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domingo, 18 de novembro de 2018

Homeopatia ganha força na agricultura convencional


Resultado de imagem para homeopatia na agricultura





Utilização da ciência em plantas ganha cada vez mais notoriedade nas pesquisas ligadas ao agronegócio, sendo o Paraná um dos pioneiros no assunto



Com mais de 200 anos desde seu surgimento - iniciada pelo alemão Samuel Hahnemann em 1796 - a ciência homeopática já deixou de ser tabu e tem sua fundamentação científica consolidada para o tratamento de pessoas e, há algum tempo, também nos animais. Mas imagine só usar os princípios da homeopatia e seus medicamentos (de origem animal, mineral e vegetal) para o combate, por exemplo, de pragas a doenças numa lavoura de soja de alta produtividade?

domingo, 20 de março de 2016

Jovens inventores buscam uma solução 100% natural para abolir o uso de agrotóxicos


O vídeo no link abaixo, mostra que - se houver incentivos e recursos, para o desenvolvimento de pesquisas, alternativas aparecem para uma agricultura mais limpa e com menos impactos ao meio ambiente e a saúde do consumidor.

Veja a reportagem, que faz parte do quadro - Jovens Inventores do programa Caldeirão do Huck, no link abaixo:

Projeto impressiona jurados e amigos ganham 30 mil reais no episódio de Jovens Inventores

domingo, 25 de maio de 2014

Produtores de pimentão se esforçam para reduzir os agrotóxicos em SP

Publicado Originalmente Globo Rural onde você poderá ver o vídeo com a reportagem:


O que fazer quando o produto da sua roça ganha o campeonato de contaminação por agrotóxico e o preço dele desaba no mercado?

 Esse é o drama que os produtores de pimentão estão enfrentando há alguns meses, desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgou a lista dos alimentos mais contaminados no Brasil.

Agricultores de São Paulo estão buscando alternativas para superar o problema. Eles estão usando técnicas da agricultura orgânica e combatendo as pragas com inimigos naturais.

Está aumentando cada vez mais a responsabilidade de quem usa agrotóxicos na produção de verduras, legumes e frutas.

 Em alguns estados, promotores e Ministério Público estão exigindo a identificação do nome e do endereço do produtor rural nas gôndolas dos supermercados. A rastreabilidade fica a cargo dos supermercados.

Em Santa Catarina, o consumidor pode saber a origem dos hortifrutigranjeiros colocados à venda com a ajuda do celular. Basta baixar o programa no aparelho e direcioná-lo para o código do produto. Na tela, surgem todos os dados do produtor.

A iniciativa é da Associação Catarinense de Supermercados, que também se encarrega de coletar amostras mensais para análise em laboratório.

A Anvisa também analisa amostras coletadas em supermercados de vários estados. No último levantamento nacional, o pimentão liderou a lista dos produtos mais contaminados com resíduos de veneno. Na época, a informação mexeu com o bolso dos agricultores de dois municípios paulistas, Pirajuí e Lins, que produzem pimentões coloridos.

A principal praga do pimentão é um fungo chamado oídio, que ataca as folhas da planta. Ele se alastra rapidamente com o vento e cobre toda a superfície da folha reduzindo a fotossíntese, dominuindo a produção e podendo até matar a planta. Para controlar a doença, muitos produtores fazem de três a quatro pulverizações de fungicida por semana.

Outro problema são as pragas. Os produtores da região estão aprendendo a usar os recursos do manejo integrado de pragas, para reduzir o uso de veneno. A iniciativa é da Secretaria de Agricultura de São Paulo e do Sebrae, que ministra cursos e contrata técnicos para assessorar os produtores.

Para surpresa de muitos agricultores, o produto biológico recomendado para substituir o agrotóxico no controle do oídio é uma calda muito simples de ser feita. Ela é preparada com melaço de cana, farelo de arroz e água.

