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sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

Feliz Natal e Prospero Ano Novo


A todos que tem acompanhado esta página o meu agradecimento! 


Que tenham um Feliz Natal e que a Consciência Crística seja uma constância na vida de cada um.


Que 2022 seja próspero e voltado cada vez mais para Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, em respeito ao planeta e as gerações futuras.

Grande Abraço a Todos!
 

segunda-feira, 28 de junho de 2021

O uso de óleos essenciais como anestésicos em piscicultura

 Luis Antonio Kioshi Aoki Inoue

luis.inoue@embrapa.br
(*) Pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados, MS



No crescente mercado de produtos naturais, destaca-se o emprego de óleos essenciais em diferentes áreas do conhecimento, inclusive a aquicultura. O princípio é de que muitas plantas são capazes de sintetizar moléculas impossíveis de se obter em laboratório ou ainda essa produção seria economicamente inviável. Essas moléculas estão presentes em pequenas quantidades nas partes das plantas (raízes, folhas, caules, flores, frutos) e para que se obtenha quantidades maiores são feitos os extratos botânicos ou a obtenção dos óleos por hidro destilação. Esses produtos (extratos ou óleos) são analisados em laboratório para ser traçado o seu perfil de componentes químicos. Dessa forma, é possível direcionar as pesquisas a respeito dos usos potenciais destes extratos e princípios ativos.

Agrotóxicos em Produtos Ultraprocessados - Revela Pesquisa Inédita

 


No Idec, discutimos há anos os malefícios trazidos pelo consumo de produtos ultraprocessados, os problemas da contaminação de alimentos com agrotóxicos e a ausência de medidas eficazes para a proteção da saúde dos consumidores. Agora, em uma pesquisa inédita no país, descobrimos que diversos ultraprocessados consumidos pelos brasileiros também contêm agrotóxicos.

Veja a matéria e tenha acesso a cartilha no link abaixo:

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Novo bioinseticida usa duas cepas de bactéria para controlar lagartas

O inseticida microbiológico deve ser pulverizado sobre as folhas, e, ao comê-las, as lagartas são afetadas pela ação das proteínas


Um pesticida composto por uma mistura inédita de dois isolados da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) é o mais novo bioproduto indicado para controlar a lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda, e a falsa-medideira, Chrysodeixis includens. O Acera - nome comercial - foi desenvolvido com tecnologia Embrapa e concebido em parceria com a Ballagro Agro Tecnologia, empresa que o comercializará.


A Bacillus thuringiensis (Bt) é uma bactéria que produz proteínas com propriedades tóxicas específicas para insetos e que são inofensivas para humanos e outros vertebrados. Diferentemente de pesticidas químicos, é inócuo para o meio ambiente. O produto deve ser pulverizado sobre as folhas, e, ao comê-las, as lagartas são afetadas pela ação dessas proteínas. 

 “A grande vantagem desse produto biológico à base de Bt é que ele não afeta o meio ambiente, não intoxica aplicadores, não mata os inimigos naturais das pragas e não polui rios e nascentes, contribuindo para a sustentabilidade”, destaca o pesquisador da Embrapa Fernando Hercos Valicente, desenvolvedor e responsável pela tecnologia na Empresa. 

“O Acera foi registrado para o controle dessas duas espécies de lagarta e poderá ser usado em culturas como soja, milho, algodão e diversas outras”, complementa o pesquisador, ao revelar que os dois isolados de Bt usados como matéria-prima do bioproduto vieram da coleção da Embrapa Milho e Sorgo (MG). 

Veja a reportagem completa no endereço abaixo:

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Gente do campo: o agricultor que consegue produzir soja orgânica em grandes quantidades

 

Rogério Vian mostrou que, com pesquisa e tempo, dá para obter o principal item de exportação do Brasil em escala comercial, sem uso produtos químicos.








Um produtor rural tem conseguido colher grandes quantidades de soja em Goiás apenas com técnicas da agricultura orgânica e sem uso de produtos químicos.
 Em um primeiro momento, é difícil imaginar que a soja, principal item de exportação do Brasil, produzida quase que em escala industrial, possa ser mais sustentável. Rogério Vian viu que é possível, mas não é fácil. 

 Ele levou pelo menos 12 anos para conseguir transformar a lavoura convencional em uma livre de produtos químicos. 

Agora, os resultados agronômicos e financeiros passaram a compensar, diz o produtor de 44 anos. 


 “Os primeiros anos de orgânico foram horríveis. 
No primeiro ano, colhemos 28 sacas por hectare enquanto os outros colhiam mais de 60. Este ano eu já consegui área com 60 sacas por hectare. O orgânico é um nicho e eu estou pronto para ele”, diz.



terça-feira, 15 de setembro de 2020

Anvisa mantém proibição de agrotóxico associado à doença de Parkinson, que deve sair do mercado na próxima semana

 Republicado do G1

Herbicida paraquate não poderá ser utilizado a partir de 22 de setembro. 





Produtores pediam prorrogação do prazo até julho de 2021. Apesar do banimento, diretor da agência sinaliza para apresentar solução 'meio-termo' na próxima semana. 

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (15) manter a proibição de um agrotóxico associado pela própria entidade à doença de Parkinson. 

O herbicida paraquate deverá sair do mercado e deixar de ser usado a partir de 22 de setembro, conforme definiu a Anvisa em 2017. 

 A agência avaliou nesta terça um pedido feito por Ministério da Agricultura, produtores rurais e indústrias para que a proibição ocorresse em 31 de julho de 2021.

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Cientistas acham pela primeira vez plástico em órgãos humanos...

Republicado Deutsche Welle

 

Usados em recipientes para comidas e bebidas, plásticos comprovadamente entram no trato intestinal
Usados em recipientes para comidas e bebidas, plásticos comprovadamente entram no trato intestinal

Em descoberta inédita, pesquisadores americanos detectaram micropartículas plásticas em todas as 47 amostras de tecidos examinadas, de pulmão, fígado, baço e rins. 

 Efeitos na saúde das pessoas ainda são pouco conhecidos. 

 Cientistas americanos detectaram pela primeira vez microplásticos e nanoplásticos em órgãos e tecidos humanos, de acordo com um estudo a se apresentado nesta segunda-feira (17/08) no congresso virtual de outono da Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês). 


 Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, encontraram o material em todas as 47 amostras de pulmões, fígado, fígado, baço e rins que examinaram. 

Eles consideram a descoberta preocupante, ainda que falte informação sobre os efeitos dessas partículas para a saúde humana.