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domingo, 4 de outubro de 2015

Sem controle, alimentos circulam no país com agrotóxico irregular



O controle dos níveis de agrotóxico nos alimentos está bem aquém do esperado.

É o que diz um documento obtido pela Folha de S. Paulo, que indicam que a fiscalização, quando feita, atinge apenas uma pequena parte dos produtos e reprova até um terço deles.

Como exemplo, a publicação usa uma amostragem da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), cuja análise indica que 31% dos produtos da cesta básica de São Paulo, em 2014, continham agrotóxicos proibidos ou em quantidade acima da permitida.

A situação crítica pode ser constatada na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais), em São Paulo, também. 

O maior armazém comercial da América Latina, por onde passam cerca de 30% de toda a produção nacional de alimentos atualmente, só coletou duas amostras de bananas para monitoramento durante todo o ano passado, de acordo com documento do Ministério da Agricultura.

 "Não há controle, nunca vi nada. E trabalho aqui há 20 anos", afirma o feirante Cláudio de Jesus, 39, dono de uma banca de legumes na feira que funciona semanalmente dentro da Ceagesp, na zona oeste da capital paulista.

O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do planeta, segundo a Folha. Entre as substâncias usadas no país, algumas são potencialmente cancerígenas e banidas da União Europeia e de países como China e Índia.



VEJA A NOTÍCIA COMPLETA NO LINK ABAIXO:

Sem controle, alimentos circulam no país com agrotóxico irregular







sábado, 26 de setembro de 2015

Califórnia: primeiro estado dos EUA que poderá etiquetar herbicida Roundup como cancerígeno



A primeira do país, a Agência de Proteção Ambiental da Califórnia (Cal/EPA, por sua sigla em inglês) informou que pensa em reclassificar o glifosato – ingrediente tóxico ativo do herbicida Roundup, da Monsanto – por saber que provoca câncer.

Veja também:

Anvisa vai reavaliar uso do glifosato no Brasil

GLIFOSATO é classificado como provavelmente cancerígeno para humanos pela Organização Mundial da Saúde.


Segundo uma "notícia de intenção”, publicada recentemente pelo Escritório de Avaliação de Risco Sanitário Ambiental (OEHHA, por sua sigla em inglês), pertencente à Cal/EPA, a ação entra no âmbito da Proposta 65, da Califórnia, que obriga o Estado a publicar uma lista de produtos químicos conhecidos por serem causa de câncer, defeitos pré-natais e outros danos reprodutivos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Crianças estão entre as principais vítimas dos efeitos nocivos dos agrotóxicos no Brasil

Dados inéditos da USP indicam que entre 2007 e 2014 foram notificadas 2.150 intoxicações somente na faixa etária de 0 a 14 anos de idade; número pode ser 50 vezes maior.




São Paulo – Crianças e adolescentes estão entre as principais vítimas dos efeitos nocivos dos agrotóxicos. Um estudo do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), com base em dados do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que entre 2007 e 2014 foram notificadas em todo o país 2.150 intoxicações somente na faixa etária entre 0 e 14 anos de idade. O dado, alarmante, não reflete o real, que pode ser 50 vezes maior. Isso porque de cada 50 casos de intoxicação por esses venenos, apenas um é notificado no serviço de saúde.

Os dados, inéditos, foram apresentados pela professora Larissa Mies Bombardi, do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) durante o seminário Impacto dos Agrotóxicos na Vida e no Trabalho, realizado quarta-feira (2) na Câmara dos Vereadores de São Paulo.

Promovido pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida e pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, entre outros parceiros que lutam pelo banimento agrotóxicos e das sementes transgênicas no Brasil, o evento integra a programação da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que está divulgando a atualização de seu Dossiê Impactos dos Agrotóxicos na Saúde.

sábado, 29 de agosto de 2015

CSA quer criar rede em Londrina para ligar produtores e consumidores de orgânicos


Propriedade dedicada a orgânicos na região de Londrina: CSA quer conectar pontas e eliminar atravessadores (Crédito: Roberto Custódio/Arquivo JL)


Reunião marcada para esta sexta-feira servirá para aproximar agricultores de interessados em alimentação saudável, formando uma rede de consumo sustentável que já existe em 30 cidades brasileiras.


