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terça-feira, 31 de julho de 2018

BBC News Brasil: “O holandês que foi de entusiasta de agrotóxicos a pioneiro de orgânicos no Brasil”

'Competíamos para ver quem tinha mais químico nas mãos': O holandês que foi de entusiasta de agrotóxicos a pioneiro de orgânicos no Brasil'

Tini e Joop
Joop e Tini se conheceram no Brasil, mas ambos vieram de famílias grandes e ligadas à terra na Holanda; juntos, descobriram paixão por orgânicos


A história de um homem que durante anos de sua vida se orgulhou de ser um “especialista em veneno” e hoje é produtor da agricultura orgânico e ferrenho opositor dos agrotóxicos.

O passo a passo dessa transformação foi contado pela jornalista Camila Costa em reportagem publicada nesta segunda-feira (19) no site da BBC News Brasil. É a história do holandês Joop Stoltenborg, que decidiu parar de usar agrotóxicos depois que presenciou vários acidentes. Um amigo de Stoltenborg foi intoxicado pelo vazamento de uma máquina de pulverizar, e o veneno penetrou nos rins. “Ele ficou muitos meses na cama e até hoje sofre com problemas renais. Tudo isso mexeu muito comigo", afirmou o produtor à reportagem da BBC.

O sítio da família do agricultor holandês produz tomates em estufa usando apenas produtos com certificado orgânico e faz rotação de culturas. Com 30 funcionários, o Sítio A Boa Terra produz couve-flor, brócolis, abobrinha, batata inglesa, batata doce, beterraba, cenoura, gengibre, inhame, mandioca, milho, pepino japonês, alho, quiabo, rabanete, açafrão, diversos tipos de alface, almeirão, escarola, rúcula e temperos em geral.

Numa palestra realizada em São Paulo, no último mês de março, Stoltenborg começou colocando cuidadosamente uma máscara e borrifando veneno em um prato de salada fresca. "Aqui eu usei só a dose permitida, dentro das normas”, disse ele. “Agora quero ver quem quer comer essa comida", desafiou. Ninguém se encorajou.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria.

Fonte: Ascom/Consea, com informações da BBC News Brasil
           Segurança Alimentar e Nutricional


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Comida ou veneno? Produção orgânica se viabiliza como garantia de segurança alimentar

Ainda modesta no país, atividade agrícola sem agrotóxicos cresce 35% ao ano e se viabiliza também modelo de negócio – solidário, sustentável e lucrativo



Vilmar Menegat não tem filhos. Mas se vê como "pai" de uma família numerosa de sementes nativas. São mais de 60 diferentes "filhotes" conservados com carinho em potes de vidro reciclados. Milho, feijão, trigo sarraceno, soja preta, chia são alguns dos nomes dessas crioulas – vistas pelo agricultor como sementes da preservação da biodiversidade do planeta.

Vilmar, 42 anos, vive com os pais, descendentes de italianos, em um sítio de 50 hectares no interior de Ipê, município localizado na serra gaúcha, autointitulado "Capital Nacional da Agroecologia".

A principal cooperativa da cidade, Eco Nativa, tem 67 produtores orgânicos associados que vendem diretamente em feiras de Porto Alegre e Caxias do Sul – o excedente vai para os supermercados. Ipê e a cidade vizinha Antônio Prado foram pioneiras da produção de alimentos orgânicos no Brasil.

Toda semana levam quatro caminhões carregados às feiras de Porto Alegre.

 Normalmente retornam vazios.

Veja a reportagem completa no link abaixo:



Comida ou veneno? Produção orgânica se viabiliza como garantia de segurança alimentar

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Alimentos orgânicos auxiliam desempenho de atleta olímpico

Henrique Avancini, representante do Brasil nas competições de mountain bike das Olimpíadas, afirma que a alimentação orgânica melhorou sua performance.



