco à saúde humana ao longo do tempo (Foto: Reprodução/RBS TV)



Método foi o mais efetivo para retirar produtos na superfície da fruta.


 Maçãs ficaram imersas por 15 minutos em solução de bicarbonato.

Um produto de uso doméstico comum, o bicarbonato de sódio, pode ajudar a tirar resíduos de agrotóxico na superfície da maçã, diz pesquisa publicada nesta quarta-feira (25) no "Journal of Agricultural and Food Chemistry".

sábado, 25 de fevereiro de 2017

'Bomba-relógio' de suicídios: Como uma mescla de agrotóxicos, depressão e dívidas abala grupo de agricultores gaúchos

Paula Sperb BBC BRASIL

Simone Rovadoski ficou um ano sem plantar depois da morte do marido


A família de agricultores acordou cedo e tomou chimarrão naquela manhã quente de 21 de dezembro de 2013. A mãe fez bolinhos para o lanche e iniciou o preparo da lentilha para o almoço.

Mas, quando Simone Rovadoski, 39 anos, saiu da casa para ajudar o marido José Dell Osbel, 44, no cultivo dos 48 mil pés de tabaco da família, encontrou-o morto.

"Não pude evitar que as crianças vissem. Foi um horror", relembra Simone sobre o suicídio do marido, em Gramado Xavier, a 156 km de Porto Alegre. "Ajuda a salvar meu pai, ajuda!", pedia o filho do casal, na época com 13 anos, para curiosos que se aproximavam.