Para cada 100 litros de água vão cinco quilos de farelo de arroz e três quilos de melaço de cana. É preciso misturar bem até dissolver tudo. Depois, é só deixar a calda fermentando por cinco dias oxigenando bem a mistura. A aeração pode ser feita com o uso de bombinhas de aquário ligadas dia e noite. Para aplicar na lavoura, a calda deve ser misturada com água, numa diluição a 5%, ou seja, para 95 litros de água vão cinco litros de calda.

A aplicação deve ser feita duas vezes por semana. A calda tem que atingir toda a superfície da planta, mas para garantir a eficiência do produto é preciso manter a umidade da estufa em 70%. Isso é feito com o uso dos aspersores, ligados de duas a três vezes ao dia, por uns 15 minutos.

A calda também serve para controlar o oídio em várias hortaliças, como alface, tomate, pepino e abobrinha. Depois de eliminar o agrotóxico no controle do fungo é possível usar os inimigos naturais para atacar outras pragas da cultura, como o ácaro rajado. Para combatê-lo, a arma utilizada é o ácaro vermelho. Ele não causa prejuízos à planta, atua apenas como predador do ácaro rajado.

Os inimigos naturais são produzidos em laboratórios especializados, mas nem todos são resistentes aos agrotóxicos, por isso, no manejo integrado de pragas é fundamental ter um controle dos serviços executados em cada estufa.

Outra praga do pimentão é o fungus gnats. Ele ataca principalmente as raízes das plantas novas, rói o caule e abre a porta para a entrada de várias doenças. Seu principal inimigo natural é um ácaro: o stratiolaelaps.
O stratiolaelaps ataca um inseto que causa muito prejuízo no pimentão: seu nome é tripes.

A missão do ácaro é reduzir a população adulta do inseto atacando a fase jovem dele: as pulpas.

A doença provocada pela tripes é chamada popularmente de ‘vira cabeça’ e está entre os principais problemas dessa cultura, mas o controle biológico dispõe de outra arma para atacar a tripes, é uma vespa chamada orius.

Uma praga de solo que ainda desafia os pesquisadores é o nematoide, um verme que vive no solo e que para combatê-lo, os produtores usam biofertilizante feito com água e esterco animal fermentado por, no mínimo, um mês.

Por enquanto, os produtores perceberam que o investimento em insumos diminuiu e a mão-de-obra aumentou, mas o investimento é a produção de alimentos mais saudáveis para todos.

Fonte: Globo Rural

domingo, 24 de novembro de 2013

Homeopatia para controle de endoparasitas em caprinos e ovinos

Homeopatia na Ovinocultura
O controle natural de parasitas através da homeopatia é uma ferramenta importante para manejo sanitário de caprinos e ovinos. Os estudos sobre o uso da homeopatia nos animais, no Brasil, foram iniciados há cerca de 60 anos e os resultados têm sido muitos bons em grande parte dos Estados da Federação onde estão sendo usados. Na Bahia, a EBDA não só tem realizado estudos, como tem treinado produtores no uso deste instrumento de manejo sanitário das várias espécies animais, como bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, suínos e aves, entre outros, nos últimos 10 anos.

As verminoses de caprinos e ovinos são causadas por helmintos, compreendendo várias espécies, dentre essas, destaca-se o Haemonchus contortus que se aloja na mucosa do abomaso, sendo um parasita hematófago, causando uma forte anemia. A sua multiplicação é muito rápida e intensa e uma fêmea adulta pode ter uma postura de 5 a 10.000 ovos por dia. Os animais afetados podem ter uma perda de peso de 30 a 40%. Os principais sinais clínicos são falta de apetite, redução do consumo voluntário de forragem, diminuição da digestibilidade e forte anemia. Na fase crônica da doença, o sinal mais característico é o edema sub-mandibular (papeira), devido à forte perda de proteína e albumina.

