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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Alguns produtos de limpeza podem fazer mal à saúde; conheça alternativas


Morar numa casa limpa não só é saudável, mas extremamente prazeroso. No entanto, o uso indiscriminado de alguns produtos químicos de limpeza pode afetar a saúde dos moradores. "Os produtos mais perigosos são os que matam fungos e bactérias. Para serem eficientes, eles contêm substâncias químicas que, se não forem manipuladas da forma correta, podem representar riscos para quem os utiliza", alerta o médico Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Detergentes para máquina de lavar louça e amaciantes de roupa são alguns dos itens que inspiram cuidados. "Eles contêm amoníaco, substância que libera o gás de amônia quando aquecida. O amaciante pode até causar irritações nos olhos e na pele e desencadear problemas no sistema respiratório", explica Rodrigo Cella, químico e professor da FEI.

A água sanitária, que contém hipoclorito de sódio, é outra vilã. Mesmo em baixa concentração, ela libera o gás cloro, capaz de provocar irritação das vias aéreas, lacrimejamento e dores de cabeça, e de piorar um quadro asmático já existente. "Em locais fechados e com pouca ventilação, a inalação deste produto pode provocar intoxicação. Durante o uso, é fundamental ter ar circulando, mesmo que ele venha de um ventilador", recomenda o médico Marcelo Vinicius Pereira Veloso, do Serviço de Toxicologia de Minas Gerais.

Por conterem uma mistura altamente corrosiva de soda cáustica e nitrato de potássio, os desentupidores de ralo também entram na lista dos produtos perigosos, assim como solventes como o querosene. "Além de serem inflamáveis, eles também podem causar irritações na pele e nos olhos", aponta Wong. Até com os desodorizantes de ambiente é preciso cuidado. Grande parte deles apresenta em sua composição paradiclorobenzeno que, além de irritar pele e mucosas, pode provocar alergias respiratórias e também está associado a danos no fígado e no sistema nervoso.

Misturas perigosas

Outro grande risco na limpeza doméstica é misturar produtos diversos. Por não conhecer os ingredientes de cada um, corre-se o risco de criar compostos extremamente nocivos.


Um exemplo claro é a mistura de água sanitária com amaciante, bastante comum na lavagem das roupas. "Juntos, os componentes destes dois produtos liberam cloroaminas, gases facilmente aspirados e absorvidos pelo corpo", destaca Cella. As consequências vão desde irritação na pele e nos olhos até sangramentos e danos severos no fígado e nos rins.

Combinações literalmente explosivas também podem surgir a partir do uso de vários produtos juntos. É o caso do nitrato de potássio, presente em desentupidores de pia, com o amoníaco, componente dos detergentes.


Produtos de manutenção

Nas reformas, o cuidado deve ser redobrado com tintas e vernizes. "Estes itens são compostos de hidrocarboneto, um derivado de petróleo que, quando inalado, agride as vias aéreas, prejudicando a respiração, e pode resultar em dores de cabeças fortes", descreve Veloso.

Para evitar estes problemas, é preciso ter ar circulando pelo cômodo durante a aplicação e isolar a área por pelo menos 24 horas depois disso.

Basta saber usar

Para passar longe das complicações, a regra é uma só: ler os rótulos dos produtos e obedecê-los. Seguindo à risca as instruções do fabricante nos beneficiamos da eficiência dos produtos mais modernos, sem correr risco de danos à saúde ou ter de excluí-los da despensa.

A ressalva fica para os produtos feitos de maneira caseira e vendidos sem rótulo. "A economia, neste caso, não compensa. A maioria dos compostos utilizados nessas fórmulas é de péssima qualidade e eles acabam não promovendo uma limpeza adequada. Sem contar o risco que se corre por não saber o que há naquela mistura e o danos que pode causar à saúde", afirma Wong.


Alternativas naturais

Também é possível contar com elementos-curinga, ingredientes fáceis de se ter em casa, para substituir com eficiência os produtos químicos. O vinagre de vinho branco, por exemplo, é pra lá de versátil: desinfeta, desengordura, combate odores fortes e também amacia roupas. A personal organizer Ingrid Lisboa ensina a desinfetar vasos sanitários sem água sanitária. "Basta aplicar o vinagre por todo o vaso, já limpo com água e sabão, e deixar agir por dez minutos", recomenda.

Uma mistura de água e vinagre em proporções iguais borrifada sobre estofados, carpetes ou pisos previamente limpos retira o cheiro de urina e fezes deixado por bichos de estimação. Essa mesma proporção pode até substituir amaciantes de roupas, quando colocada no respectivo compartimento da máquina de lavar. "Em geral, cem mililitros são suficientes para uma máquina com capacidade de seis quilos", sugere Ingrid.