Os atletas olímpicos e de alto nível de competitividade, que adotam dietas nutricionais controladas, também se favorecem da produção de alimentos sustentáveis, fruto do trabalho diário de inúmeros produtores rurais. A alimentação equilibrada e saudável, segundo médicos, nutricionistas e preparadores físicos, vem ajudando esportistas das mais variadas modalidades em seus treinos e competições, com resultados muito positivos.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

A cooperativa que transformou o Brasil no maior produtor de arroz orgânico da América Latina



Dentro da cidade, formou-se o assentamento Lagoa do Junco do MST, em 1995. Hoje moram cerca de 90 pessoas numa vila muito bem organizada, decorada com flores e som de pássaros. A cooperativa surgiu logo depois, em 1998. A importância de trabalhar coletivamente está enraizado na cultura local.


Com o passar dos anos, eles tiveram uma experiência bem assustadora com o uso de agrotóxicos. Um dos agricultores caiu no chão, tonto, escorrendo sangue pela boca e então começou uma nova era na cidade. Acabou essa história de veneno! Agora 100% da lavoura é orgânica. Hoje a Coopat trabalha com 400 famílias assentadas do Rio Grande do Sul que formam a maior marca de arroz orgânico da América Latina: a Terra Livre. Totalmente produzida em assentamentos de reforma agrária!

Veja a reportagem completa no link abaixo:

domingo, 15 de maio de 2016

Manejo de pragas e produção orgânica são contrapontos ao uso de agrotóxicos


Estudos da Embrapa no Paraná mostram que a adoção do Manejo Integrado de Pragas pode reduzir em até 50% o uso de agrotóxicos na agricultura

CenárioMT


Da ABrPublicado em 20/12/2015, às 13h03

A produção orgânica é o componente mais importante para ser utilizado como contraponto aos agrotóxicos no Brasil, na avaliação do professor Carlos Hugo Rocha, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza.

Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Paraná mostram que a adoção do chamado Manejo Integrado de Pragas pode reduzir em até 50% o uso de agrotóxicos na agricultura. A mesma metodologia tem sido usada em outras regiões do Brasil e em outros países, segundo Rocha.

“O conhecimento acadêmico para isso já existe e ele vem sendo aprimorado por pesquisadores em diversas universidades no país”. Segundo ele, já há nas faculdades de agronomia conhecimento consolidado sobre o manejo de pragas como referencial para a redução do uso de agrotóxicos no dia a dia da agricultura brasileira.

No entanto, segundo Rocha, o método esbarra nos interesses econômicos das empresas que vendem produtos agroquímicos. Os técnicos dessas empresas têm o trabalho e o salário atrelados à venda dos defensivos e exercem muita influência nas decisões dos agricultores sobre a produção, o que faz com que a redução do uso de agrotóxicos seja um dos principais desafios da agricultura nacional.

No Paraná, por exemplo, o total de produtos agroquímicos vendidos alcançou 10 quilos por habitante, por ano, em 2011. “Esse é um número extremamente elevado quando a gente compara isso com qualquer outra região do Brasil e do mundo. São dados bastante preocupantes”, disse o professor à Agência Brasil. Daí a busca de alternativas para o controle de agrotóxicos ser fundamental para a saúde dos ecossistemas em geral, incluindo o solo, a vida silvestre, os mananciais de água e também para a saúde da população, apontou Rocha. “Esses produtos são perigosos, entram nas cadeias alimentares e isso afeta a saúde da população brasileira em geral”.

Agricultura orgânica


De acordo com o especialista, as propriedades que trabalham com agricultura orgânica não usam, por princípio, produtos agrotóxicos. Os agricultores conseguiram desenvolver métodos adaptados de cultivo no qual a presença da vegetação dos ecossistemas naturais se mescla à paisagem agrícola e o manejo das culturas e do solo é feito de maneira mais harmônica com a natureza, o que evita o aparecimento de pragas. Quando elas surgem, são controladas naturalmente pelo próprio meio ou por recursos não tóxicos.

Rocha avalia que a transição de uma agricultura altamente contaminante para o método orgânico também está entre os desafios da produção brasileira. Segundo ele, é crescente o número de agricultores que estão partindo para esse sistema de produção, com predomínio de pequenos proprietários, embora a mudança também em áreas mais extensas, por exemplo, em plantações de cana-de-açúcar em São Paulo, que são cultivadas de maneira orgânica. “É crescente e é potencial”.