O tratamento tradicional, feito à base de anti-helmínticos, está fadado ao insucesso devido ao declínio de atividade das bases químicas, na sua maioria desenvolvidas nas décadas de 60 e 80. Os que existem no mercado estão com resistência e, conseqüentemente pouca eficácia, desde quando os parasitas foram se adaptando geneticamente às mesmas.

A homeopatia não tem apenas efeitos curativos; ela é um excelente meio preventivo que possibilita melhor desempenho produtivo e reprodutivo dos animais.

Os resultados obtidos permitem afirmar que a homeopatia, como meio natural de tratamento, tem um papel importantíssimo a desempenhar na saúde animal, sendo eficaz no controle de verminoses em caprinos e ovinos, sem efeitos colaterais. Além disso, não contamina o meio ambiente, nem o ser humano, sendo portanto, uma tecnologia ecologicamente correta que permite a produção de carne e leite sem resíduos químicos, proporcionando ao produtor rural diminuição nos custos com medicamentos e não se observando, até ao momento o desenvolvimento de resistência dos parasitas.

O controle parasitário exige sempre medidas adicionais de manejo nutricional adequadas, boa higiene das instalações, e rotação de pastagens. A alternância de pastejo com outras espécies ajuda na limpeza dos pastos, reduzindo a contaminação dos caprinos e ovinos.


Arquivo para dowload




Veja também:


Leite de Vaca Cru para o Controle de Oídio



Uma solução de 5% de leite cru de vaca e 95% de água já pode ser utilizada para controlar o oídio – doença que ataca diversas culturas, causando a morte das plantas e prejuízos aos agricultores. Esse método foi desenvolvido na Embrapa Meio Ambiente e testado em pepino e abobrinha, com controle de praticamente 100% da doença. O oídio é causado por um fungo chamado Sphaerotheca fugilinea, que se parece com um pó branco nas folhas de variadas culturas. Os fungicidas químicos indicados para o combate ao oídio são caros, cerca de R$ 135 o litro, enquanto o leite cru custa R$ 0,35 o litro. Além disso, a solução é totalmente inócua ao meio ambiente, não causando nenhum impacto ambiental, o que não se pode dizer o mesmo dos fungicidas utilizados para o controle da doença.

A alternativa foi eficaz após testar várias dosagens. Para uma solução de 100 litros, por exemplo, são necessários 95 litros de água e 5 litros de leite. O novo método já vem sendo testado também em campo, pois muitos chacareiros que plantam hortaliças e legumes no chamado cinturão verde da Grande São Paulo estão usando a solução de leite cru para controlar o oídio.
O produto vem sendo testado em outras variedades de plantas cultivadas, já que o oídio ocorre também em culturas importantes, como feijão, soja e trigo.

Fonte: Embrapa Meio Ambiente

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Homeopatia é alternativa a agrotóxicos




O uso da homeopatia vegetal iniciou há sete anos como uma alternativa para evitar o uso de agentes químicos em plantações.

Primeiro, o uso era em pessoas. Depois, passou para os animais. Agora, a homeopatia, que por definição significa um tratamento de doenças com agentes capazes de produzir sintomas semelhantes aos dessas doenças, está sendo usada também para a agricultura. Os resultados obtidos até o momento têm sido excelentes, pois a planta respondem rapidamente ao tratamento e tem substituído o uso de agrotóxicos nas lavouras.

De acordo com o agrônomo e professor do setor do departamento de biologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Carlos Moacir Bonato, um dos responsáveis pelo programa, o uso da homeopatia vegetal iniciou há sete anos, como uma alternativa para evitar o uso de agentes químicos em plantações. "Fizemos isso para diminuir ao máximo o impacto ambiental.

Os resultados têm se mostrado positivo e a homeopatia se transformou em uma ferramenta importante nesse trabalho. Além disso, tem ajudado a equilibrar o solo, fazendo com que os microorganismos sejam mais ativos", explica.

Bonato revela ainda que as plantas apresentaram aumento no seu crescimento, mais resistência à pragas e doenças e aumento na produção. "O produtor rural que adere à homeopatia vai ter uma lavoura mais saudável e, ao mesmo tempo, vai diminuir drasticamente os custos de produção em relação ao uso do agrotóxico comum.