Por suas propriedades abrasivas, o bicarbonato de sódio é indicado para tirar manchas de pias, banheiras e vasos sanitários; basta aplicá-lo numa esponja com um pouco de água e esfregar. Quando misturado com vinagre de vinho branco em proporções iguais também funciona como desentupidor de pia. Para isso, jogue a mistura no ralo e enxague com um litro de água fervente depois de 20 minutos.
Por fim, para manter os cômodos da casa sempre perfumados, coloque gotas de óleos essenciais puros em difusores elétricos ou réchauds a vela. Diferentes fragrâncias são vendidas em pequenos frascos e podem ser encontradas em casas de produtos naturais e de aromaterapia.

Fonte: UOL

terça-feira, 14 de maio de 2013

5 razões para não tomar refrigerante




Mesmo que você não saiba por que, com certeza sabe que refrigerante não faz bem. Desprovido de qualquer valor nutricional, essa água açucarada engorda, leva à obesidade e diabetes, além de outros vários males que não recebem muita atenção nas discussões de saúde, mas que listamos aqui na esperança de lhe recrutar para o lado do suco natural, chá e outras bebidas mais saudáveis. 

Confira:

1 – ENVELHECIMENTO ACELERADO

Normal, diet, light ou zero, todos os refrigerantes de cola contêm fosfato, ou ácido fosfórico, um ácido que dá ao refri seu sabor típico e aumenta seu tempo de prateleira. Embora ele exista em muitos alimentos integrais, tais como carne, leite e nozes, ácido fosfórico em excesso pode levar a problemas cardíacos e renais, perda muscular e osteoporose, e um estudo sugere que poderia até provocar envelhecimento acelerado.

O estudo, publicado em 2010, descobriu que os níveis de fosfato encontrados em refrigerantes fizeram com que ratos de laboratório morressem cinco semanas mais cedo do que os ratos cujas dietas tinham níveis normais de fosfato. Pior ainda é a tendência preocupante dos fabricantes de refrigerantes de aumentar os níveis de ácido fosfórico em seus produtos ao longo das últimas décadas.

2 – PODE CAUSAR CÂNCER
Em 2011, a instituição sem fins lucrativos Centro de Ciência para o Interesse Público solicitou à Administração de Alimentos e Drogas americana para proibir o corante artificial caramelo usado para fazer Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes marrons. O motivo: dois contaminantes na coloração, 2-metilimidazole e 4-metilimidazol, que já causaram câncer em animais. De acordo com uma lista proposta na Califórnia de 65 de produtos químicos conhecidos por causar câncer, apenas 16 microgramas por pessoa por dia de 4-metilimidazol é o suficiente para representar uma ameaça de câncer. Qualquer refrigerante (normal, diet, zero) contêm 200 microgramas por 570 ml.

3 – DENTES PODRES E PROBLEMAS NEUROLÓGICOS
Nos EUA, dentistas até deram o nome de um refrigerante (boca “Mountain Dew”) para uma condição que eles veem em um monte de crianças que o bebem demais. Elas acabam com a boca cheia de cáries causadas por níveis de açúcar em excesso.
Além disso, um ingrediente chamado óleo vegetal bromado, ou BVO, adicionado para evitar que o aroma separe-se da bebida, é um produto químico industrial usado como retardador de chamas em plásticos. Também encontrado em outros refrigerantes e bebidas esportivas baseados em citros, o produto químico tem sido conhecido por causar distúrbios de memória e perda nervosa quando consumido em grandes quantidades. Os pesquisadores também suspeitam que o produto químico se acumula na gordura do corpo, podendo causar problemas de comportamento, infertilidade e lesões nos músculos do coração ao longo do tempo.

4 – LATAS TÓXICAS
Não é apenas o refrigerante que causa problemas. Quase todas as latas de alumínio de refrigerante são revestidas com uma resina chamada bisfenol A (BPA), usada para impedir os ácidos do refrigerante de reagir com o metal. BPA é conhecida por interferir com os hormônios e tem sido associada a tudo, de infertilidade a obesidade a algumas formas de câncer. E, enquanto a Pepsi e a Coca-Cola estão atualmente envolvidas em uma batalha para ver qual empresa pode ser a primeira a desenvolver uma garrafa de plástico 100% baseada em plantas que elas estão divulgando como “sem BPA”, nenhuma empresa está disposta a retirar a substância das latas de alumínio.