Na Dinamarca, o governo tem a meta de transformar 100% de sua agricultura em orgânica. Na Holanda, mesmo a agricultura convencional tem baixo uso de produtos químicos. Além do manejo integrado de pragas, as medidas de legislação ajudam nessa transição, observou Rocha. Por exemplo, na Holanda, que é o maior exportador de batatas semente do mundo, há uma lei que obriga o agricultor a fazer rotação de culturas. “Só pode plantar batatas de quatro em quatro anos porque, se plantar seguidamente, acaba infestando o seu solo e de toda a região por conta disso”, explicou.

No Paraná, está em discussão a necessidade de os plantadores de soja adotarem o regime de rotação de culturas. O uso de agrotóxicos nas duas safras anuais de soja favorece o aparecimento de mais pragas e mais doenças devido à não adoção da rotação de culturas. No estado, 90% das propriedades são de pequeno porte. Pesquisa feita pela UEPG mostra o papel dessas propriedades para a proteção da floresta e, ao mesmo tempo, para a prestação de serviços ambientais para a sociedade, como produção de água, proteção da biodiversidade, proteção contra erosão e estabilidade das margens.

A UEPG está apoiando a transformação dessas propriedades familiares em propriedades orgânicas. Das 1,4 mil propriedades orgânicas certificadas no estado, mais de 300 tiveram suporte do programa de apoio à certificação da universidade, que combina a adequação ambiental, proteção de rios e nascentes e conservação de solos ao apoio para o agricultor levar sua propriedade de um sistema intensivo para um sistema ecológico de produção.

Fonte: MundoBrasil

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Fantástico flagrou vendedores que dizem que seus produtos são orgânicos, mas compram mercadoria com agrotóxico no Ceasa



Para ser considerado orgânico, um produto não pode ter nem traço de agrotóxico ou fertilizante químico. 
O agricultor precisa respeitar o meio ambiente e pagar seus funcionários de forma justa.

 Mas existem aqueles que não fazem nada disso, mesmo assim, oferecem produtos como se fossem orgânicos. São picaretas que se aproveitam de um mercado que cresce mais de 20% ao ano e não é fiscalizado suficientemente. 
O Fantástico acompanhou durante meses alguns desses fraudadores e mostra como eles se aproveitam da boa fé dos consumidores para faturar muito.

Veja o vídeo com a reportagem AQUI

sábado, 21 de novembro de 2015

Plantio orgânico da cana garante produtividade maior, diz agrônomo

MAURO ZAFALON COLUNISTA DA FOLHA

Colheita mecanizada da cana-de-açúcar é feita sem a necessidade de queima da palha

O pioneiro na eliminação da queima da cana e na transformação de canaviais em um ambiente propício para a produção de açúcar orgânico está irrequieto.

O avanço foi grande. A produtividade aumentou e houve ganho com a biodiversidade, mas ele acredita que dá para evoluir muito mais.

Leontino Balbo Júnior, que desde 1988 busca novas formas de manejo dos canaviais das fazendas que compõem o grupo Balbo, em Sertãozinho (SP), tem novas ideias.

sábado, 29 de agosto de 2015

CSA quer criar rede em Londrina para ligar produtores e consumidores de orgânicos


Propriedade dedicada a orgânicos na região de Londrina: CSA quer conectar pontas e eliminar atravessadores (Crédito: Roberto Custódio/Arquivo JL)


Reunião marcada para esta sexta-feira servirá para aproximar agricultores de interessados em alimentação saudável, formando uma rede de consumo sustentável que já existe em 30 cidades brasileiras.


Londrina pode se unir a outras dezenas de cidades brasileiras onde consumidores que querem ficar livres dos agrotóxicos na alimentação conseguem obter frutas e verduras diretamente de agricultores orgânicos.

Livrar-se das frutas e verduras que crescem à base de agrotóxicos nem sempre é uma tarefa simples e barata, mas a rede Community Supported Agriculture (CSA Brasil)- sigla em para Comunidade que Sustenta a Agricultura - escolheu Londrina para uma ação estratégica que pode eliminar essa dificuldade.