Se o produtor tiver boas condições do solo, tempo, etc., ele pode conseguir um aumento de 30% a 40%. Também foi verificado um aumento no chamado óleo essencial, que trabalha como uma defesa da planta em 114%, o que nos surpreendeu bastante", afirma.

Outra vantagem apontada pelo professor ao uso de homeopatia reside no fato de que esse produto tem um impacto quase nulo na natureza. Em contrapartida, Bonato revela que os agrotóxicos, mesmo que resolvendo um determinado problema, acaba gerando outro.


"Um bom exemplo disso é o inseticida conhecido como Fipronil, que possui uma toxicidade alta. Ele resolve problemas ligados às formigas, contudo, também está ligado ao desaparecimento de abelhas. Com a homeopatia, o combate às formigas nocivas para planta não afeta em nada as abelhas. Ela também é regulamentada pela instrução normativa número 64, de 2008. Ou seja, trata-se de um procedimento legal", diz.

O professor comemora o interesse dos agricultores em saber mais sobre a homeopatia. Para melhorar, ele informa que o governo aprovou um projeto de R$ 140 mil para equipar um laboratório na UEM para desenvolver mais pesquisas. Para conseguir esse benefício, ele vai ministrar palestras para os interessados.


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Saiba como combater insetos e pragas com ervas e produtos naturais

Veja algumas dicas para diminuir a presença de agrotóxicos nos lares.







Veja também: Receita caseira ajuda a eliminar as aranhas domésticas


Calda bordalesa e sulfocálcica

A calda bordalesa (ou bordelesa) é a mais famosa das caldas cúpricas. Se não fosse a ação cáustica que o sulfato de cobre exerce sobre as plantas e a facilidade com que é lavado pela água das chuvas, bastaria derretê-lo em água e pulverizar. Torna-se necessário adicionar cal para contornar estes inconvenientes e obter um preparado com suficiente poder destruidor sobre os parasitas, razoável duração do seu efeito protector e nenhuma acção prejudicial às plantas. A calda bordalesa é admitida na horticultura biológica, sendo talvez um dos meios mais eficazes de combate às pestes














Obs.: se não quiser preparar na propriedade a calda sulfocálcica pode ser encontrada já pronta.

sábado, 24 de março de 2012

PRÁTICAS ALTERNATIVAS PARA A PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA SEM VENENO


 

PRÁTICAS ALTERNATIVAS PARA PRODUÇÃOAGROPECUÁRIA SEM VENENO - AGROECOLOGIA
OBJETIVOS:
Os principais objetivos com o uso de defensivos alternativos, são:

Obter produtos agrícolas mais saudáveis,
Evitar a contaminação do produto e do consumidor,
Manter o equilíbrio da natureza, preservando a fauna e os mananciais de águas,
Reduzir o número de defensivos agressivos,
Aumentar a resistência da planta contra a ocorrência de pragas, patógenose sinistros naturais, diminuindo os gastos com a condução das culturas,
Reduzir o custo de produção e aumentar a lucratividade,
Atender a crescente procura de produtos sadios, á nível local e internacional.

O QUE SÃO DEFENSIVOS ALTERNATIVOS:


o considerados para uso como defensivos alternativos todos os produtos químicosbiológicos, ornicos ou naturais, que possuam as seguintes características: Praticamente não tóxicos, baixa a nenhuma agressividade ao homem e à natureza, eficientes no combate e repelente aos insetos e microrganismos nocivos, não favoreçam a ocorrência de formas de resistência, de pragas e microrganismos, custo reduzido para aquisição e emprego, simplicidade quando ao manejo e aplicação, e alta disponibilidade para aquisição.



Tenha acesso ao Manual clicando no link abaixo:


PRÁTICAS ALTERNATIVAS PARA A PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA SEM VENENO:

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