Londrina pode se unir a outras dezenas de cidades brasileiras onde consumidores que querem ficar livres dos agrotóxicos na alimentação conseguem obter frutas e verduras diretamente de agricultores orgânicos.

Livrar-se das frutas e verduras que crescem à base de agrotóxicos nem sempre é uma tarefa simples e barata, mas a rede Community Supported Agriculture (CSA Brasil)- sigla em para Comunidade que Sustenta a Agricultura - escolheu Londrina para uma ação estratégica que pode eliminar essa dificuldade.

Nesta sexta-feira (28), a CSA Brasil faz um encontro no Município para “unir as pontas” e conectar diretamente agricultores de orgânicos a consumidores interessados na alimentação saudável. “A intenção é juntar as pontas e eliminar os atravessadores que só prejudicam essa relação”, explica o agroecólogo Ariel Molina, membro do CSA.

Em todo o mundo, o CSA atua colocando frente a frente produtores e interessados. Na concepção do CSA, a atuação de supermercados, por exemplo, é uma das causas pelos quais os orgânicos são considerados alimentos “de grife”, com alto custo para os consumidores.

Exemplo paulista

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Chapada Diamantina se especializa na produção de alimentos orgânicos

Entrada Gruta do Morro Castelo

Segundo o Ministério da Agricultura, o Brasil já ocupa posição de destaque na produção mundial de orgânicos. Com alimentos de melhor qualidade e, consequentemente, mais nutritivos, esse sistema de cultivo tem sido a melhor opção para garantir a preservação do equilíbrio ambiental e a saúde de produtores e consumidores. Dispensando o uso de fertilizantes sintéticos, agrotóxicos e transgênicos, a agricultura orgânica prioriza a redução do desperdício e ajuda a manter a biodiversidade.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Escócia proíbe cultivo de produtos geneticamente modificados

Castelo Durnrobin - Escócia


A Escócia vai proibir o cultivo de organismos geneticamente modificados em seu território, para preservá-lo “verde e limpo”, afirmou neste domingo (9) o ministro dos Assuntos Rurais, Richard Lochhead.

Segundo nota do ministério, o governo escocês tomou como base as novas regras europeias que permitem que os países recusem individualmente “culturas geneticamente modificadas autorizadas pela União Europeia”.

sábado, 8 de agosto de 2015

DINAMARCA – O PRIMEIRO PAÍS QUE, POR LEI, SÓ TERÁ AGRICULTURA ORGÂNICA

Dinamarca

Escrito por Alice Branco

A Dinamarca está se preparando para ter uma agricultura totalmente sustentável. Este é um dos projetos que o atual governo tem intenção de por em prática a de transformar a agricultura dinamarquesa em 100% orgânica.

A primeira meta, a ser alcançada até 2020 é a de se duplicar a quantidade atual de terra cultivada organicamente. Atualmente, a Dinamarca já é o país com maior desenvolvimento e amplitude do comércio de produtos orgânicos. E em 2015 pretende investir mais de 35 milhões de euros para ampliar a agricultura biológica.

Observação do Blogue: na verdade o primeiro país que só permitirá a agricultura orgânica é o BUTÃO;

Butão será o primeiro país do mundo que só permitirá agricultura orgânica

domingo, 2 de agosto de 2015

RJ também vai incluir orgânicos na merenda escolar




Depois do exemplo de São Paulo, que sancionou lei que obriga a inclusão de alimentos orgânicos na merenda de todas as escolas públicas da capital paulista, é a vez do Rio de Janeiro mostrar que também se preocupa com a qualidade da alimentação dos estudantes da rede pública de ensino.

O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Arnoldo de Campos, anunciou que, em breve, a merenda das escolas públicas que estão localizadas na capital fluminense serão preparadas, apenas, com produtos orgânicos e agroecológicos, provenientes da agricultura familiar.