Nesta sexta-feira (28), a CSA Brasil faz um encontro no Município para “unir as pontas” e conectar diretamente agricultores de orgânicos a consumidores interessados na alimentação saudável. “A intenção é juntar as pontas e eliminar os atravessadores que só prejudicam essa relação”, explica o agroecólogo Ariel Molina, membro do CSA.

Em todo o mundo, o CSA atua colocando frente a frente produtores e interessados. Na concepção do CSA, a atuação de supermercados, por exemplo, é uma das causas pelos quais os orgânicos são considerados alimentos “de grife”, com alto custo para os consumidores.

Exemplo paulista

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Chapada Diamantina se especializa na produção de alimentos orgânicos

Entrada Gruta do Morro Castelo

Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil já ocupa posição de destaque na produção mundial de orgânicos. Com alimentos de melhor qualidade e, consequentemente, mais nutritivos, esse sistema de cultivo tem sido a melhor opção para garantir a preservação do equilíbrio ambiental e a saúde de produtores e consumidores. Dispensando o uso de fertilizantes sintéticos, agrotóxicos e transgênicos, a agricultura orgânica prioriza a redução do desperdício e ajuda a manter a biodiversidade.

sábado, 8 de agosto de 2015

DINAMARCA – O PRIMEIRO PAÍS QUE, POR LEI, SÓ TERÁ AGRICULTURA ORGÂNICA

Dinamarca

Escrito por Alice Branco

A Dinamarca está se preparando para ter uma agricultura totalmente sustentável. Este é um dos projetos que o atual governo tem intenção de por em prática a de transformar a agricultura dinamarquesa em 100% orgânica.

A primeira meta, a ser alcançada até 2020 é a de se duplicar a quantidade atual de terra cultivada organicamente. Atualmente, a Dinamarca já é o país com maior desenvolvimento e amplitude do comércio de produtos orgânicos. E em 2015 pretende investir mais de 35 milhões de euros para ampliar a agricultura biológica.

Observação do Blogue: na verdade o primeiro país que só permitirá a agricultura orgânica é o BUTÃO;

Butão será o primeiro país do mundo que só permitirá agricultura orgânica

domingo, 2 de agosto de 2015

RJ também vai incluir orgânicos na merenda escolar




Depois do exemplo de São Paulo, que sancionou lei que obriga a inclusão de alimentos orgânicos na merenda de todas as escolas públicas da capital paulista, é a vez do Rio de Janeiro mostrar que também se preocupa com a qualidade da alimentação dos estudantes da rede pública de ensino.

O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Arnoldo de Campos, anunciou que, em breve, a merenda das escolas públicas que estão localizadas na capital fluminense serão preparadas, apenas, com produtos orgânicos e agroecológicos, provenientes da agricultura familiar.

sexta-feira, 20 de março de 2015

VIROU LEI! ORGÂNICOS SÃO OBRIGATÓRIOS NA MERENDA

organicos-deverao-ser-obrigatorios-merenda-escolar
Débora Spitzcovsky

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a Lei Municipal 16.140, que torna obrigatória a inclusão de alimentos orgânicos na merenda de todas as escolas públicas da capital paulista.

A medida, que foi debatida por dois anos na Câmara Municipal de São Paulo, antes de ser aprovada, pretende introduzir hábitos alimentares mais saudáveis na vida dos estudantes e, assim, influenciar diretamente em sua saúde.

“Produtos orgânicos são livres de agrotóxicos, em regra prejudiciais à saúde dos consumidores, especialmente em idade escolar, e podem trazer sequelas irreversíveis, se consumidos habitualmente, como é o caso da merenda escolar”, diz o texto do PL 451/2013, que culminou na criação da nova Lei.

sexta-feira, 13 de março de 2015

NÚMERO DE PRODUTORES ORGÂNICOS CRESCE 51,7% EM UM ANO






Cresceu a adesão dos produtores brasileiros ao mercado de orgânico, que, além de alimentos mais saudáveis, promove a conservação e a recomposição dos ecossistemas. Entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015, a quantidade de agricultores que optaram pela produção orgânica passou de 6.719 para 10.194, um aumento de cerca de 51,7%. As regiões onde há mais produtores orgânicos são o Nordeste, com pouco mais de 4 mil, seguido do Sul (2.865) e Sudeste (2.333).