5 – POLUIÇÃO DA ÁGUA
Os adoçantes artificiais utilizados em refrigerantes diet não quebram em nossos corpos, e nem o tratamento de águas residuais consegue separá-los antes que entrem nos cursos de água. Em 2009, cientistas suíços testaram amostras de água tratada, rios e lagos na Suíça e detectaram níveis de acessulfame K, sucralose e sacarina em todos, substâncias usadas em refrigerantes diet. Um teste recente em abastecimentos de água municipal nos EUA também revelou a presença de sucralose em todos os 19 estudados. Não está claro ainda o que esses níveis encontrados podem fazer com as pessoas, mas pesquisas anteriores concluíram que a sucralose em rios e lagos interfere com os hábitos de alimentação de alguns organismos.[MSN]

BÔNUS
Há indicações de que refrigerantes de cola podem prejudicar o esperma e até causar paralisia muscular. Além de potencialmente causarem tantos problemas, podem ser viciantes.


Veja também:


domingo, 28 de abril de 2013

Agricultores assentados plantam goiaba para mercado em São Paulo



Agricultores assentados no estado de São Paulo estão deixando de trabalhar só para o sustento da própria família e se tornando empreendedores. Encontraram no cultivo da goiaba o mote para essa transformação, e o produto de qualidade tem agradado o consumidor.

É na feira de domingo que os assentados do sudoeste paulista vendem boa parte da goiaba que sai dos seus lotes. O início de todo assentamento é praticamente o mesmo. Com a regularização das terras, as famílias dos agricultores se dedicam, em um primeiro momento, às atividades de subsistência: o plantio do feijão, da mandioca, a criação do gado de leite.

Com o passar do tempo, vem a descoberta da vocação agrícola do lote. Em uma região de São Paulo, é a fruticultura que aparece como a principal fonte de renda de muitos assentados, e o destaque é a goiaba.
O produto agrada tanto os consumidores da cidade. A cerca de 100 quilômetros da capital São Paulo, transitando entre os municípios de Iperó e Porto Feliz, em 1998, o Instituto de Terras do Estado de São Paulo incentivou o desenvolvimento De uma lavoura entre os assentados.

A agrônoma Maria Izabel Dorizzotto acompanha esse trabalho desde o início, e viu a plantação crescer até os atuais 1.200 pés de goiaba, principalmente das variedades Pedro Sato e Tailandesa.

“Nós entendemos que é uma atividade que tem tudo a ver com a agricultura familiar: o intenso uso de mão de obra, uma rentabilidade grande em pequenas áreas e a proximidade com o grande centro consumidor. A goiaba tem muita aceitabilidade no mercado, e nós entendemos que é uma cultura que deveria ser estimulada”, afirma Dorizzotto.

Para oferecer uma goiaba de qualidade, os assentados tiveram que adotar uma série de técnicas para produzir mais e melhor. O grampeador e o saquinho de papel têm muito a ver com um dos principais procedimentos adotados por aqui: o ensacamento dos frutos.

“Para prevenir o ataque da mosca-da-fruta. O fruto não fica bom para o comércio. Perda total no fruto quando ela pega”, diz o agricultor Claudinei Lemes, que consegue ensacar em torno de 2.000 a 2.500 frutos por dia.
Com a lavoura “enfeitada”, os agricultores conseguiram reduzir, e muito, o número de pulverizações para controlar as principais pragas que atacam a cultura. Nos frutos ensacados, fica até difícil encontrar o já conhecido bicho da goiaba.
A larva da mosca-da-fruta fura a goiaba e faz um estrago no seu interior. Para o controle dessa e de outras pragas, os agricultores costumavam fazer de dez a 12 pulverizações ao ano. Com o uso do saquinho, a aplicação não passa de duas ou três vezes no ano. Isso é feito antes do ensacamento, quando os frutos ainda estão pequenos.

Já acostumado a caprichar nos cuidados da sua lavoura, o agricultor Carlos Dellai resolveu aprimorar a técnica do saquinho. Abandonou o papel e adotou o plástico. “Estou fazendo essa experiência com saquinho plástico por conta da época de chuvas. Na época de chuvas, o saquinho de papel rasga muito”, diz.
“A gente faz um pequeno corte no fundo do saquinho onde o fruto transpira aqui e não tem o problema de danificar o fruto. Já é a segunda vez que a gente está fazendo a experiência e tem dado certo”, explica Dellai, que também faz uso de outras técnicas.

O consórcio entre goiaba e limão também é usado no lote de Dellai e tem dado bons resultados. “A gente entende que o limão é uma planta que cresce alta, é uma planta vigorosa e, além de dar frutos, também acaba servindo de quebra-vento para a goiaba, protegendo a goiabeira, tanto a planta quanto o ensacamento que a gente faz dos frutos”, afirma.

Com os 100 pés de goiaba que tem na propriedade, Dellai consegue produzir algo em torno de 2.500 quilos da fruta por ano, em duas safras, mas isso só é possível graças à irrigação.