As Unidades de Produção também tiveram um aumento significativo. Passaram de 10.064 em janeiro de 2014 para 13.323 em janeiro deste ano, ou seja, um acréscimo de 32%. É importante ressaltar que cada produtor orgânico pode ter mais de uma unidade de produção. Por região, o Nordeste é o que mais possui unidades de produção, com 5.228, seguido do Sul (3.378) e do Sudeste (2.228). No Norte, foram contabilizadas 1.337 unidades de produção e no Centro-Oeste, 592.

A área total de produção orgânica no Brasil já chega a quase 750 mil hectares, sendo o Sudeste a região com maior área produtiva, chegando a 333 mil hectares. Em seguida, estão as regiões Norte (158 mil hectares), Nordeste (118,4 mil hectares), Centro-Oeste (101,8 mil hectares) e Sul, com 37,6 mil hectares.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Agricultura orgânica rende mais de R$ 13 milhões no litoral do PI

 

A agricultura orgânica rendeu R$ 13 milhões nos Tabuleiros Litorâneos do Piauí em 2014. A produção gerou ainda 2,7 mil postos de trabalho fixos e temporários, influenciando mais de 20 setores da cadeia produtiva. 

Dos 2,5 mil hectares, 800 estão em plena produção e 80% do plantio é destinado ao cultivo de orgânicos. 

A acerola é o carro-chefe dos tabuleiros - mais de 6,5 mil toneladas da fruta foram cultivadas no ano passado. 

 Há também plantações de caju, coco, goiaba, mamão, manga e melancia. O escoamento da produção está em plena expansão. 

Grandes empresas do ramo comercializam as frutas piauienses nas centrais de abastecimento das capitais e nos supermercados do Nordeste, Sul e Sudeste.

 A acerola orgânica já até ultrapassou as barreiras brasileiras e é exportada indiretamente por uma multinacional, por meio das cooperativas Biofruta e Orgânicos e da empresa Acepar.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Governo lança a campanha Brasil Orgânico e Sustentável para a Copa do Mundo




A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, lançou neste mês a campanha “Brasil Orgânico e Sustentável para a Copa do Mundo de 2014”. A campanha busca incentivar a comercialização e o consumo de produtos orgânicos e da agricultura familiar nas 12 cidades-sede da Copa por meio do aumento de oportunidades para que cooperativas divulguem e vendam seus produtos no megaevento.

– Depois de fazermos um grande trabalho na Rio+20 juntando os aspectos econômico, social e ambiental, queremos repetir isso na Copa, que é a ocasião para discutir o consumo sustentável. Queremos incentivar o consumo dos produtos orgânicos e fortalecer nossas cadeias agroecológicas. A Copa é a oportunidade para avançar a agenda da sustentabilidade – disse a ministra.

Segundo o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, as atividades de incentivo ao consumo consciente vão começar no início de 2014 com o setor privado, as cooperativas e as organizações de pequenos produtores.

– Queremos aproximar oferta e demanda. Vamos ter quiosques e seminários nas 12 cidades-sede, e empresas que aderiram à campanha vão comercializar os produtos em pontos de venda, além de uma série de atividades de divulgação dos produtos orgânicos e da agricultura familiar e que tenham o selo do comércio justo – afirmou.

A iniciativa é coordenada pelo MDS e tem como parceiros os Ministérios de Desenvolvimento Agrário, do Esporte e do Turismo, além do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos).


Fonte:Rural br

sábado, 30 de novembro de 2013

Agricultura orgânica e produção integrada: diferenças e semelhanças



A produção integrada, deveria ser uma obrigação a ser seguida, para minimizar os impactos da agricultura convencional e a agricultura orgânica, necessita-se cada vez mais de incentivo e investimento, tanto em extensão e pesquisa para deixar de ser marginalizada e ter real condições para contribuir, para uma agricultura, verdadeiramente sustentável.

Link para download direto: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/628874