Com os pés distribuídos de maneira estratégica, até o limão plantado nas linhas se beneficia da água dos aspersores. “É importante, na instalação da irrigação, a gente comprar aspersores que jogue a água mais na horizontal, porque a água batendo constantemente com a irrigação nos brotos novos da goiaba, ele vai danificar e aí vai permitir a entrada de doença”, diz o agricultor.

Com o intuito de se profissionalizar, Edilson Faccini também decidiu ensacar as goiabas do seu pomar. Foi um dos últimos assentados a adotar essa técnica. “Pelo fato até da condição financeira, porque é um custo mais caro para ensacar, e a mão de obra. Vamos gastar aí na faixa de R$ 20 o milheiro de saquinho, só que aí vem a mão de obra, que a gente tem que se desdobrar muito”, justifica.

Élcio da Silva é o enteado de Edilson e seu braço direito na lida com a goiaba. Em um talhão, está fazendo a poda e o raleio da plantas para estimular a brotação dos pés. Com a lavoura dividida em talhões, Élcio e Edilson têm plantas em floração, ensacadas, a ensacar e em produção.

O dia da colheita é o dia da prova para saber se a trabalheira de ensacar todas as goiabas realmente valeu a pena. Para saber se a goiaba está pronta para a colheita, basta olhar a coloração dentro do saquinho.

Enquanto Edilson tira os frutos maduros dos pés, Élcio se responsabiliza pela seleção das goiabas. “Separo as boas e as que têm algum descarte, que passarinho bicou e está mais machucadinha, descarto”, diz.
O fruto é vendido na feira de todo domingo no bairro Júlio de Mesquita, em Sorocaba, lugar movimentado e que hoje conta com a ajuda de Celina, esposa do Edilson e mãe de Élcio.

O quilo da goiaba na feira de Sorocaba sai por R$ 3.50. Além da venda na banca, os assentados também entregam a fruta para o comércio da cidade e para o programa Fome Zero.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Um refrigerante por dia aumenta risco de câncer de próstata, revela estudo


Homens que consomem o equivalente a uma lata de refrigerante por dia estão sujeitos a um risco maior de desenvolver câncer de próstata, segundo um estudo sueco anunciado nesta segunda-feira (26).

"Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior", disse à AFP uma das autoras do estudo, Isabel Drake.

O estudo, que será publicado na próxima edição do American Journal of Clinical Nutrition, baseia-se no acompanhamento de mais de 8.000 homens da região do sul da Suécia, com idade entre 45 e 73 anos, durante uma média de 15 anos. Todos anotaram minuciosamente os alimentos e bebidas que ingeriram.

Aqueles que beberam um refrigerante (330 ml) por dia estiveram 40% mais propensos a desenvolver câncer de próstata, necessitando de tratamento.

Além disso, aqueles que tiveram uma dieta rica em arroz e massas apresentaram 31% mais chances de desenvolver formas mais benignas do câncer. Este risco foi aumentado em 38% para aqueles que ingeriram grandes quantidades de açúcar no café da manhã, relatou a pesquisadora.

Estudos anteriores já haviam indicado que os chineses e os japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolveram câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.

Uma pesquisa aprofundada sobre a resposta a diferentes dietas de acordo com a genética torna possível "adaptar as recomendações em termos de comida e bebida para certos grupos de alto risco", considerou Drake.

Fonte: UOL SAÚDE

VEJA TAMBÉM:

Coca-Cola vendida no Brasil tem maior concentração de substância potencialmente cancerígena

Consumo diário de refrigerantes cola eleva risco de osteoporose em mulheres

domingo, 4 de novembro de 2012

AMANTIKIR - JARDINS QUE FALAM

Amantikir -  foi uma das belas surpresas que tive em conhecer Campos do Jordão. 
É um parque com jardins de várias partes do planeta e segue abaixo um pequeno registro.
Local muito agradável que naturalmente nos leva a um estado de introspecção muito grande.




































domingo, 14 de outubro de 2012

Consumo de soja em excesso pode afetar hormônios em crianças

Os produtos à base de soja são usados com frequência para substituir o leite de vaca nos casos de alergia ou intolerância. Médicos orientam os pais a tomar cuidado com o excesso porque o alimento pode interferir nas taxas de hormônios das crianças.



Fonte: TV UOL

domingo, 11 de março de 2012

Receita caseira para produção de vinho.



G1 - Enólogo da Embrapa ensina receita caseira para produção de vinho - notícias em Agronegócios: "“É possível fazer vinho em casa. A uva tem que ser sadia, madura e sã. Uva niágara é uma uva de mesa muito utilizada no Brasil e também pode ser usada pra elaboração de vinho. A uva niágara rende em torno de 70% a 75% de vinho. Então, teoricamente 15 quilos de uva para obter dez litros de vinho”, explica Irineo Dall’Agnol, produtor de vinho, enólogo e responsável técnico do laboratório da Embrapa."

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